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Como Funciona as Pilhas e Baterias

Como Funciona as Pilhas e Baterias

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Como funciona as pilhas e baterias (ART094)Site: http://www.newtoncbraga.com.br/index.php/como-funciona/3208-art437.html
Escrito por Newton C. Braga
Usadas em uma infinidade de aparelhos elétricos e eletrônicos as pilhas e baterias consistem numaimportante forma de fonte de fonte de energia. No entanto, se estamos acostumados e comprar qualquerpilha ou bateria para nossos aparelhos, sem observar suas características, podemos estar cometendoalguns erros que afetam o desempenho desses aparelhos e também nosso bolso. Uma pilha ou bateriamal escolhida prejudica o aparelho e dura menos, forçando-os a gastar mais. Como funcionam pilhas ebaterias e como fazer a escolha certa é o que veremos neste artigo.As pilhas consistem em fontes químicas de energia elétrica, ou seja,dispositivos que convertem energia liberada numa reação química emenergia elétrica.O nome "pilha" vem do primeiro dispositivo desse tipo que foi inventadopo Alessandro Volta em 1800.O pesquisador italiano fez um empilhamento de discos de cobre e zincotendo entre eles discos de tecido embebidos numa solução de ácidosulfúrico, conforme mostra a figura 1. Entre cada par de discos era possível obter uma tensão de 0,75 volts.Assim, com muitos discos, as tensões se somavam e uma boa tensão eraobtida dessa primeira pilha elétrica.A pilha de Volta teve vários aperfeiçoamentos atribuídos a cientistas como Zamboni, De Luc, Einhof,Ritter, Hachette isso no período entre 1800 e 1812.No entanto, o aperfeiçoamento maior desta pilha ocorreu somente em 1868 quando Georges Léclanché,um pesquisador francês, chegou a uma configuração que até hoje é usada com poucas modificações parafornecer energia para nossos aparelhos. 
A PILHA SECA
 Trata-se da "pilha seca" que tem a configuração mostrada na figura 2.Nesta pilha o eletrodo ou pólo negativo consiste num "copo" de 99,99% de zinco. O pólo positivo éformado por um bastão de carbono.A solução química ou eletrólito que vai reagir com o zinco para liberar aenergia elétrica é formado por uma mistura de cloreto de amônia, dióxidode manganês, cloreto de zinco e algumas outras subsnciasestabilizadoras que foram acrescentadas com o tempo e que dependem dofabricante da pilha.Quando essa pilha "funciona" o eletrólito ataca o zinco liberando energiaelétrica que se manifesta numa tensão da ordem de 1,5 V entre seus pólos.Ocorre, entretanto que o zinco vai se gastando assim como o eletrólito atéchegar um ponto em que ele pode furar. As pilhas modernas oprotegidas por capas de o e papeo, mas até elas podem "furar"ocorrendo então o vazamento das pilhas com perigo para os componentesdo aparelho alimentado.
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A pilha de Volta.A pilha seca ou pilhacomum.
 
Outro problema a ser considerado é que, durante as reações que ocorrem no interior da pilha, é liberadohidrogênio que não deve ficar acumulado. Se esse hidrogênio formar bolhas, pode haver excesso depressão o que poderia levar a pilha a "explodir". Além disso, o gás dificulta as reações e a própriacirculação da corrente, devendo ser eliminado.Para eliminar o gás é que existe o despolarizante a base de manganês. Este manganês absorve ohidrogênio evitando que ele traga problemas de funcionamento para a pilha.As reações que ocorrem no interior de uma pilha seca são irreversíveis, ou seja, não podem ser invertidaspara se devolver energia a ela.Isso significa que as pilhas secas não são recarregáveis. A possibilidade de se carregar células químicas deenergia elétrica resultou no aparecimento dos acumuladores. 
ACUMULADORES
O acumulador foi descoberto por J. W. Ritter na Alemanha em 1803. Otipo atualmente mais usado é o acumulador chumbo-ácido que tem aestrutura mostrada na figura 3.Cada célula contém duas placas de chumbo que são submersas numasolução de ácido sulfúrico. Quando a célula se encontra descarregada, asduas placas são de chumbo metálico. No entanto, quando uma correntede carga é forçada a circular pela bateria, ocorre uma transformaçãoquímica das placas e uma tensão de ordem de 1,6 V se manifesta entreelas.A energia fica então acumulada e a célula pode ser usada para forneceresta energia a um circuito externo. À medida que ela fornece energia, asplacas novamente se transformam voltando ao estado original. Com a descarga completa é preciso fazer acorrente de carga circular por um certo tempo para que a célula volte a armazenar energia. 
BATERIAS
Quando ligamos pilhas ouacumuladores em conjunto, obtemosassociações denominadas "baterias".Assim, o conjunto de células ou pilhassecas que formam uma bateria de 9Vcomo a que usamos para alimentarum radinho, do tipo mostrado nafigura 4, é uma bateria de pilhas. Por outro lado, quando associamos acumuladores para obter uma bateria de 12V como a usada noscarros, o que temos uma é uma "bateria de acumuladores". 
PILHAS ALCALINAS
Além das pilhas secas, temos hoje disponíveis no mercado as denominadas pilhas alcalinas. 
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O acumulador chumbo-ácido.Estrutura de uma bateria seca de 9 V.
 
Essas pilhas têm a estrutura mostrada na figura 5. O eletrodo positivo é formado por dióxido de manganês enquantoque o eletrodo negativo também é o zinco. A solução, entretantoé de hidróxido de potássio (KOH) que é uma substância alcalina(daí a denominação dada a esta pilha).A tensão de cada célula e de 1,5 V e ela se caracteriza por termaior capacidade de fornecimento de energia que as pilhassecas.Como as pilhas secas, as alcalinas não podem ser recarregadas,ou seja, as reações que liberam energia elétrica são irreversíveis.As pilhas secas e as alcalinas, por terem apenas um ciclo dedescarga, ou seja, só poderem fornecer energia uma vez e jávirem de fábrica com toda energia que devem fornecer são denominadas primárias. Já os acumuladoressão denominados fontes secundárias de energia, pois precisam ser carregados antes de entrarem emação. 
BATERIAS DE NICAD
Outro tipo de fonte de energia química recarregável, e portanto secundária, é a bateria de Nicad ouNíquel-Cádmio, que tem a estrutura mostrada na figura 6. 
Estrutura de uma célula de Nicad.
 
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Estrutura básica de uma pilhaalcalina.

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