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Cartilha Sobre Plágio Acadêmico

Cartilha Sobre Plágio Acadêmico

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Esta cartilha tem como objetivo de explicar aos alunos o que é exatamente o plágio, problema tão presente hoje em dia no ambiente universitário.
Esta cartilha tem como objetivo de explicar aos alunos o que é exatamente o plágio, problema tão presente hoje em dia no ambiente universitário.

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Published by: Keimelion - revisão de textos on Mar 07, 2012
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dao qué
m udo qupacé:
 
i
 
G
á  
L
P
O pláio acadêmico s cofuaquado um aluo ia, sja dlivos ou da I, idias, co-cios ou ass d ouo auo(qu as omulou  as publicou),sm lh da o dvido cédio, smciá-lo como o d psquisa.
Trata-se de uma violação dos di-reitos autorais de outrem. Isso temimplicações cíveis e penais. E o“desconhecimento da lei” não servede desculpa, pois a lei é pública eexplícita.Na universidade, o que se espera dosalunos é que estes se capacitem tan-to técnica como teoricamente. Que
Esta cartilha tem como objetivo de explicar aos alunos o que é exa-tamente o plágio, problema tão presente hoje em dia no ambienteuniversitário.Além das implicações ético-legais sobre o tema, o aluno encontraráaqui quais são os tipos mais comuns de plágio, exemplos de quandoocorrem e a orma correta de escrever um texto cientíco. Tambémconhecerá o que é o conjunto de licenças Creative Commons, um mo-delo alternativo ao sistema tradicional de copyright.Este material é uma iniciativa da Comissão de Avaliação de Casos deAutoria (biênio 2008-2010), do Departamento de Comunicação So-cial - Instituto de Arte e Comunicação Social (IACS) da UniversidadeFederal Fluminense. Esta Comissão não se presta somente a avaliarocorrências de plágio, mas tem a unção de educar os alunos para queeles não incorram neste tipo de situação.
COMISSÃO DE AVALIAÇÃO DE CASOS DE AUTORIA
 Guilherme Nery (Presidente)Ana Paula BragagliaFlávia ClementeSuzana Barbosa
sejam capazes de reetir sobre suaprossão, a partir da leitura e com-preensão dos autores da sua área.Faz parte da ormação dos alunosque estes sejam capazes de articularas ideias desses autores de reerên-cia com as suas
pópias idias.
Para isto, é undamental que os alu-nos explicitem, em seus trabalhosacadêmicos, exatamente o que es-tão usando desses autores, e o queeles mesmos estão propondo. Sercapaz de tais articulações intelec-tuais, portanto, torna-se cririo bá- sico para as avaliações eitas pelosproessores.
 
Cailha sobDiios AuoaisCovção UivsalLi d Diios Auoais/Cosiuição
 
Referências
GARSCHAGEN, B. Universidade em tem-pos de plágio. 2006.Disponível em:
http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp? cod=366ASP006
Acesso em 04/10/2009Site Creative Commons:
http://creativecommons.org
Site Creative Commons no Brasil:
http:// creative commons.org.br/ 
LEMOS, Ronaldo. “Creative Commons”.In: SPYER, Juliano. (Org.). Para entendera internet - Noções, práticas e desaosda comunicação em rede. 2009 (on-line). Disponível em:
http://educarede.info/livro/Para%20entender%20a%20Internet.pdf Acesso em 16/06/2009.
Poo.
Agora você já sabecomo ser um pesquisador.Pratique essa idéia emcada um de seus trabalhosacadêmicos, incluindoa sua monograa, e,converse com seu proessorou com a própria Comissãopara Avaliação de Autoria.
paa sclac qualqu dúvida quao à oma coa d dação,
 
Segundo o proessor Lécio Ra-mos, citado por Garschagen(2006), podemos listar pelomenos
3 tipos de plágio
:
IntegrAL
o “engano” citado acima...
PArCIAL
que ocorre quando o trabalhoé um “mosaicoormado porcópias de parágraos e rasesde autores diversos, semmencionar suas obras
COnCeItUAL
a utilização da idéia do autorescrevendo de outra orma,porém, novamente, sem citara onte original
aa-s
quem
pensa
que
 
 
az
pláio
quem
 
copia,
pala vra
 
pala vra
 
po
um
 
trabalho
inteiro
sm cia
a
onte
de
onde
tirou
.
 
o
 
3
vja o qu diza li
Códio Pal
Crime contra oDireito Autoral,previsto nosArtigos 7, 22, 24,33, 101 a 110,e 184 a 186
(direitos do Autor ormuladospela Lei 9.610/1998)
e 299
(alsidade ideológica)
.
Códio Civil
A. 524
“a lei asseguraao proprietárioo direito de usar,gozar e disporde seus bens,e de reavê-losdo poder dequem quer que,injustamente,os possua”.
A. 7
dene as obras intelec-tuais que são protegidaspor lei: considerando cmoobras intelectuais “as cria-ções do espírito, expressaspor qualquer meio ou xa-das em qualquer suporte,tangível ou intangível, co-nhecido ou que se inventeno uturo”.
A. 22 a 24
regem os direitos moraise patrimoniais da obracriada, como pertencen-tes ao seu Autor.
A. 33
diz que ninguém podereproduzir a obra inte-lectual de um Autor, sema permissão deste.
A. 101 a 110
tratam das sanções cíveisaplicáveis em casos deviolação dos direitos au-torais, sem exclusão daspossíveis sanções penais.
A. 184
congura como crime deplágio o uso indevido dapropriedade intelectualde outro.
A. 299
dene o plágio como cri-me de alsidade ideogi- ca, em documentos par-ticulares ou públicos.
Keimelion - revisão de textoshttp://www.keimelion.com.bFoco em textos acadêmicos.Para orçamento, envie a:keimelion@gmail.com
 
4
pláiopacial
Se desde a época do ‘desencaixe’ e ao longo da era moderna,dos ‘projetos de vida’, o ‘problema da identidade’ era a questãode como construir a própria identidade (...) – atualmente, oproblema da identidade resulta principalmente da diculdadede se manter el a qualquer identidade por muito tempo.A pós-modernidade representa o momento histórico pre-ciso em que todos os reios institucionais que se opunham àemancipação individual se esboroam e desaparecem, dandolugar à maniestação dos desejos subjetivos, da realização in-dividual, do amor-próprio.A substituição crescente dos ideais da cultura por ideaisestritamente consumistas, com ns de utilização dos indiví-duos como mera orça de consumo e o atual aguçamento dadescrença em projetos coletivos unicadores – talvez aindaexistentes nas chamadas “culturas de massas” – promovem aconstituição de um tipo de “pseudo-individuação” ancorada,ainda mais estritamente, em mecanismos de idealização.
Vamos imaginar que, por solicitação do proessor,alguns alunos “zeram” artigos acadêmicos sobreos chamados “tempos pós-modernos”. É uma situa-ção hipotética, não ocorreu de ato, mas nos ajuda-rá a entender como se congura o plágio e comoevitá-lo. Suponhamos, primeiramente, que eles “es-creveram” assim:Tudo muito bonito, mas acontece que, além de oproessor conhecer muito bem o estilo de escritado aluno - e saber se ele escreve tão bem ou não - otexto é o típico exemplo de
plágio parcial
, porqueos parágraos são copiados na íntegra, sem citação,de obras de Bauman
1
, Lipovetsky
2
 e Severiano
3
, res-pectivamente.
1
 BAUMAN, Z. Globalização e consequëncias humanas. Rio de Janeiro: Zahar, 1999.
2 
LIPOVETSKY, Gilles. Os tempos hipermodernos. São Paulo: Barcarolla, 2004.
3 
SEVERIANO, Maria de Fátima Vieira. As subjetividades contemporâneas sob o signo doconsumo – os ideais narcísicos na publicidade da tv: produção e consumo. 1999. 567 p.Tese. (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Cam-pinas, Campinas, 1999.
5
msmociado 
Se desde a época do ‘desencaixe’ e ao longo da
contempo-raneidade
, dos ‘projetos de vida’, o ‘problema da identidade’ erao
modo
como construir a própria identidade (...) – hoje, o pro-blema da identidade resulta principalmente da diculdade de semanter el a qualquer identidade por muito tempo. (BAUMAN,1999, p. 155)A pós-modernidade siginica a
época
histórica precisa emque todos os reios institucionais que se opunham à emancipa-ção individual se
desmoronam
e desaparecem, dando lugar àmaniestação dos desejos subjetivos, da realização individual,do amor-próprio. (LIPOVETSKY, 2004, p. 23)A substituição
progressiva
dos ideais da cultura por ideais
totalmente
consumistas, com ns de utilização dos indivíduoscomo mera orça de consumo e o atual aguçamento da descren-ça em projetos coletivos unicadores – talvez ainda existentesnas chamadas “culturas de massas” – promovem a constituiçãode um tipo de “pseudo-individuação
baseada
, ainda mais es-tritamente, em mecanismos de idealização. (SEVERIANO, 1999,p. 162-163)
as os
ainda assim a orma de escrever é incor-reta, pois o pesquisador, ou seja, o aluno, não deveapenas azer um levantamento de trechos de auto-res (“colcha de retalhos”), mas sim, criar um texto di-erente baseado nas ideias dos mesmos, explicandoo que eles quiseram dizer com exemplos esclarece-dores, entre outros complementos.Dessa orma, é incorreto, por exemplo, colocar, emrios parágraos sucessivos, literalmente o texto de- les (entre aspas, portanto), ou mudando apenas umaou outra palavra. Abaixo, uma versão incorreta, mes-mo tendo as ontes citadas (
as palavas aladassão m io
).
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