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Agrupamento Vertical Julio-Saúl Dias

Agrupamento Vertical Julio-Saúl Dias

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ASSEMBLEIA – GERAL DOS PROFESSORES DO AGRUPAMENTO VERTICAL JULIO-SA
Ú
L DIAS | VILA DO CONDE
|
MO
ÇÃ
O
|Com conhecimento a:
Conselho Geral Transit
ó
rioDRENMinist
é
rio da Educa
çã
oGrupos Parlamentares da Assembleia da Rep
ú
blica
Exma. Senhora
Presidente do Conselho Executivo e do ConselhoPedag
ó
gico do Agrupamento Vertical Julio-Sa
ú
l Dias
Vila do Conde
MO
ÇÃ
O
Os Professores do Agrupamento Vertical Julio-Sa
ú
l Dias, Vila do Conde, abaixoassinados, reunidos em Assembleia - geral no dia 13 de Novembro de 2008, aprovarama seguinte mo
çã
o de
SUSPENS
Ã
O DA APLICA
ÇÃ
O DO NOVO MODELO DEAVALIA
ÇÃ
O DE DESEMPENHO,
para a qual requerem a sua melhor aten
çã
o e aurgente convoca
çã
o de um Conselho Pedag
ó
gico extraordin
á
rio que fa
ç
a a suaaprecia
çã
o.Os professores e educadores do Agrupamento Vertical Julio-Sa
ú
l Dias, abaixoassinados, consideram a avalia
çã
o de desempenho um instrumento decisivo para o
1
 
ASSEMBLEIA – GERAL DOS PROFESSORES DO AGRUPAMENTO VERTICAL JULIO-SA
Ú
L DIAS | VILA DO CONDE
|
MO
ÇÃ
O
|
aprofundamento de compet
ê
ncias e de pr
á
ticas pedag
ó
gicas e cient
í
ficas por parte dosdocentes e, consequentemente, para a melhoria do processo de ensino-aprendizagem.A avalia
çã
o de desempenho
é
um assunto demasiado s
é
rio do qual depende o justoreconhecimento do empenho profissional dos docentes e a qualifica
çã
o dasaprendizagens escolares, n
ã
o sendo, como tal, pass
í
vel de se poder constituir comope
ç
a de estrat
é
gia pol
í
tica, propagand
í
stica e economicista, seja ela qual for.Deste modo, defendemos a necessidade de se instituir nas escolas um modelo deavalia
çã
o do desempenho dos professores que seja capaz de implementar, de formas
é
ria, diferencia
çõ
es qualitativas entre as pr
á
ticas docentes e de promover,verdadeiramente, o sucesso educativo. Defendemos um modelo sustentado numprocesso rigoroso, cred
í
vel, justo, exequ
í
vel e desburocratizado, que n
ã
o deixe margempara arbitrariedades, desconfian
ç
as, incertezas ou se constitua em propostassimplificadas e esvaziadas de conte
ú
do.Tendo em conta todos os constrangimentos que a seguir s
ã
o mencionados,entendemos que n
ã
o est
ã
o reunidas as condi
çõ
es m
í
nimas para se avan
ç
ar com aaplica
çã
o do modelo de avalia
çã
o consignado no Decreto Regulamentar n.º 2/2008, de10 de Janeiro, pelo menos enquanto n
ã
o estiverem cabalmente esclarecidas asd
ú
vidas e implica
çõ
es que a seguir se apresentam:
1.
O modelo de avalia
çã
o consignado no Decreto Regulamentar n.º 2/2008, de 10 deJaneiro,
é
excessivamente burocr
á
tico e complexo, obrigando ao preenchimento dev
á
rias fichas com um sem n
ú
mero de indicadores e uma imensid
ã
o de materiais desuporte. Os professores v
ê
em-se impossibilitados de cumprir o seu objectivoprincipal que
é
a promo
çã
o da melhoria da qualidade das aprendizagens, com osinevit
á
veis preju
í
zos para os alunos. Torna-se, por isso, invi
á
vel p
ô
-lo em pr
á
ticacom rigor, imparcialidade e justi
ç
a.
2.
Toda a planifica
çã
o, a execu
çã
o e a reflex
ã
o da pr
á
tica pedag
ó
gica t
ê
m porobjectivo o desenvolvimento de compet
ê
ncias essenciais e espec
í
ficas dasaprendizagens dos alunos. Dentro deste modelo, esta ficar
á
condicionada apressupostos pr
é
-definidos que no processo de ensino e aprendizagem n
ã
o v
ã
o aoencontro das reais necessidades dos alunos.
2
 
ASSEMBLEIA – GERAL DOS PROFESSORES DO AGRUPAMENTO VERTICAL JULIO-SA
Ú
L DIAS | VILA DO CONDE
|
MO
ÇÃ
O
|
3.
A aplica
çã
o do modelo baseia-se numa divis
ã
o artificial e desprovida de qualquerl
ó
gica e justi
ç
a profissional da carreira docente entre “professores” e “professorestitulares”, potencialmente geradora de conflitos e injusti
ç
as, pois avaliadores eavaliados encontram-se igualmente envolvidos no mesmo processo de progress
ã
ona carreira;
4.
Existe a possibilidade de este modelo de avalia
çã
o do desempenho colidir comnormativos legais, nomeadamente, o artigo 44.º da sec
çã
o VI (Das garantias deimparcialidade) do C
ó
digo do Procedimento Administrativo, o qual estabelece noponto um, al
í
neas a) e c), a exist
ê
ncia de casos de impedimento, sempre que o
ó
rg
ã
o ou agente da Administra
çã
o P
ú
blica intervenha em actos ou quest
õ
es em quetenha interesses semelhantes aos implicados na decis
ã
o sobre tais actos ouquest
õ
es. Ora, os professores avaliadores concorrem com os professores por siavaliados no mesmo processo de progress
ã
o na carreira, disputando lugares nasquotas a serem definidas.
5.
Para a exequibilidade de uma avalia
çã
o eficaz, devem existir bases de dados edevem ser concebidos instrumentos de registo e dispositivos de controlo dainforma
çã
o que garantam rigor e objectividade aos processos de recolha,tratamento, organiza
çã
o, compara
çã
o e avalia
çã
o criteriosa desse caudalgigantesco de informa
çã
o.
6.
A forma
çã
o proporcionada sobre os procedimentos do modelo de avalia
çã
o quese quer implementar foi escassa, inadequada e por vezes inexistente, em muitoscasos j
á
com o processo a iniciar-se. Serviu apenas para dar a conhecer o que osprofessores j
á
sabiam, a partir da leitura dos normativos legais e n
ã
o respondeu anenhuma das dificuldades, entretanto j
á
equacionadas.
7.
Muitos dos itens constantes das fichas de avalia
çã
o assentam em conceitos quecarecem de defini
çã
o objectiva e cientificamente correcta, o que nos leva a colocaralgumas quest
õ
es:
a)
Como estabelecer indicadores de medida rigorosos, nomeadamente quanto aoprogresso dos resultados esperados e do abandono escolar, se estes s
ã
ocometidos ao agrupamento e n
ã
o a nenhum
ó
rg
ã
o em especial?
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