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Analise Critica Modelo de Autoavaliacao

Analise Critica Modelo de Autoavaliacao

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12/09/2012

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Análise crítica ao Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares
“Avaliar é uma acção corriqueira e espontânea realizada por qualquer individuoacerca de qualquer actividade humana. È um instrumento fundamental para conhecer,compreender, aperfeiçoar e orientar as acções do individuo ou grupo”
 
(BELLONI, Isaura)
1. O Modelo enquanto instrumento pedagógico e demelhoria. Conceitos implicados
Este modelo enquanto instrumento pedagógico é a avaliação de resultados alcançadosem conjunto com o plano de actividade da biblioteca escolar que permitem confrontar os objectivos definidos com os resultados alcançados. O que permite atingir essesresultados é o modo como esse processo é conduzido ou seja pela eficácia da avaliaçãocom o conjunto de acções resolvidas pela equipa.Com este modele, podemos ter consciência do benchmarking este existe para dar resposta ao apoio que permite chegar à melhoria do seu desempenho ou seja éimportante para o aproveitamento das boas práticas.Actua também nas várias áreas de intervenção da Biblioteca escolar, este modelo é um bom exemplo de como essa avaliação pode ser feita, proporcionando instrumentos deapoio para recolha de evidências.É também importante que não nos esqueçamos dos três pilares para o sucesso dosalunos ou seja o desenvolvimento de pessoas informadas, criticas, responsáveis eactivas por isso a biblioteca tem que dar uma resposta à informação de acesso fácil erápido através do mundo digital, então alarga-se à colaboração com os professores, nodesenvolvimento de um programa coerente na área da literacia da informação, naformação de leitores, na aprendizagem com base na tecnologia.O importante é sistematizar, recolher evidências para que se possa compreender essarelação e efectuar decisões futuras.
 
2.Pertinência da existência de um Modelo deAvaliação para as bibliotecas escolares.
O modelo de avaliação para as bibliotecas escolares tem como objectivo o de proporcionar às escolas e bibliotecas um instrumento que lhes permita identificar asáreas de sucesso que requerem um maior investimento e aquelas que, determinandonalguns casos alterações das práticas a fim de obter melhores resultados.Este modelo é um instrumento pedagógico e de melhoria contínua que permita aosConselhos Executivos e aos coordenadores avaliar o trabalho da Biblioteca escolar e o
 
impacto desse trabalho no funcionamento global da escola e nas aprendizagens dosalunos.As estatísticas e as avaliações do desempenho e dos produtos, que resultam dasactividades desenvolvidas nas rios áreas, o dados extremamente úteis eindispensáveis na gestão e contribuem para acrescentar qualidade às bibliotecas:auxiliam no processo de decisão, fornecem dados para a realização de técnicas de
benchmarking
que proporcionam a identificação de boas práticas.Poll descreve a avaliação do desempenho como sendo a colecção e análise de dados quedescreve o desempenho da biblioteca, isto é: “comparando o que a biblioteca está arealizar (desempenho) com o que para ela significa realizar (missão) e que quer alcançar (objectivos)”
Decorreram várias décadas de investigação onde as pesquisas temsido orientadas no sentido da criação de tipologias de avaliação dos
outcomes
” (resultados). É importante a sua determinação porquesó avaliando os resultados se poderá ter uma noção real do que seproduziu. De acordo com Roswitha Poll, uma avaliação dos resultadosinclui a aferição do conhecimento, da literacia, da inclusão social, daidentificação local, do período de aprendizagem e da cultura.
3.Organização estrutural e funcional. Adequação econstrangimentos.
A política da biblioteca deve ser traçada tendo em conta orientações a que se subordinae as necessidades da escola, e deve reflectir sobre
 
as suas finalidades e os seusobjectivos, tanto quanto a sua realidade. (The IFLA School Libraries Guidelines, 2002
)
A avaliação das bibliotecas tem de se basear em várias vertentes simultaneamentedependendo das necessidades que o professor bibliotecário sente em obter determinadosdados para realizar uma análise funcional com o objectivo de optimizar a qualidade da performance dos serviços e recursos. O serviço diz-se de qualidade quando é capaz deconfirmar as expectativas. Grande parte dos estudos desenvolvidos assume que aavaliação da qualidade nas bibliotecas escolares é fixada no aluno, no seu ponto devista, nas percepções e nas expectativas que apresenta em relação ao funcionamento dosserviços.
4.Integração/ Aplicação à realidade da escola.
As bibliotecas escolares estão agora a criar uma cultura organizacional na qual aavaliação é uma componente chave para a compreensão do espaço de encontro, entre oaluno/escola e a biblioteca. Esta cultura é importante porque orienta no sentido dedesenvolver sistemas de avaliação das bibliotecas, para a implementação de ummelhoramento contínuo dos serviços oferecidos, em função das necessidades dosalunos.
 
Recentemente, surgiram conceitos que direccionam as bibliotecas para os serviços dequalidade e as técnicas de avaliação dos “
Outcomes
” (Resultados). As determinaçõesda qualidade dos serviços e dos
Outcomes
o aproximações que diferemsubstancialmente das técnicas de aferição dos “
Inputs/Outputs
”, dependem no entantodestes.A avaliação das bibliotecas deve basear-se em várias estratégias simultaneamente,dependendo das necessidades que o professor bibliotecário sente de obter determinadosdados, para a elaboração dos seus relatórios de planeamento, gestão e organização dosserviços.
5. Competências do professor bibliotecário eestratégias implicadas na sua aplicação
As competências do professor bibliotecário segundo o texto de o texto, Tilke (1999)são:
Ser um comunicador efectivo no seio da instituição;Ser proactivo;Saber exercer influência junto de professores e do Conselho Executivo;Ser útil, relevante e considerado pelos outros membros da comunidade educativa;Ser observador e investigativo;Ser capaz de ver o todo - “the big picture”;Saber estabelecer prioridades; Realizar uma abordagem construtiva aos problemas e à realidade;Ser gestor de serviços de aprendizagem no seio da escola;Saber gerir recursos no sentido lato do termo;Ser promotor dos serviços e dos recursos;Ser tutor, professor e um avaliador de recursos, com o objectivo de apoiar e contribuir  para as aprendizagens;Saber gerir e avaliar de acordo com a missão e objectivos da escola.Saber trabalhar com departamentos e colegas.
As iniciativas de avaliação envolvem as novas tecnologias de informão ecomunicação que vieram transformar por completo o ambiente de trabalho das bibliotecas escolares e não só. Perante a rápida mudança que se tem observado nosserviços e nas fontes de informação em rede, as bibliotecas têm de adoptar novasestratégias e é nessa perspectiva que se integram os estudos actuais de avaliação.

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