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FAZEDORES DE TENDA FAZEDORES DE DISCÍPULOS.

FAZEDORES DE TENDA FAZEDORES DE DISCÍPULOS.

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FAZEDORES DE TENDA FAZEDORES DE DISCÍPULOS.
GREENWOOD, John Philip. Fazedoresde Tendas Fazedores de Discípulos.Londrina: Editora Descoberta, 2005 p.160Philip John Greenwood reside no interior de São Paulo com sua esposa Jan e comseus filhos Luke Rebeca e Kathryn. Ele éformado em engenharia química naInglaterra e durante 13 anos exerceu asua profissão.Ele e sua esposa são ingleses e são missionários da “Latin Link Europe” desde 1992 etrabalham com a Aliança Universitária do Brasil nas áreas de discipulado e ensino.Philip e Jan estudaram no curso de missões transculturais no “ All Nations ChistianCollege”, na Inglaterra.Philip fez seu mestrado no campo da Teologia Prática aqui no Brasil na FTSAFaculdade Teológica Sul América na cidade de Londrina PR. Seu livro é baseado justamente na sua dissertação de conclusão do cursoO autor divide o seu livro em cinco capítulos que nos levam a ter uma consciênciaclara do ministério emergente dos “ fazedores de Tenda. O capítulo primeiro ele “apresenta o ministério dos Fazedores de Tendas”. O segundo capítulo ele nos leva para “ Uma perspectiva bíblica e Teológica do tema”. O terceiro capítulo ele nos leva para uma reflexão do educador Paulo Freire e do Teólogo René Padilha fazendo uma junção educacional teológica “ Freire e Padilha: Uma pedagogia para contextos deopressão e a Missão Integral da Igreja”. O quarto capítulo ele trabalha “ A realidadedesafiadora do mundo e a preparação missionária no Brasil”. O quinto e últimocapítulo o autor traz “ Uma proposta de Modelos Contextualizados”O autor inicia dizendo que as regiões do mundo que dentro do âmbito históricomaistem enviado missionários transculturais estão a cada dia se tornando uma sociedade pluralista, cética e intolerante a fé cristã. Os Estados Unidos e o continente Europeuas igrejas cristãs tem enfrentado uma grande resistência a missões transculturais.Por outro lado diz o autor os países do mundo dos Dois Terços têm em muitoaumentado a sua força missionária, porém os recursos financeiros tem inibido elimitado o seu impacto de missões cristãs.Para suprir esse realismo várias estratégias tem sido elaborada e uma que tem sido percebida e ventilada ao longo prazo é o ministério dos fazedores de tendas que é justamente o envio de profissionais para aquelas regiões menos alcançadas do
 
mundo. Ali esses missionários podem exercer a sua profissão junto ao povo local eviver uma vida de testemunho cristãos através do caráter, das atitudes banhado de umestilo de vida simples na santa expectativa de glorificar a Deus “Sola Deo Gloria” emterras longínquas.O autor nos diz que as agencias missionárias e as escolas de missões aqui noBrasilainda estão focalizando sua força somente na preparação de missionáriostradicionais. Porém diz ele que a pouco treinamento para os profissionais brasileirosque são voluntários para o emergente ministério dos fazedores de tendas.O autor salienta que o mundo hoje vem a cada dia apresentando vários desafios aigreja de Cristo e sua missão no mundo, logo ele entende que o ministério dosfazedores de Tenda é uma ferramenta na causa missionária e da missão da igreja.O ministério dos fazedores de tenda tem uma história brilhante não de agora mais detempos antigos e se mistura no palco da história das missões mundiais, pois é relatadonos anais da história que há fazedores de tendas entre os primeiros missionários.O autor nos faz ver que entre os “ Nestorianos” do século V e IX já havia esse ímpetomissionário como também a conhecida comunidade dos “Morávios” do século deouro da missão o século XVIII evangelizavam através da profissão. O autor salientaque a lista dos fazedores de tendas ao longo da história de missões é longa e também bela e educativa como a Missão da Basiléia do século XIX, os Navegadores etc.A gênesis dos fazedores de tenda se deu na realidade dos povos menos alcançados produzindo assim um interesse muito grande de alcançá-lo e isso gerou e mobilizou aformação de associações dos fazedores de tendas e consequentemente de uma redeinternacional que promovesse e facilitasse esse ministério brilhante.O autor cita Christy Wilson Jr. que foi pioneiro nesta área e também teve um papelimportante como representante de um grupo de trabalho formado no Congresso deLausanne II que teve como objetivo fazer estudos e desenvolver esse ministério.A partir daí varias organizações se formaram dando apoio a esse ministério como “Global Careers”, “Canadian Tentmaker Network”, “ United States Association of Tentmakers” “BiG Partners Network” Tentmaker International Exchange “ TIE”, etc.Tudo isso foi regado de estudos, conferencias, conscientização, urgência, acordos etc.Essa nova realidade diz o autor citando “Danny Martin” serviu de compreensão deque Deus estava fazendo algo novo no campo da missão abrindo assim a obramissionária para todos que fazem parte do corpo de Cristo com isso ele atestadizendo que “ missão não é mais tarefa exclusiva do obreiro cristão de tempo integralmais é tarefa e responsabilidade de todo o cristão”. No que tange o Brasil o autor relata que o país tem uma participação muito forte hoje
 
em missões mundiais e um grande potencial. O Brasil pode sem dúvida contribuir muito em missões mundiais através do apoio dos cristãos profissionais a seremfazedores de tendas transculturais. Nos últimos 15 anos vários esforços neste sentido tem sido feito aqui no Brasilatravés da “ Comibam”, “Proemi”, “Cem” “AFTB” (Associação de Fazedores deTendas do Brasil) etc. com o alvo de educar acerca da importância do ministério dosFazedores de Tendas mostrando para o profissional cristão que ele pode muitocontribuir na área da missão sem deixar a sua profissão.O autor em seu livro faz uma longa exposição para definir o que é de fato um fazedor de tendas. Entre tantas definições expostas a da “TIE”, que também é adotada pela“AFTB”, sublinha dizendo: “ Que os fazedores de tendas são testemunhas cristãs, dequalquer nação, que, por meio de suas habilidades e experiência profissionais,conseguem entrar e se manter numa outra cultura, com a intenção principal de fazer discípulos de Jesus Cristo, e, onde for possível, estabelecer e fortalecer igreja.O autor também tenta desmistificar e trazer a luz a importância de entender nestesentido o chamado cristão para missões. Ele deixa claro que esse chamado não são para um grupo minoritário de profissionais da fé mais para todo o povo de Deus.Citando o missiólogo David Bosch ele mostra que é um erro fazer um divisionismoentre clero e laicato.Bosch mesmo diz que esse paradigma tem dominado a Igreja Católica mais também omundo protestante. Esse modelo deve ser substituído pelo conceito baseado nareforma que é o sacerdote de todos os santos. O ministério salienta o missiólogoBosch não pode ser um monopólio de homens ordenados mais uma responsabilidadede todo o povo de Deus de alcançar os não alcançados com o evangelho do Rei.Pensando assim o autor diz que o chamado de Deus tem várias facetas no que tangeao fazedor de tendas esse chamado não é largar seu emprego mais servir a Deus noseu campo de trabalho.O mundo em que vivemos deve ser levado em consideração o mundo religioso quecresce para longe de Deus, o contexto político que é sufocante, e o contextoeconômico. O ministério de fazedores de tendas oferece uma forma segundo o autor de abençoar essas regiões aonde vivem os menos favorecidos, os pobres, osmarginalizados, os desempregados, os perdidos e com a sua profissão é fé levar Cristo a esses povos.Hoje a realidade de muitas igrejas no que tange a missão e seu sustento domissionário integral no exterior é alta já o fazedor de tendas se auto sustenta nocampo missionário e isso facilita a obra missionária transcultural.

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