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A Origem Da Humanidade

A Origem Da Humanidade

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06/30/2013

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A Origem da Humanidade
 
Dr. Gary E. Parker, EdD.
Crianças, fila após outra, boquiabertas, olhos anciosos fitados num meio-homem cabeludo,clava na mão, ouvindo o seu líder de grupo repetir:
 
Há quatro milhões de anos, uns poucos animais com aparência de macaco começaram a andar eretos, dando os seus primeiros e vacilantes passos em direção ao ser humano, O tempo, aprobabilidade e a luta pela sobrevivência continuaram a nos moldar. Como Gari Sagan ocolocou: “Graças à morte de um número imenso de organismos levemente mal adaptados, eisnós aqui hoje com cérebro e tudo mais".
 
Ao longo da caminhada, grupos sociais tornaram-se a chave da sobrevivência, e a
 
vida humana evoluiu quando o prazer do sexo foi oferecido em troca de comida e proteção
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.Agora nós estamos aptos a dirigir a nossa própria evolução futura, mas para evitar a extinçãotemos que entender as nossas origens e instintos animais. Verdadeiramente evolução é aciência da sobrevivência humana.
 
O discurso continua, frequentemente repleto de especulação composta e detalhesexualmente explícito, e sempre com uma propaganda subliminar: “ciência é salvação”. Aosnossos filhos é repetidamente contada essa “velha história” nas revistas científicas, nos livrosdidáticos sobre ciência usados nos colégios, nos desenhos animados da TV, nos showsfalados, nos noticiários especiais e documentários, e é claro, em museu após museu. Às vezeselas ouvem as palavras “talvez”, “teoria” ou “pode ter sido”, mas a força total da constanterepetição do peritos no assunto não poderia ter sido melhor planejada para conquistar osnossos jovens e fazê-los crer que “a evolução, é um fato igual a maçãs caindo das árvores"
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.
 
Quais porém são os fatos? Tragicamente, os fatos são virtualmente inacessíveis à maioria dosestudantes. Os museus raramente distinguem as partes reais das reconstruções, dasimaginações artísticas nas suas exposições. Livros didáticos, enciclopédias, e artigoscientíficos de jornais, as fontes mais comuns dos estudantes, raramente comentam os fatosadmitidos por uma conferência internacional dos principais evolucionistas, a saber, que os elosperdidos entre o homem e os macacos, como também supostos elos entre outros grupos deplantas e animais, ainda estão faltando (Veja ref. 3). De fato, é realmente só nas obras doscriacionistas que os estudantes podem obter uma visão científica crítica para os assimchamados “fatos” atrás das exposições evolucionistas dos museus, e ilustrações da nossasuposta “árvore genealógica” nos livros didáticos.
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Agora, graças a duas novas exposições, o Museum of Creation and Earth History do Institutefor Creation Research (Instituto para Pesquisa da Criação) concede aos estudantes e outrosvisitantes uma visão precisa dos fatos concernentes à origem da humanidade. Uma dasexposições destaca as réplicas em tamanho natural de famosos crânios fósseis, e a segundainclui um filme e moldes de pegadas de dinossauro e pegadas iguais ás do homem, do RioPaluxy no Texas. Os estudantes são animados a praticarem o seu conhecimento do processocientífico, e a examinar todas as características e facetas de cada espécime. Os “fatos” que osevolucionistas citam são incluídos, mas da mesma forma também faltam assuntos daexposição ordinária, que só visa a evolução. Considere os seguintes como exemplos:
 
Os Neanderthais foram outrora descritos pelos evolucionistas como “brutos comsombrancelhas proeminentes, tórax como barril e pernas tortas”, um elo entre os macacos e ohomem. Hoje é possível diagnosticar as várias doenças ósseas comuns aos Neanderthais, esabemos que os criacionistas sempre estiveram certos nesse assunto: Os neanderthais eramsimplesmente pessoas — completamente humanas4.
 
Infelizmente os Neanderthais não têm sido as únicas pessoas outrora consideradassubumanas por autoridades evolucionistas. O Dr. Downs chamava o bem-conhecido síndromedo Neanderthal de "idiotia mongolóide”, porque pensava que as crianças nascidas com essacondição (um extra vigésimo-primeiro cromossomo) eram uma regressão ao “estágiomongolóide” na evolução humana.
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Ainda mais triste, Henry Fairfield Osborn certa vez
 
argumentou que os cientístas imparciais classificariam a humanidade em várias espéciesdistintas, senão em gêneros diferentes. Dessa forma escreveu, “O padrão de inteligência donegro adulto comum (o qual o evolucionista Osborn colocou numa espécie subumana distinta)é em média similar a de um jovem de 11 anos da espécie Homo sapiens"
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. Essas idéias,rejeitadas pelos evolucionistas atuais, foram, no entanto, os “fatos da evolução" no tempo deOsborn, e são cruciais para o entendimento dos eventos mundiais das décadas de 30 e 40.
 
Piltdown. Quase todos agora sabem que o homem Piltaown foi um logro deliberado. Mas por mais de quarenta anos, desde 1912 até 1950 a mensagem sutil da autoridade científica eraclara “Você pode crer em criação se você quiser, mas todos os fatos estão do lado daevolução”. Os fatos neste caso, acabaram sendo os fragmentos da mandíbula de um macacocom os seus dentes limados e um crânio humano, ambos tingidos para fazê-los aparentar maisantigos.
 
Pelo menos o Piltdown responde a uma pergunta freqüentemente feita: “Podem virtualmentetodos os cientistas estarem errados sobre um assunto tão importante como as origenshumanas?". A resposta, o mais enfaticamente possível é: “Sim, e não seria a primeira vez”.Mais de 500 dissertações doutorais foram feitas sobre o Piltdown, no entanto, todo esseintenso escrutínio científico falhou em expor a fraude.
 
Os estudantes têm todo direito de estarem atônitos com o que vai acontecer com os “fatos daevolução" dentro dos próximos quarenta anos.
 
Chega de dentes? Uma das exibições do nosso museu mostra o que aconteceu quandopessoas foram zelosas demais para interpretar dados carentes. Todos os cientistas, quer criacionistas quer evolucionistas, estão embaraçados pelo Hesperopithecus haroldcookii(Homem de Nebrasca), a reconstrução da carne, do cabelo, e da família, partindo de um únicodente. Pregado como um outro “fato da evolução” durante a época do julgamento de Scopes, oHomem de Nebrasca acabou sendo simplesmente o dente de um porco extinto.
 
Evolucionistas hoje são bem mais cuidadosos sobre tais zelosas superestrapolações. Porémnão foi antes de 1979 que o Ramapithecus —"reconstruído como um bípede somente na basede dentes e mandíbulas" — foi dado por perdido como um “falso início do desfile humano"
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.Mesmo agora o Aegyptopithecus está sendo descrito como o “ancestral psicológico” dahumanidade (aquilo que Elwyn Simons chamou de coisinha chata) baseado na “análise decomportamento” altamente imaginativa dos dentes caninos dos machos "Lucy" e oAustralopithecines. Especulações atuais sobre a descendência humana giram em torno de umgrupo de fósseis chamados australopithecines, especialmente um espécime chamado “Lucy”.
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Estudantes visitando o museu do ICR vêem uma foto do esqueleto de Lucy, além de umareconstrução em tamanho natural de um crânio.
 
Próximo a esse gracioso crânio australopithecines, no entanto, o estudante também vê ummodelo de tamanho natural de um crânio de chimpanzé. As similaridades são notáveis. De fato,as similaridades entre o australopithecines grácil e os chimpanzés são tão notáveis que oschimpanzés modernos, de acordo com essa definição (de Richard Leakey) seriam classificadoscomo A. Africanus (australopithecines)
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. O descobridor de Lucy, D d Jihanson, fez essaafirmação sobre a definição de Leakey, e ele continua dizendo que Lucy é ainda mais“primitivo” (isto é, mais parecido com macaco) do que o australopithecines de Leakey. Talvez ainferência mais lógica pelas nossas observações
 
— certamente uma que os estudantes deveriam ser permitidos a considerar — é que Lucy eseus parentes são simplesmente variedades de macacos e nada mais.
 
Um evolucionista poderá contestar, "mas aqui está a diferença crucial: Lucy andou ereta, e istoa faz a antepassada evolucionáriado homem.” Mas vamos nos certificar de que os nossosestudantes ouçam também ambos os lados dessa história. Primeiro, como os principaisantropólogos apontam, o chimpanzé vivo da floresta úmida gasta muito tempo andando ereto,”de maneira que somente essa característica faz Lucy semelhante apenas ao homem ou aochimpanzé — e todas as suas outras características argumentam a favor da semelhança com ochimpanzé.
 
Em segundo lugar temos evidências de que as pessoas andavam eretas antes de Lucy ser 
 
fossilizada — o Kanapoi hominid, o Homem de Castenedolo, talvez mesmo as pegadas doLaetoli descobertas por Mary Leakey, e mais especialmente as pegadas iguais às do homempreservadas com as dos dinossauros no fundo rochoso do Rio Paluxy no Texas.
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A nova eesplêndida exposição Paluxy do museu do ICR (doada por Paul e Marian Taylor) exibe um filmeda pesquisa em progresso, e moldes das pegadas iguais às do homem, cujo tamanho os jovens podem experimentar para ver se servem. Se as pessoas andavam eretas antes de Lucyser fossilizada, então evidentemente ela não poderia ter sido nossa antepassada.
 
Mas será que Lucy realmente andou ereta? ...feições anatômicas em alguns desses fósseisdão uma advertência contra uma aceitação precipitada dessa estória" diz o anatomista CharlesOxnard em um discurso publicado para professores de biologia.13 Baseado na análisemultivariada, uma técnica objetive de computador para análises de similaridades parentescasentre esqueletos, Oxnard chega a duas conclusões. Sua conclusão científica: A evidência éclara de que o australopithecines não andou ereto, pelo menos não conforme a maneira dosseres humanos. Em seguida, para os professores reunidos, ele expressou a sua conclusãoeducacional: “sejam críticos". Temos que ensinar aos nossos estudantes a serem críticos, paraexaminarem os fatos que estão por detrás das teorias populares, para explorarem teoriasalternativas, e para testarem idéias e suposições contra a evidência em mãos.
 
É, todavia, impossível para os estudantes pensarem de maneira crítica sobre as origens, se aeles são apresentados, como única idéia aceitável na ciência, uma forma qualquer deevolução. Professores sem nenhum interesse especial em criação, reconhecem que apresentar somente idéias evolucionistas não é nem boa ciência, nem boa educação, e isso deve fazer osestudantes ficarem maravilhados em como a ciência pode ser denominada de pesquisa abertapela verdade. Um número crescente de professores, pais e especialmente estudantes, estávendo que a verdadeira liberdade acadêmica deve envolver não somente a liberdade dediscutir como, mas também se de fato, a evolução ocorreu — e ainda com mais importância, aliberdade para discutir a sua única alternativa lógica, a concepção científica da criação.
 
Nenhum cientista tem dificuldade em distinguir o tipo de ordem encontrada em objetosmoldados pelo tempo e pelo acaso (ex : uma pedrinha qualquer) e aquela criada com objetivo efinalidade (ex: uma ponta de flecha). De acordo com os cientistas criacionistas, a evidência deanatomia, fisiologia, e genética nos capacita a reconhecer seres humanos e macacos comoespécies criadas separadamente. Os fósseis até aqui encontrados, indicam que macacos eseres humanos existiram como espécies separadas, com grande mas limitada variabilidade nopassado, como também no presente. Na base de tal evidência, muitos cientistas estão agoradesenvolvendo e defendendo a criação como um modelo científico, plenamente apto paracompetir com a evolução no mercado de idéias.
 
Sabemos que a aceitação de uma ou outra concepção afeta profundamente o modo de vida deuma pessoa. Mas vamos deixar de lado, para o momento, as nossas preferências pessoais eperguntar: qual dos conceitos se encaixa melhor nos fatos — evolução ou criação? “O velho ebom sistema americano de jogo limpo é o de mostrar ambos os lados e deixa-los tomar as suaspróprias decisões.” Esse pensamento simples e honesto foi expresso por Wayne Moyer durante uma entrevista de televisão com Richard Threlkeld.
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essa é a maneira em quetentamos encarar o problema na seção do “modelo duplo”;
 
do Museum of Creation and Earth History do ICR: ". mostrar às pessoas ambos os ladosedeixá-las tomar as suas próprias decisões.” Paradoxalmente, Moyer não crê que as regras de jogo limpo possam ser aplicadas na questão da criação/evolução. Porquê? “É como misturar maçãs e laranjas; trabalha-se a partir de duas séries de suposições" Essa é a “posição oficial”dos anticriacionistas, mas isso simplesmente não pode ser verdade. Primeiro, nada é maiscrucial para a boa ciência e boa educação do que a habilidade de comparar criticamente duasséries de suposições. Os nossos estudantes o fazem em estudos sociais, em literatura, na vidareal — porque não em ciência, onde comparar fato e suposição tem que ser a espinha dorsalde afrontamento científico de ponta aberta para resolver o problema? Segundo, quando se tratados aspectos científicos das origens, qualquer indivíduo de mente aberta e todos os cientistas— criacionistas, evolucionistas, ou indecisos — trabalham a partir da mesma suposição: o

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