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Agrupamento de Escolas José Maria dos Santos, de Pinhal Novo

Agrupamento de Escolas José Maria dos Santos, de Pinhal Novo

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06/14/2009

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AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOSÉ MARIA DOS SANTOS – PINHAL NOVO
Exma Senhora Ministra da EducaçãoC/ Conhecimento:Senhor Presidente da RepúblicaAssembleia da RepúblicaSenhor Primeiro-MinistroSenhor Procurador-Geral da RepúblicaSenhora Presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas José Maria dos SantosConselho Geral TransitórioConselho Pedagógico do Agrupamento de Escolas José Maria dos SantosÓrgãos de Comunicação SocialOs Professores e Educadores do Agrupamento de Escolas José Maria dos Santos, de Pinhal Novo, reunidos em 19 de Novembro de 2008, mostraram o seu veemente desagrado face aoactual modelo de Avaliação de Desempenho, introduzido pelo Decreto Regulamentar nº 2/2008,de 10 de Janeiro, pelos seguintes motivos:1.A aplicação do modelo previsto no Decreto Regulamentar 2/2008 tem-se reveladoinexequível, por ser inviável praticá-lo segundo critérios de rigor, imparcialidade e justiça, exigidos pelos Professores deste Agrupamento.2.O modelo de Avaliação do Pessoal Docente ora em vigor pauta-se pela subjectividade dosseus parâmetros e, portanto, será passível, a todo o tempo, de ser questionado, inclusiveatravés de recurso aos tribunais.3.O Decreto Regulamentar nº 2/2008 o tem em conta a complexidade da profissãodocente, que não é redutível a um modelo burocrático nem cabe em grelhas pré-formatadas numa perspectiva desmesuradamente quantitativa e redutora da verdadeiraavaliação de desempenho dos docentes.4.O modelo previsto no Decreto Regulamentar nº 2/2008, pela sua absurda complexidade,não é aceite pelos Professores, não se traduzindo em qualquer mais-valia pessoal e/ou profissional.5.O Decreto Regulamentar nº 2/2008 enuncia como objectivo melhorar a qualidade daescola pública, pressuposto que não pode ser alcançado devido ao clima de insustentávelinstabilidade e mal-estar resultante da implementação do concurso para Professor Titular,concurso baseado em parâmetros arbitrários e, por isso, injusto.6.O Decreto Regulamentar nº 2/2008 impõe quotas para as menções de “Excelente” e“Muito Bom” e, com isso, desvirtua, logo à partida, qualquer perspectiva de os docentesverem reconhecidos os seus efectivos ritos, conhecimentos, competências einvestimento na carreira.7.Não é aceitável que se estabeleça qualquer paralelo entre a avaliação interna e a avaliaçãoexterna, quando é sabido que este critério apenas é aplicável às disciplinas que têmexame a nível nacional, havendo, por isso, uma violação evidente do princípio daigualdade, consagrado no Artigo 13º da Constituição da República Portuguesa.1

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