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Rotinas de DepartAmenTo Pessoal

Rotinas de DepartAmenTo Pessoal

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Rotinas de Departamento PessoalBanco de pesquisa por assuntos
 
SALÁRIO MATERNIDADE PAGO PELAS EMPRESAS
20/08/2003
A Lei n° 10.710, de 05/08/2003, publicada no DOU de 06/08/2003,alterou a Lei n° 8.213, de 24 de julho de 1991, para restabelecer opagamento, pela empresa, do salário-maternidade devido à seguradaempregada gestante. A princípio criou-se o temor de que o ônus dopagamento deste benefício previdenciário seria transferido para aempresa, mas a mudança ocorrida não foi neste sentido. A empresa,na verdade, será mera repassadora deste benefício e evitará ostranstornos administrativos do INSS às seguradas, como agora emmomentos de greve.O pagamento pela empresa deixou de ser realizado em 1999, devidoà redação da Lei n° 9.876 e do Decreto n° 3.265, para afastamentosapós 28/11, sendo agora novamente reestabelecido. Na época
 
ventilou-se que a mudança, ou seja o pagamento diretamente peloINSS, seria com o objetivo de evitar fraudes no pagamento destebenefício, mas o que se viu foi um martírio por partes das seguradaspara receberem seus benefícios. A Lei n° 10.710 entrou em vigor nadata de sua publicação, produzindo efeitos em relação aos benefíciosrequeridos a partir do primeiro dia do mês seguinte ao de suapublicação, ou seja, aos salários maternidade requeridos a partir de1º de setembro de 2003.Caberá à empresa, portanto, pagar o salário-maternidade devido àrespectiva empregada gestante, efetivando-se a compensação,observado o disposto no art. 248 da Constituição Federal, quando dorecolhimento das contribuições incidentes sobre a folha de salários edemais rendimentos pagos ou creditados, a qualquer título, à pessoafísica que lhe preste serviço; ou seja na sua GPS no campo 6.Portanto não há que se falar em ônus da empresa, podendo haverprejuízo à esta somente quando sua folha de pagamento for pequenae na compensação na GPS não houver saldo suficiente para que sejaefetuada.A empresa deverá ainda conservar durante 10 (dez) anos oscomprovantes dos pagamentos e os atestados correspondentes paraexame pela fiscalização da Previdência Social.O salário maternidade é um dos benefícios da Previdência Social aque tem direito a segurada empregada, trabalhadora avulsa,empregada doméstica, a contribuinte individual, facultativa esegurada especial, por ocasião do parto, conforme artigo 87 da Lei n°8.213/91.A segurada que tem empregos concomitantes ou exerce atividadessimultâneas tem direito a um salário-maternidade para cadaemprego/atividade, conforme artigo 98 do Decreto n° 3.048/99.A segurada aposentada que permanecer ou retornar à atividade fará jus ao pagamento do salário-maternidade.A segurada que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoçãode criança a partir de 16/04/2002, data da publicação da Lei nº10.421, que acrescentou o artigo 71-A à Lei n° 8.213/91, é devidosalário maternidade pelo período de 120(cento e vinte) dias, se acriança tiver até 1(um) ano de idade, de 60 (sessenta) dias, se acriança tiver entre 1(um) e 4 (quatro) anos de idade, e de 30 (trinta)dias, se a criança tiver de 4 (quatro) a 8 (oito) anos de idade.No caso de aborto não criminoso, será devido salário-maternidadecorrespondente a duas semanas, por determinação médica.
 
Considera-se parto o evento ocorrido a partir da 23ª semana (6°mês) de gestação, inclusive em caso de natimorto, tendo neste casoa segurada direito ao salário maternidade durante 120 dias.O teto do salário maternidade, fixado em R$ 13.165,20 (treze mil,cento e sessenta e cinco reais, vinte centavos) no dia 31.05.2002,agora é de R$ 12.720,00 (doze mil, setecentos e vinte reais). Issoporque o teto estabelecido pelo INSS é igual ao valor máximo pagoaos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), e como esse valorfoi reduzido, o INSS acompanhou a medida. O novo teto vale desdeos pedidos de benefícios feitos pelas seguradas a partir de1º.08.2002.Percebo que a Previdência Social tem tentado ao máximodescentralizar suas obrigações repassando-as às empresascontribuintes, tornando-as fiscais de outras empresas e doscontribuintes individuais e entidades repassadoras de benefícios(salário-maternidade e salário-família).
ATENDIMENTO À FISCALIZAÇÃO
É muito comum, aos pequenos e microempresários, terem problemas deatualização funcional das rotinas trabalhista, principalmente, quando se depararemcom reclamações trabalhistas, fiscalizações do Ministério do Trabalho e PrevidênciaSocial. Na verdade, esse tipo de obrigações, em sua maioria, são transferidas aterceiros que lhes prestam assessoria contábil e trabalhista, e geralmente, essesterceiros não se constituem de profissionais qualificados para atender as demandasdas legislações trabalhista e previdenciária.Não é o caso das empresas de Assessoria Contábil bem constituídas. Essas sãogeralmente, assessoradas por outras empresas ou profissionais qualificados quepodem oferecer um bom atendimento. Porém, o valor cobrado por essas empresas,quase sempre, estão fora do alcance da maioria dos micro e pequenos empresários.Com base nessa premissa, elaboramos uma orientação básica da rotina doDepartamento Pessoal de uma empresa, a começar pelos procedimentos e adocumentação necessária para facilitar o cliente no atendimento em caso defiscalização.
Procedimentos básicos
À fiscalização, será permitida livre acesso aos documentos fiscais e trabalhistas daempresa, Inclusive, ao fiscal do trabalho, será permitido visitar todas asdependências da empresa. Dificultar o trabalho do fiscal é piorar a situação, porque,a empresa vai ser penalizada com multas administrativas pesadas e não vai evitarque a fiscalização seja efetuada. Essa, deverá ocorrer até sob proteção policial, sefor o caso.
Comportamento ao receber a visita da fiscalização
receber e acatar a notificação da fiscalização;
comunicar de imediato o fato a TDM e/ou a sua consultoria Contábil;
separar as pastas com os respectivos documentos solicitados;

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