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resenha_redes sociais

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O autor pretende com seu artigo apresentar as principais referências da noção de rede social. Para tanto, esclarece que o próprio desenvolvimento da noção advém de ‘uma busca progressiva de elaboração de um pensamento complexo e prático sobre a realidade social’ [21]. Nesse sentido, demandas práticas decorrentes de novos problemas que atravessam a sociedade exigem a complexificação de modelos teóricos que possam estar, minimamente, à altura das novas questões apresentadas.
O autor pretende com seu artigo apresentar as principais referências da noção de rede social. Para tanto, esclarece que o próprio desenvolvimento da noção advém de ‘uma busca progressiva de elaboração de um pensamento complexo e prático sobre a realidade social’ [21]. Nesse sentido, demandas práticas decorrentes de novos problemas que atravessam a sociedade exigem a complexificação de modelos teóricos que possam estar, minimamente, à altura das novas questões apresentadas.

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11/29/2012

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MARTINS, Paulo H. As redes sociais, o sistema da dádiva e o paradoxo sociológico.
Redes Sociais e Saúde, novas possibilidades teóricas
. Paulo Henrique Martins eBreno Fontes (orgs), Ed. Universitária/UFPE, Recife, 2004, 21-45.Disponível em:http://bit.ly/xY2Hx6O autor pretende com seu artigo apresentar as principais referências da noção derede social. Para tanto, esclarece que o próprio desenvolvimento da noção advém de ‘umabusca progressiva de elaboração de um pensamento complexo e prático sobre a realidadesocial[21]. Nesse sentido, demandas práticas decorrentes de novos problemas queatravessam a sociedade exigem a complexificação de modelos teóricos que possam estar,minimamente, à altura das novas questões apresentadas.Destaque-se que a teoria da rede social procurará explicar o fato social de modo ao ficar subsumida a variáveis como a liberdade individual. Em certa medida senecessário pressupor, a partir dessa teoria, ‘uma injunção coletiva que se impõe às vontadesindividuais’ [22-3]. Talvez aqui já se revele o ponto principal: o esforço de ultrapassagem dadicotomia estrutura x indivíduo, ou, nas palavras do autor: obrigação x liberdade, por exemplo. Trata-se de prescindir de quaisquer dualismos que pudessem estabelecer conexões do tipo causa-efeito.Nesse sentido, adquire relevância o princípio do paradoxo, o qual, enfatiza asmultideterminações do fato social. No espaço aberto, as hesitações, ações imotivadas efugas da razão instrumental seriam exemplos do conjunto que comporiam o mosaicounidade/diversidade do fato social.Desse modo, a categoria conceitual de paradoxo responderia pela ausência dereferencial absoluto quanto ao que se poderia classificar como ‘bemou ‘ordem’. Apossibilidade de elaboração dessa categoria no universo das ciências sociais deve muito aalguns postulados das ciências físicas e da vida, sobretudo a partir de autores comoPrigogine.Os apontamentos do autor, embasadas pelo referencial histórico disponível no artigo,acrescentam algumas considerações interessantes ao objeto do curso ‘Drogas e Aids:políticas públicas e alternativas democráticas’ (Uerj – LPP). De certo modo, constroem-sepossibilidades de relativizarmos o valor concedido ao aspecto exclusivamente químico dadependência associada às drogas. Do mesmo modo, acaba por lembrar que mesmo uma‘doença’ - como a AIDS - pode ter o seu significado marcado por outras variáveis que nãoapenas seus componentes químicos e biológicos. No exemplo da AIDS, talvez não seja por 

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