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Kryon_A Viagem Para Casa

Kryon_A Viagem Para Casa

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A Viagem para Casa

A História de Michael Thomas
e os Sete Anjos


Lee Carroll
A Viagem para Casa

A História de Michael Thomas
e os Sete Anjos


Lee Carroll

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KRYON
 http://www.kryon.com
LIVRO 5
 A Viagem para Casa
 A História de Michael Thomase os Sete Anjos
Lee Carroll
Os livros e outros textos de Kryon estão disponíveis emwww.velatropa.com
 
 
2
 
QUEM É KRYON?
Kryon é uma entidade amorosa e gentil que está actualmente na Terra para nos ajudar na mudança parauma energia maior, a qual chamamos de Nova Energia. As palavras de Kryon mudaram a vida de várias pes-soas e trouxeram amor e luz aos lugares mais escuros e recônditos do nosso ser interior. O enredo desta “parábola” foi inspirado por Kryon e escrito por Lee Carroll.
INTRODUÇÃO
No dia 8 de Dezembro de 1996, Kryon manifestou-se diante de mais de 500 pessoas em Laguna Hills, Cali-fórnia, durante o encerramento de um seminário. Numa sessão dedicada a contar histórias, de cerca de umahora, o caminho de Michael Thomas foi apresentado – um caminho nascido do desejo de um ser humano,cansado da Terra, se juntar à sua família espiritual e retornar a Casa.O próprio nome Michael Thomas representa os atributos sagrados e incríveis do Arcanjo Miguel (Michael) eas velhas energias de São Tomé (Thomas), o Incrédulo. Esta combinação representa muito do que nós sen-timos como seres espirituais, embora sempre duvidando da capacidade de nos movermos para a frente emdirecção a um novo milénio, que apresenta novas demandas espirituais de crescimento e desafios ameaçado-res.O caminho de Michael para Casa revela-nos, aos poucos, uma aventura através de Sete Moradas Coloridas,cada uma ocupada por um Grande Anjo. Cada Morada representa um atributo da Nova Era, que nela estáinserido como sabedoria, ensinamento, bom humor e uma visão interior daquilo que Deus quer que saibamossobre nós mesmos.Com esta história ganhamos, também, uma visão da maneira como as coisas funcionam enquanto nosmovemos através do novo paradigma da Nova Era. Avançando para um movimentado e surpreendente final, o Caminho de Michael Thomas revela aos homensuma mensagem cheia de instruções de amor, vindas de uma fonte espiritual que, frequentemente, deseja “lavar os nossos pés”.Se você já perguntou a Deus: “O que desejas que eu saiba?”, a resposta talvez esteja aqui!Junte-se a Michael Thomas na sua excitante Viagem. Pode ser que ela o leve a lembrar-se do seu própriocaminho.
Este texto é dedicado àqueles que compreenderamque os seres humanos têm o poder de mudar as suas vidas,e que… as coisas nem sempre são o que parecem!
 
 
3
 
1 - Michael Thomas
Pedaços de acrílico preto voaram em todas as direcções quando Mike empurrou, com demasiada força, acaixa de “entrada de papéis” contra a parede do cubículo que era o seu escritório de vendas. Este era outroobjecto inanimado que suportava o impacto da crescente sua raiva perante a situação em que vivia. Derepente, uma cabeça levantou-se acima da planta artificial, empoeirada, à sua esquerda.- Está tudo bem por aí? – perguntou o seu amigo John do cubículo anexo. As paredes de cada cubículo tinham a altura suficiente para cada empregado julgar que tinha o seu próprioescritório. Mike colocara diversos objectos altos na secretária para disfarçar o facto de os colegas de trabalhoestarem, permanentemente, a apenas um metro e meio de distância – todos eles fingindo estar sozinhos noseu “espaço”, e tendo conversas “particulares”.O brilho da luz fluorescente, vinda do tecto acima dos cubículos, banhava-os com aquele tipo de falsa ilu-minação, típica de empresas e indústrias. Parecia absorver o vermelho do espectro visual, tornando todospálidos… apesar de viverem na ensolarada Califórnia. Por ter passado anos sem apanhar sol, parecia aindamais pálido. Mesmo assim respondeu, sem olhar para a planta de plástico, através da qual a cabeça de Johntentava aparecer:- Nada que uma viagem às Bahamas não cure.Perante aquela resposta, o amigo encolheu os ombros e voltou a concentrar-se na papelada. Aquelas pala-vras tinham-lhe escapado dos lábios, mas ele sabia que jamais iria às Bahamas, ganhando o salário de ven-dedor nas “minas de carvão”, como os empregados chamavam ao local onde trabalhavam.Começou a recolher os pedaços da bandeja de acrílico que estilhaçara e suspirou – coisa que fazia muito,ultimamente. Estava ali com que objectivo? Por que não sentia energia ou incentivo para melhorar a suavida? Parou o olhar no ursinho de pelúcia, que oferecera a si próprio, e que dizia: “Abraça-me.” Ao lado doursinho estava uma tira da sua banda desenhada preferida mostrando o “pássaro azul da felicidade”. Contu-do, bem pelo contrário, lidava com a “galinha da depressão!” Não importando quantas caras sorridentes oudesenhos pregasse nas paredes daquele cubículo, continuava a sentir-se bloqueado. Levava uma existênciaparecida com o trabalho da focopiadora do escritório: todo dia duplicando tudo, sem nenhum propósito. Afrustração e a impotência deixavam-no raivoso e deprimido, e os sinais começavam a aparecer. O seu super-visor já tinha reparado.Michael Thomas tinha trinta e poucos anos. Tal como várias outras pessoas no escritório, “fazia o que erapreciso para sobreviver”. Aquele era o único emprego que encontrara onde não tinha de se preocupar muitocom o que fazia. Podia, simplesmente, desligar-se durante oito horas por dia, voltar para o apartamento,dormir, tentar pagar as contas pendentes durante fim-de-semana, e regressar ao trabalho na segunda-feira.Só sabia o nome de quatro pessoas das trinta que trabalhavam naquele escritório de Los Angeles, mas nãose importava com isso. Ali estava há cerca de um ano, desde aquele problema emocional que lhe ferira ocoração para sempre. Nunca compartilhara essas memórias com ninguém, embora lhe invadissem a cabeçaquase todas as noites. Vivia sozinho, se exceptuarmos o seu solitário peixe. Sempre quis ter um gato, mas o senhorio não permi-tia. Sentia-se no papel da “vítima” mas como a sua auto-estima estava sempre em baixa, continuava a “mas-sajar a ferida” em que se tornara a sua vida, mantendo-a intencionalmente aberta e sangrando para sepoder amparar nela. Nada mais podia fazer, e sabia não ter energia para mudar as coisas, mesmo que qui-sesse. Baptizou o peixe com o nome “Gato” por brincadeira, e conversava com ele quando chegava ao apar-tamento ou antes de sair para o trabalho.- Mantém a fé, Gato – dizia-lhe, quando saída.É claro que o peixe nunca respondeu.Com cerca de um metro e noventa de altura, metia respeito. Por isso sorria. O seu sorriso largo tinha umcharme que dissolvia todos os julgamentos que alguém pudesse fazer sobre a sua estatura. Não foi por aca-so que se viu a trabalhar pelo telefone, onde os clientes não podiam vê-lo. Era uma forma de negar proposi-tadamente o seu melhor atributo - quase uma prisão auto-imposta - o que lhe permitia mergulhar no melo-drama da sua situação actual. Sobressaía devido às suas habilidades pessoais, mas raramente as usava, anão ser quando o trabalho lho exigia. Não cultivava amigos e, no actual estado de ânimo, o sexo oposto nemexistia – apesar de as mulheres gostarem dele. Os seus colegas de trabalho diziam: “Mike, quando foi a últi-ma vez que tiveste uma namorada? Precisas de sair e encontrar uma boa moça. Muda essa mentalidade!” 

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