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A Clarividencia C W Leadbeater

A Clarividencia C W Leadbeater

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O QUE É A CLARIVIDÊNCIA ................................................ 2 CLARIVIDÊNCIA SIMPLES: COMPLETA ....................................... 11 CLARIVIDÊNCIA SIMPLES: PARCIAL ........................................ 19 CLARIVIDÊNCIA NO ESPAÇO: SEMI-INTENCIONAL ............................. 31 CLARIVIDÊNCIA NO ESPAÇO: NÃO-INTENCIONAL .............................. 33 CLARIVIDÊNCIA NO TEMPO: O PASSADO ..................................... 37 CLARIVIDÊNCIA NO TEMPO: O FUTURO ................
O QUE É A CLARIVIDÊNCIA ................................................ 2 CLARIVIDÊNCIA SIMPLES: COMPLETA ....................................... 11 CLARIVIDÊNCIA SIMPLES: PARCIAL ........................................ 19 CLARIVIDÊNCIA NO ESPAÇO: SEMI-INTENCIONAL ............................. 31 CLARIVIDÊNCIA NO ESPAÇO: NÃO-INTENCIONAL .............................. 33 CLARIVIDÊNCIA NO TEMPO: O PASSADO ..................................... 37 CLARIVIDÊNCIA NO TEMPO: O FUTURO ................

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 O QUE É A CLARIVIDÊNCIALiteralmente, clarividência quer dizer simplesmente "ver claro", e é umapalavra que tem sido bastas vezes mal empregada, e mesmo degradada aoponto de a aplicarem para descrever as artimanhas dum charlatão numteatro de variedades. Mesmo no seu sentido mais restrito, abrange umgrande número de fenômenos, tão divergentes nos seus característicos quenão é fácil dar uma definição do termo que seja ao mesmo tempo concisa ejusta. Tem-se-lhe chamado "visão espiritual", mas não se pode concebertradução mais errônea, porque na grande maioria dos casos não está ligadaa ela faculdade alguma que de longe mereça que a honrem com um nome tãoelevado.Para os fins deste tratado poderemos, talvez, defini-la como sendo opoder de ver o que está oculto à visão física normal. Será bom explicar,também, que ela é freqüentemente (se bem que não sempre) acompanhada poraquilo a que se chama "clariaudição", ou seja, o poder de ouvir aquiloque o ouvido físico normal não pode abranger; tornaremos o termo, queconstitui o título deste livro, extensivo também a esta faculdade, paraque evitemos estar constantemente a empregar duas palavras onde só uma ésuficiente.Antes de entrar propriamente no assunto, desejo esclarecer dois pontos.Em primeiro lugar, não destino estas páginas àqueles que não acreditem emque haja clarividência, nem busco nelas convencer os que estejam emdúvida sobre o assunto. Em tão pequeno trabalho, não disponho do espaçopara o fazer; esses indivíduos deverão estudar os muitos livros queregistram listas de casos destes, ou fazer, eles próprios, experiênciasseguindo uma orientação mesmérica. Escrevo para os mais cultos, que sabemque a clarividência existe, e que sentem pelo assunto um interessesuficiente para que desejem ser informados sobre os seus métodos e possi-bilidades; a esses quero assegurar que o que aqui exponho é o resultadode muitos anos de estudo e de experimentação cuidadosa, e que, conquantoalguns dos poderes que descreverei lhes possam parecer novos eespantosos, não me refiro a nenhum de que não tenha visto casos.Em segundo lugar, ainda que procure evitar, tanto quanto seja possível, ouso de uma linguagem técnica, permitir-me-ei de vez em quando, visto queestou escrevendo para estudiosos da Teosofia, usar, para ser breve e semme demorar em explicações, a vulgar terminologia teosófica que possoconfiadamente supor que eles conheçam.Se este livro for ter às mãos de alguém para quem o emprego ocasionaldesses termos constitua uma dificuldade, só posso pedir-lhe que mo relevee citar-lhe, para que nela busque essas explicações preliminares,qualquer obra teosófica elementar, como, por exemplo,
A Sabedoria Antiga
ou
O Homem e os seus Corpos
de Mrs. Besant. A verdade é que o sistemateosófico é a tal ponto coerente, as suas partes componentes estão eminterdependência tal, que dar uma explicação plena de cada termo empre-gado implicaria escrever um tratado completo de Teosofia como prefaciomesmo a este breve estudo sobre clarividência.Antes, porém, que se possa utilmente tentar uma explicação detalhada daclarividência, será necessário que gastemos algum tempo em algumasconsiderações preliminares, para que nitidamente tenhamos presentesalguns fatos gerais sobre os diferentes planos em que se pode exercer avisão clarividente, e as condições que tornam possível esse exercício.Constantemente nos é garantido nos livros teosóficos que estas faculdadessuperiores brevemente terão de ser herança da humanidade em geral - que acapacidade clarividente, por exemplo, existe latentemente em cadaindivíduo, e que aqueles em quem ela já se manifesta apenas estão, nesse
SUMÁRIO
O QUE É A CLARIVIDÊNCIA ................................................ 2
 
CLARIVIDÊNCIA SIMPLES: COMPLETA ....................................... 11
 
CLARIVIDÊNCIA SIMPLES: PARCIAL ........................................ 19
 
CLARIVIDÊNCIA NO ESPAÇO: SEMI-INTENCIONAL ............................. 31
 
CLARIVIDÊNCIA NO ESPAÇO: NÃO-INTENCIONAL .............................. 33
 
CLARIVIDÊNCIA NO TEMPO: O PASSADO ..................................... 37
 
CLARIVIDÊNCIA NO TEMPO: O FUTURO ...................................... 50
 
MÉTODOS DE DESENVOLVIMENTO ............................................ 62
 
 
 3sentido, um pouco mais avançados do que os outros homens. Ora estadeclaração é verdadeira, e contudo parece absolutamente vaga e irreal àmaioria das pessoas, simplesmente porque consideram tal faculdade comosendo uma cousa absolutamente diferente de tudo de quanto têm tidoexperiência, e confiadamente crêem que eles, pelo menos, serãointeiramente incapazes de a desenvolver em si.Talvez tenda a desvanecer esta impressão de irrealidade se nosesforçarmos por compreender que a clarividência, como muitas outrascousas da natureza, é sobretudo uma questão de vibrações, e não passa, deresto, de uma extensão dos poderes que todos os dias empregamos. Vivemossempre cercados por um vasto mar de éter e de ar, aquele interpenetrandoeste, como, aliás, a toda a matéria física; e é principalmente porvibrações nesse grande mar de matéria que nos chegam as impressões doexterior. Isto sabemos todos, mas talvez a muitos de nós nunca tenhaocorrido que o número dessas vibrações a que podemos responder é naverdade pequeníssimo.Entre as vibrações excessivamente rápidas que afetam o éter há uma certapequena secção — uma secção pequeníssima — que pode afetar a retinahumana, e este gênero de vibrações produz em nós a sensação a quechamamos luz. Isto é, podemos ver só aqueles objetos de onde pode ou sairou ser refletido esse gênero de luz.De modo inteiramente análogo, o tímpano do ouvido humano é capaz deresponder a um certo número pequeníssimo de vibrações relativamentelentas — suficientemente lentas para que afetem o ar que nos cerca; e,assim, os únicos sons que podemos ouvir são aqueles que são produzidospor objetos que vibram num grau dentro da gama dessas vibrações.Em ambos os casos, sabe a ciência perfeitamente que há grande número devibrações tanto acima como abaixo destas duas secções, e que portanto hámuita luz que não podemos ver e muitos sons a que os nossos ouvidos sãosurdos. No caso da luz, a ação dessas vibrações superiores e inferiores éfácil de perceber nos efeitos produzidos pelos raios actínicos numaextremidade do espectro e pelos raios do calor na outra extremidade.O fato é que existem vibrações de todos os graus concebíveis de rapidez,enchendo todo o vasto espaço que medeia entre as lentas ondas do som e asrápidas ondas da luz; nem é isso tudo, pois que há sem dúvida vibraçõesmais lentas do que as do som e uma infinidade delas mais rápidas do queaquelas que conhecemos sob a forma de luz. E assim começamos acompreender que as vibrações pelas quais vemos e ouvimos são apenas comoque dois pequenos grupos de poucas cordas numa harpa enorme de extensãopraticamente infinita, e quando refletimos em quanto nos tem sidopossível aprender e deduzir do uso desses pequenos fragmentos, entrevemosvagamente que possibilidades podiam revelar-se-nos se pudéssemos utilizaro todo vasto e maravilhoso.Um outro fato, que tem de ser considerado em relação a este, é quediferentes indivíduos variam consideravelmente, se bem que dentro delimites relativamente pequenos, na capacidade, que têm, de respondermesmo às pouquíssimas vibrações que estão ao alcance dos nossos sentidosfísicos. Não me refiro á agudeza de vista ou de ouvido que torna possívela um indivíduo ver um objeto mais indeciso ou ouvir um som mais tênue doque outro indivíduo; não se trata, de modo algum, duma questão de forçade vista, mas sim de extensão de suscetibilidade.Por exemplo: se se pegar num bom prisma de bissulfito de carbono, e comele se lançar um espectro nítido sobre uma folha de papel branco, levandodepois várias pessoas a marcar no papel os limites extremos do espectro,tal qual o vêem, verificar-se-á quase sempre que o poder de visão dessaspessoas varia consideravelmente de umas para outras. Algumas verão ovioleta estender-se muito mais longe do que outras; outras haverá que,

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