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: A contribuição do lúdico na aquisição de língua inglesa

: A contribuição do lúdico na aquisição de língua inglesa

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Análise e produção de material didático lúdico para o ensino de inglês.
Análise e produção de material didático lúdico para o ensino de inglês.

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05/08/2014

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PLANO DE TRABALHOSECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO - SEEDSUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO -SUEDPROGRAMA DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL -PDE1. IDENTIFICAÇÃO1.1 ÁREA:
LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA - INGLÊS
1.2 PROFESSOR PDE
: DILMARA FURLAN DE FARIA
1.3 PROFESSOR ORIENTADOR IES
: KILDA MARIA PRADO GIMENEZ
2. TEMA DE ESTUDO DA INTERVENÇÃO
: Análise e produção de materialdidático lúdico para o ensino de inglês
3. TÍTULO
:
A contribuição do lúdico na aquisição de língua inglesa
4. PROBLEMATIZAÇÃO DO TEMA
: Como complementar atividadesmecânicas e estruturalistas com processos lúdicos de aprendizagem
5. DEFINIÇÃO DO OBJETO DE ESTUDO
:
Complementação de atividadeslúdicas para o livro didático público de inglês do ensino médio da rede estadualde ensino do Paraná.
6. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
: Para o ensino de línguas estrangeiras écerto que os jogos e brincadeiras não constituem aprendizagem em si, mas,entendidos como estratégias de motivação da aprendizagem, são capazes dedesenvolver a auto-estima, o respeito, a solidariedade, a responsabilidade, acompreensão, a cooperação, a socialização, a autoconfiança, a alegria, oprazer e, por fim, o desenvolvimento da produção cultural da própria criança: ahumanização. É parte fundamental da vida estar em comunicação, interagindocom o outro. O jogo faz isso. O aprendizado da língua estrangeira também.Assim, é conseqüência natural que os professores de outro idioma adotem asbrincadeiras e os jogos como facilitadores de interação. Esses jogos ebrincadeiras estabelecem um momento de criação e recriação conjunta, dedescoberta de si e do outro como pluralidade lingüística e cultural. Comopodemos, então, usar os jogos e as brincadeiras como um elemento facilitador do processo de ensino e de aprendizagem, entendido como momento deinteração entre a atividade dica e a prática pedagica? Como usar a
 
brincadeira e o jogo como fonte de uma aprendizagem significativa para criar uma sociedade baseada em valores humanos? É preciso deixar claro que o jogo não apresentará uma “solução mágica” para o ensino e aprendizagem deuma língua estrangeira, mas que se constitui em algo moderno e desafiador,cabendo ao bom senso do professor delimitar os jogos e aplicá-los em funçãoda faixa etária, grau de conhecimento do idioma em questão, da motivação edos interesses dos participantes. Durante os anos adolescentes, expande-seconsideravelmente o acervo cultural do individuo, quer por meio da aquisiçãode conhecimentos e experiências escolares, quer devido ao acesso a materiaisadultos de informação e distração. Livros, revistas, cinema, músicas, rádio etelevisão, sem dúvida, atuam desde muito cedo nas vidas de muitas crianças,mas é na adolescência que a compreensão mais profunda do seu conteúdo e apercepção de suas qualidades formais se desenvolve plenamente.Conforme Netto (2006), para se alcançar a aprendizagem no adolescente, énecessário que o professor observe seu processo de desenvolvimentocognitivo do conhecimento: tanto o conhecimento sob a forma de informações,conceitos, generalizações e teorias, como as fuões e capacidadesintelectuais. O primeiro é tentar fazer com que o jovem obtenha informações,conheça ou compreenda certas coisas, aprenda princípios, leis, teorias, idéiase fatos. O segundo é fazer com que o jovem desenvolva o pensamento lógico,a indução, a dedução, a capacidade criadora, a capacidade de resolveproblemas e a fluência verbal e os fatores que o determinaram, e depois, deposse disso, proporcionar situões de aprendizagem adequadas aosdiferentes níveis desse desenvolvimento, ajudando-os a refletir e avaliar suascapacidades mentais e a reconhecer as diferenças individuais de inteligência.Para isso, as escolas precisam sofrer mudanças no modo de ensino, nocurrículo, nos processos de avaliação e na implantação de modelos didáticosmais eficazes e dimicos. Um pouco mais de aucia, flexibilidade,imaginão e tecnologia o necessárias para produzir um ensino emquantidade suficiente e com a qualidade que o adolescente tem o direito deexigir.Para Neto (2006, p. 01), “a análise dos níveis escolares e a não-elevação daqualidade das escolas alimenta o fracasso e o desinteresse em estudar”. Asdificuldades de aprendizagem, geralmente, são provenientes da capacidadecognitiva de cada adolescente ou da comparão do rendimento de umindivíduo com o de seus colegas de classe. Segundo Neto (2006, p. 02), “oadolescente precisa de técnicas para lembrar, recordar e reunir informaçãonova, como regras mnemônicas e associações visuais”. Esses novos desafiosvisuais e espaciais, ou novas estratégias de visualização e interpretação,acabam por exigir um raciocínio do adolescente que tenta se familiarizar comas novas informações recebidas por meio dessa representação gráfica deinformações.O importante é que, no contato com os adolescentes, levem-se em conta suasescolhas, valores, atitudes e o processo produtivo e enriquecedor para todosna busca da aprendizagem (Ercolin, 2006, p. 01). Ao proporcionar aos jovenssituações de aprendizagem adequadas à sua faixa etária e auxiliá-los noreconhecimento de suas diferenças individuais de inteligência e cognição
 
durante o processo de aprendizagem escolar, a compreensão do conteúdo e apercepção de suas qualidades formais se desenvolvem plenamente (Ercolin,2006, p. 01).
7. DESENVOLVIMENTO METODOLÓGICO
:
 
7.1 ESTUDOS ORIENTADOS
Momentos de formação/fundamentação através da leitura eresenha de textos, artigos, teses, livros sugeridos pelos professores da IES nasáreas de análise e prodão de material ditico, teorias de ensino-aprendizagem, neros textuais e ludicidade, pertinentes aos cursosdesenvolvidos durante o programa e ao objeto de estudo do plano de trabalho. 
7.2
 
ENCONTROS DE ORIENTAÇÃO
 
Os encontros de orientação, num total de quatro por período do programa,totalizando 64 horas, ocorrerão conforme datas previstas em cronogramafornecido pela IES.No 1º período do programa a professora orientadora KildaMaria Prado Gimenez e o grupo de orientandos refletiram sobre seus planos detrabalho, levantaram hipóteses, definiram metas, comentaram sobre as leiturasrealizadas. Foram eles:20/04/07 quando conhecemos o nosso grupo de orientandos e nossaorientadora, bem como discutimos a leitura de alguns textos, que nos foientregue no dia 04/04/07 após o encerramento do encontro de área, e falamosde nossas expectativas quanto ao programa.26/04/07 – respondemos a um questionário entregue pela orientadora, falamosdas nossas idéias com relação ao tema que gostaríamos de desenvolver emnosso plano de trabalho.22/05/07 – discutimos sobre como seriam nossas ações com relação ao planode trabalho, qual a melhor maneira de darmos encaminhamento para ele.13/06/07 - lemos o que já havíamos escritos em nosso plano, rediscutimos aproblematização, objeto de estudo e metodologia e nos foi indicado novasleituras para a fundamentação teórica.No 2º período do programa, em conjunto com os professoresda rede acontecerá a produção de material didático pertinente ao objeto deestudo, sob supervisão da orientadora e as datas ainda serão fornecidas.

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