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As capas desta historia - lançamento em Brasilia decifra

As capas desta historia - lançamento em Brasilia decifra

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05/13/2014

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O Ministério da Cultura, o Instituto Vladimir Herzog e aSecretaria de Direitos Humanos lançam em Brasília dia 14 demarço, às 19hs, livro que resgata a imprensa que lutou contraa ditadura no Brasil
 A entidade, que recebeu das mãos da presidenta Dilma Rousseff o Prêmio de DireitosHumanos, concedido pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, lançano Carpe Diem o livro
As Capas desta história
 
O Instituto Vladimir Herzog lançará no próximo dia 14 de Março, em Brasilia, o livro
 As Capasdesta história
, que reúne as primeiras páginas dos jornais da imprensa alternativa, clandestinae no exílio que se opôs ao regime ditatorial.Na pesquisa realizada, o coordenador geral, jornalista Ricardo Carvalho, encontrou verdadeirasraridades que compõem a obra: são mais de 300 capas de jornais alternativos, clandestinos eproduzidos no exílio. O livro é produto de um trabalho de 90 dias, realizado peloscoordenadores José Luiz Del Roio (contexto) e Vladimir Sacchetta (pesquisa), com a consultoriade Carlos Azevedo, além de três pesquisadores e do editor de texto José Mauricio de Oliveira.A obra reúne jornais produzidos entre 1964, ano do golpe, e 1979, quando foi aprovada a Leida Anistia, trazendo ainda capas de jornais considerados precursores das publicações dos anosde chumbo. São imagens de jornais que rodaram no exílio, em países como Chile, México,Suécia, Itália, França, Portugal e Argélia. Na seção dos clandestinos estão publicações dasprincipais tendências da esquerda que atuaram durante a ditadura, como a Ação LibertadoraNacional (ALN), de Carlos Marighella, que editou
O Guerrilheiro
, e a VAR-Palmares (VanguardaArmada Revolucionária-Palmares), de Carlos Lamarca, que produzia o
Palmares
. Aparecemnesta parte jornais dos PCs (PCB e PCdoB), de organizações trotskistas e de grupos ligados àIgreja Católica.O bloco dos alternativos traz desde capas de jornais do movimento operário, estudantil (
OMovimento)
, da imprensa satírica (
Pif-Paf 
), experimentos literários, além de publicaçõesligadas às causas ambiental, gay e negra. Já a parte dos precursores reúne experiências como o
Correio Braziliense
, que era editado em Londres, uma vez que a corte portuguesa proibia aprodução de jornais no Brasil, além de outras publicações, como o
 Jornal Subiroff 
. Periódicoselaborados por exilados e até agora inéditos no Brasil se destacam ao lado de capas de jornaismais conhecidos, como
Pasquim
,
Opinião
e o
Unidade
, do Sindicato dos Jornalistas de SãoPaulo.Além disso, o capítulo inicial
Precursores desta história
demonstra a tendência contestadora equestionadora da imprensa brasileira, desde seus primórdios. A
Revista de Antropofagia
e
Klaxon
, ligadas ao Movimento Modernista Brasileiro da década de 1920; e o jornal
 A Manha
,diário de crítica e sátira do Barão de Itararé, são alguns que fazem parte desta seção especial.
 As Capas desta história
integra o projeto
Resistir é Preciso...
, idealizado pelo Instituto VladimirHerzog, que tem por objetivo manter viva na memória dos brasileiros a luta da imprensa
 
 durante a ditadura, momento em que centenas de profissionais domeio foram presos, torturados e assassinados. A obra junta-se à coletânea de 12 DVDs
OsProtagonistas desta História
, patrocinada pela Petrobras, com depoimentos de 60 jornalistas e
“fazedores de
 jorn
ais” que vivenciaram e enfrentaram as dificuldades da época, lançada em
Junho do ano passado.Patrocinado pelo BNDES, Camargo Corrêa e Souza Cruz e com apoio do Ministério da Cultura,por meio da Lei de Incentivo à Cultura, o livro está à venda na Livraria Cultura e no
site
doInstituto Vladimir Herzog (www.vladimirherzog.org). Além disso estão sendo distribuidos gratuitamente 1.350 exemplares a bibliotecas públicas do País.Também está à venda no portal do projeto
Resistir é Preciso...( 
www. resistirepreciso.org.br),que contém todo o material já produzido para essa iniciativa do Instituto Vladimir Herzog.
Prêmio de Direitos Humanos
Em apenas dois anos de existência, o trabalho que vem sendo desenvolvido pelo InstitutoVladimir Herzog já obteve o reconhecimento do mais alto escalão do Governo Federal. EmDezembro de 2011 a entidade foi vencedora, na categoria Verdade e Memória, da 17ª ediçãodo Prêmio de Direitos Humanos, concedido pela Secretaria de Direitos Humanos daPresidência da República.Clarice, Ivo e Lucas Herzog
 –
viúva, filho e neto de Vladimir Herzog
 –
receberam o prêmio, peloInstituto, na cerimônia realizada no Palácio do Planalto, liderada pela presidenta da RepúblicaDilma Rousseff e pela ministra de Direitos Humanos, Maria do Rosário Nunes.
“Este prêmio na verdade é uma homenagem a meu pai, Vladimir Herzog e a todas as outras
pessoas que foram assassinadas, torturadas e vitimadas de várias formas pela ditadura. E étambém um grande incentivo da Presidência da República para que a nossa e outras entidadescontinuemos a ajudar a recuperar a história recente do País
 –
agora com o importante reforçoda Comissão da Verdade e da Lei do Direito à Informação
 –
e a fazer com que as novasgerações conheçam os males de uma ditadura e impeçam que isso volte a acontecer no nosso
País”, afirmou Ivo Herzog, diretor do Instituto Vladimir Herzog.
 
Iniciativas do Instituto Vladimir Herzog
O Prêmio foi atribuído ao Instituto principalmente pelo seu projeto
Resistir é preciso...
, umconjunto de iniciativas incentivadas pelo Governo Federal, com base na Lei Rouanet e na Lei doAudiovisual, que vem resgatando e divulgando os jornalistas e os jornais que combateram aditadura, entre 1964 e 1979
 –
quando entrou em vigor a Lei da Anistia. Em 2011 o projeto
Resistir é Preciso...
abrangeu uma coleção de 12 DVDs
 –
 
Os protagonistas desta história
 
 –
comdepoimentos de 60 desses jornalistas e ainda o livro
 As Capas desta história
, que será lançadono próximo dia 14 de Março em Brasilia.Para 2012 o Instituto tem diversas ações previstas e já autorizadas para incentivo pela LeiRouanet, como a continuidade do projeto
Resistir é Preciso...
, com a publicação do livro
Oscartazes desta história
, que trará em 200 páginas espelhadas os pôsteres produzidos porexilados brasileiros para combater a ditadura e promover a anistia. Outro livro que serálançado é
 As crônicas desta história
, que vai contar, em linguagem leve e solta, muitos dos
 
 bastidores das 106 horas de depoimentos em vídeo de jornalistasque combateram a ditadura, que compuseram a coleção de DVDs
Os protagonistas destahistória.
Outras iniciativas previstas para 2012 são a realização do
Concerto de Anne Frank 
, no Auditóriodo Ibirapuera, em São Paulo; a produção da série de documentários
Em nome da liberdade
, jáaprovada para incentivo pela Lei do Audiovisual, que contará essa mesma história emlinguagem de televisão e será exibida pela TV Cultura; a mostra de cinema documentário
Transformação e Renovação
, que abrangerá cerca de 30 documentários políticos latino-americanos produzidos desde a década de 1950; e a digitalização e contextualização de 50 mildocumentos referentes à luta da imprensa contra a ditadura, que serão disponibilizados narede mundial, pelo portal resistirepreciso.org.br .Fundado em Junho de 2009, o Instituto Vladimir Herzog tem por missão contribuir para areflexão e produção de informação que garantam o direito à vida e o direito à justiça. Paraisso, ao lado de outras nove organizações da sociedade civil, a entidade promove tambémações como o Prêmio Vladimir Herzog, que alcançou em 2011 seu 33º ano consecutivo,reconhecendo o trabalho de profissionais da imprensa que deram destaque para temasrelacionados a direitos humanos, além de ter criado o Prêmio Jovem Jornalista FernandoPacheco Jordão, que incentiva estudantes de jornalismo a produzirem pautas também ligadasa essa questão.14 DE MARÇOCarpe Diem
 –
104 SUL, A PARTIR DAS 19Hs.

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