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des e Aplicações Dos Metais e Ligas

des e Aplicações Dos Metais e Ligas

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Propriedades e aplicações de metais e ligas, plímeros e materiais ulizados na Engenharia, princípios de metalografia ligas de carbono matais não ferrosos, nanomateriais, cerâmicos, danos ao meio ambiente relacionados à produção de aço siderúrgia, tratamentos térmicos das ligas.
Propriedades e aplicações de metais e ligas, plímeros e materiais ulizados na Engenharia, princípios de metalografia ligas de carbono matais não ferrosos, nanomateriais, cerâmicos, danos ao meio ambiente relacionados à produção de aço siderúrgia, tratamentos térmicos das ligas.

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Propriedades e Aplicações dos Metais e ligas:1.0 -Introdução:
1.01- Definição Básica:
Ligas metálicas
são materiais com propriedades metálicas que contêm doisou mais elementos químicos sendo que pelo menos um deles é metal. Uma liga tmabém pode ser definida como a mistura com quantidades determinadas e variáveis de outros metais ou ametais, preparados todos quando estão fudidos, ligas são geralmente misturas heterogêneas.- Importância dos metais e ligas na vida moderna - Apesar da grande variedade de metais existentes, amaioria não é empregada em estado puro, mas em ligas com propriedades alteradas em relação aomaterial inicial, o que visa, entre outras coisas, a reduzir os custos de produção. As indústriasautomobilísticas, aeronáuticas, navais, bélicas e de construção civil são as principais responsáveis peloconsumo de metal em grande escala. o também representativos os setores de eletnica ecomunicações, cujo consumo de metal, apesar de quantitativamente inferior, tem importância capital para a economia contemporânea. Ligas metálicas são materiais de propriedade semelhantes às dosmetais e que contêm pelo menos um metal em sua composição. Há ligas formadas somente de metais eoutras formadas de metais e semimetais (boro, silício, arsênio, antimônio) e de metais e não-metais(carbono, fósforo).É interessante constatar que as ligas possuem propriedades diferentes dos elementos que as originam.Algumas propriedades são tais como diminuição ou aumento do ponto de fusão, aumento da dureza,aumento da resistência mecânica.
2.0-Ligação Metálica2.0.1-Ligação metálica
, o tipo final de ligação primária, é encontrada em metais e suas ligas. Existe proposto um modelo relativamente simples que muito de perto se aproxima do esquema de ligação.Materiais metálicos têm 1, 2 ou, no máximo, 3 elétrons de valência. Com este modelo, estes elétrons devalência não se encontram ligados a qualquer particular átomo no sólido e são mais ou menos livres para se moverem ao longo de todo o metal. Eles podem ser pensados como pertencendo ao metal comoum todo, ou formando um "mar de elétrons" ou uma "núvem de elétrons". Os remanescentes elétronsnão valentes e os núcleos atômicos foram o que é chamado de
núcleos iônicos,
que possuem uma carga positiva líquida igual em magnitude à carga total de elétrons de valência por átomo. Os elétrons livres protegem os núcleos de íons positivamente carregados contra forças eletrostáticas mutuamenterepulsivas, que de outra forma poderiam exercer uns aos outros; consequêntemente a ligação metálica énão-direcional em caráter. Em adição, estes elétrons livres agem com uma "cola" para manter osnúcleos iônicos juntos. Energias de ligação e temperaturas de fusão para vários metais estão listadas naTabela 2.3. A ligação pode ser fraca ou forte; energias de ligação variam desde 68 kJ/mol (0,7eV/átomo) para o mercúrio até 850 kJ/mol (8,8 eV/átomo) para o tungstênio. As suas respectivastemperaturas de fusão são -39oC e 3410oC (-38oF e 6170oF). Este tipo de ligação é encontrado paraos elementos dos Grupos IA e IIA na tabela periódica e, de fato, para todos os metais elementares.Estes materiais são bons condutores tanto de eletricidade quanto de calor, como uma consequência doselétrons de valência livres.1
 
2.0.2-Primeiro modelo de ligação metálica
Modelo do gás eletrônico (Drude-Lorenz):• Retículo de esferas rígidas (cátions) mantidos coesos por elétronsque podem se mover livremente – elétrons livres (“mar de elétrons”)• Elétrons mais externos se encontram muito longe do núcleo.• Os metais possuem baixa energia de ionização – tornam-se cátionsfacilmente.• A força de coesão seria resultante da atração entre os cátions noreticulado e a nuvem eletrônica.
2.0.3-Características e propriedades da ligação metálica
-Dureza, ponto de fusão e ponto de ebulição – dependem primordialmente da força da ligação metálica.-Ductilidade – capacidade de se deformar quando submetido a umatensão – tração ou compressão.- Podem formar uma grande quantidade de ligas combinando-os comoutros metais ou outros elementos da TP.- Soluções sólidas cristalinas substitucionais (cátions têm tamanhosnão muito dissimilares) ou intersticiais (tamanhos muito dissimilares)
2.0.4-LIGAÇÃO SECUNDÁRIA OU LIGAÇÃO DE VAN DER WAALS
Ligações secundárias, de van der Waals ou físicas são fracas em comparação com as ligações primáriasou químicas; energias de ligação estão tipicamente na ordem de apenas 10 kJ/mol (0,1eV/átomo).Ligação secundária existe entre virtualmente todos os átomos ou moléculas, mas sua presença pode ser obscurecida se qualquer dos 3 tipos de ligação primária estiver presente. Ligação secundária éevidenciada para os gases inertes, que possuem estruturas eletrônicas estáveis, e, em adição, entremoléculas em estruturas moleculares que são covalentemente ligadas. Forças de ligação secundáriassurgem dos dipolos
 
atômicos ou moleculares. Em essência, um dipolo elétrico existe sempre queexista alguma separação das porções positiva e negativa de um átomo ou molécula. A ligação resultada atração coulômbica entre o terminal positivo de um dipolo e a região negativa de um outro dipoloadjacente Interações de dipolo ocorrem entre dipolos induzidos, entre dipolos induzidos e moléculas polares (que possuem dipolos permanentes), e entre moléculas polares. Verifica-se que ligação dehidrogêni
o
, uma classe especial de ligação secundária, existe entre algumas moléculas que temhidrogênio como um dos constituintes. Estes mecanismos de ligação agora discutidos brevemente.
2.0.5-Ligações de Dipolo Induzido Flutuante
Um dipolo pode ser criado ou induzido num átomo ou molécula que é normalmente simétricaeletricamente; isto é, a distribuição espacial global dos elétrons é simétrica em relação ao núcleo positivamente carregado, Todos os átomos estão experimentando movimento vibracional constante que pode causar distorções instantâneas ou e curta duração desta simetria elétrica para alguns dos átomosou moléculas, e a criação de pequenos dipolos elétricos. Um destes dipolos pode por sua vez produzir um deslocamento da distribuição de elétron de uma molécula ou átomo adjacente, induzindo esteúltimo a também se tornar um dipolo que é então fracamente atraído ou ligado primeiro este é um tipode ligação de van der Waals. Estas forças atrativas podem existir entre grande número de átomos oumoléculas, cujas forças são temporárias e flutua com o tempo.2
 
Representações esquemáticas de (a) um átomo eletricamente simétrico e (b) um dipolo atômicoinduzido. A liquefação e, em alguns casos, a solidificação dos gases inertes e outras moléculaseletricamente neutras e simétricas tais como H2 e Cl2 acontecem por causa deste tipo de ligação.Temperaturas de fusão e de ebulição são extremamente baixas em materiais para os quais predominamdipolos de ligação induzidos; de todas as possíveis ligações intermoleculares, estas são as mais fracas.
2.0.6-Ligações de Dipolo Induzido por Molécula Polar
Momentos de dipolo permanentes existem em algumas moculas em virtude de um arranjoassimétrico de regiões carregadas positivamente ou negativamente; tais moléculas são denominadas
moleculares polares
. Moléculas polares podem também induzir dipolos em moléculas não-polaresadjacentes, e uma ligação se formará como um resultado forças atrativas entre as duas moléculas. Alémdisso, a magnitude desta ligação será maior do que aquela para dipolos induzidos flutuantes.
3.0-Teoria das Bandas
A Física Quântica explica com propriedade o comportamento energético das partículas para um átomo,através de suas funções de onda e da característica ondulatória do elétron. Entretanto, a matéria não seencontra na natureza em seu estado atômico, mas em grandes massas sólidas, líquidas ou gasosas.Verifiquemos o caso específico dos sólidos.A física do estado sólido é uma vasta área da física quântica onde se trata da compreensão das propriedades mecânicas, térmicas, magnéticas e óticas da matéria sólida. No estado sólido, asmoléculas ou átomos não podem mais ser considerados como isolados. A separação entre as moléculasé comparável ao tamanho molecular e a intensidade das forças que as mantém juntas é da mesmaordem de grandeza das forças que ligam os átomos numa molécula. As propriedades de uma moléculaserão, portanto, alteradas pela presença de outras moléculas vizinhas. Uma característica dos sólidoscristalinos é o arranjo regular dos átomos numa configuração recorrente ou periódica denominada
redecristalina.
O sólido pode ser considerado como uma grande molécula, as forças entre os átomos sendodevidas a interações entre os elétrons atômicos e a estrutura do sólido sendo ditada pelo arranjo denúcleos e elétrons que produz um sistema quanticamente estável.A Quântica permite descrever o comportamento energético de um sólido cristalino com uma perfeiçãofascinante, comportamento este já comprovado através de emissão de espectro de linhas da frequênciado raio-x de alguns materiais. Advém daí a Teoria das Bandas dos sólidos e um modelo para ofuncionamento dos semicondutores, objeto então de estudo qualitativo deste texto.
3.0.1-A Interação Entre Átomos Vizinhos como Funções de Onda
 A Quântica define que um elétron em um átomo pode assumir níveis discretos de energia, "saltando"de um nível para outro de forma não linear. Ou seja, o elétron comporta-se como uma onda, sendo osníveis de energia proibidos interpretados como "nós" numa corda de ondas, onde não há vibração, portanto não há energia. Mas quando átomos são aproximados, esses elétrons interferem entre si. Ouseja, as funções de onda que descrevem os elétrons individuais se superpõem, somam-se, resultando nodesdobramento em mais níveis de energia possíveis. Consequentemente, um dado nível de energia dosistema é desdobrado em dois níveis de energia distintos quando começa a haver a superposição e a3

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