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Correio de Sintra n.º 7

Correio de Sintra n.º 7

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Published by Luís Galrão
Edição de 1 de Junho
Edição de 1 de Junho

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Published by: Luís Galrão on Mar 24, 2012
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03/24/2012

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EDUCAÇÃO.
O inquérito instaurado pela Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo (DRELVT) à EscolaBásica 2,3 de Fitares, para determinar uma eventual relação entre o suicídio de um professor e maus tratos causados por alunos concluiu que não “há factos que justi
quem procedimentos disciplinares”, mas faz recomendações à direcção doestabelecimento escolar.
Concelho,
8
Gra
tti em tricô contrapoda selvática”
PROTESTO.
O Clube do Tricô realizouuma acção de “yarnbombing”, ougra
tti em tricô, contra as podascamarárias de que foram vítimasalgumas dezenas de árvores de Sintra.
Concelho
,
5
Monte Abraãohomenageia padroeira
CULTURA.
As Festas de NossaSenhora da Fé de Monte Abraãomobilizaram centenas de pessoas emtorno das missas e das procissões queanimaram a freguesia durante o
m-de-semana de 28 a 30 de Maio.
Queluz
,
20
Mem Martins SportClube exige novo piso
DESPORTO.
Os jogadores e adeptosdo Mem Martins Sport Clube exigema substituição do campo pelado por um piso sintético, e acusam a Câmarade Sintra de descriminação e falta deapoio. 
Desporto
,
24
Inquérito a suicídio de professor deFitares não responsabiliza ninguém
Correio
 
de
 
Sintra
 
www.correiodesintra.ne
Quinzenário │ 1 de Junho de 2010 │ n.º 7 │ GRATUITO Director: Joaquim Reis
Feira do Cacém arrancacom lugar para todos
Cacém
,
11
 
2
Correio de Sintra
 
1 de Junho de 2010
A abrir
Após a denúncia de um morador, o Correio de Sintra foi espreitar oque se passa atrás da duna da Praia das Maçãs. A imagem é reveladorada forma pouco cuidada com que muitas entidades e também osvereaneantes tratam o litoral de Sintra. Montes de canas, plásticos eoutros resíduos resultantes da limpeza do areal e da ribeira foram aquidespejados à espera de melhor 
m. Sintra merece melhor do que apenasvarrer o lixo para debaixo do tapete!
Ainda não é desta que o Eléctrico de Sintra começa a funcionar em todaa extensão da linha no início da época balnear. Mas pode ser desta queas obras em curso deixem a linha
nalmente operacional. As principaisintervenções decorrem junto ao Museu da Ciência, na Ribeira, com aimplementação de novos muros de contenção, e no terminal da Praiadas Maças, onde estão a ser substituídas as travessas de madeira quesuportam a linha. A empreitada é paga em regime de mecenato pelaempresa proprietária do futuro centro comercial Forum Sintra.
20. Julgado de Paz
Ao
m de quatro anos o Julgado de Paz de Sintra deixa de estar abertoaos sábados de manhã, devido à menor a
uência de munícipes, e passaa funcionar durante a semana das 9h às 18h30.
Ver página 7.
25. Gra
tti em tricô contra podas
As árvores do Largo Morais foram alvo de uma acção de “yarnbom- bing”, ou gra
ttis em tricô, em protesto contra as “podas selváticas”efectuadas pela Câmara.
Ver página 5.
25. Cidades da UNESCO reúnem em Sintra
Sintra vai receber o XI Congresso Mundial da Organização das CidadesPatrimónio Mundial em 2011, cujo tema serão as alterações climáticasnos locais classi
cados pela UNESCO.
Ver página 4.
28. Sorteio de terrados acaba em gritaria
O sorteio dos lugares de venda na nova feira de Agualva-Cacém só foi possível à segunda tentativa, dado que a sessão de sorteio foi interrom- pida por algumas dezenas de feirantes revoltados.
Ver página 11.
31. Conclusão de inquérito a suicídio
O inquérito instaurado pela Direcção Regional de Educação à EscolaBásica 2,3 de Fitares, para determinar uma eventual relação entre o sui-cídio de um professor e maus tratos causados por alunos concluiu quenão “há factos que justi
quem procedimentos disciplinares”.
EditorialQuinzenaSalta à vista...
   L   U    Í   S   G   A   L   R    Ã   O
A rigidez do plano DeGroer tem suscitadodivergentes opiniões aolongo dos vários mandatosdos diferentes partidos doconcelho. Enquanto unsdefendem que esse planodeve continuar a limitar aconstrução na vila e na zonatampão da vila patrimóniomundial, outros partidostêm olhado para o Planode Groer como limitativoda própria evolução deSintra. Aparentemente, emconcordância parece estar que o plano é antigo e quedeve ser revisto dentro deum quadro de modernidadee de uma realidade inerentea Sintra – o turismo.Certo é que continuam aexistir fortes carências delocais para pernoitar na vila.Chegar e passear seguir  para um hotel, albergue ou pensão fora de Sintra temsido uma prática que os maisde um milhão de visitantesanuais tem feito ao longodos tempos.Morar em Sintra, navila, está em desuso.As habitações são velhas, precisam de obras, precisamde modernidade. E a vilaestá a morrer aos poucos. Asucumbir à já longa idadeque tem. Projectos têm
cadona gaveta. Não menciono osnomes, mas o velho De Groer tratou de “queimar” umalufada de ar fresco que vinhadotar a vila com mais quartos.O plano de Groer, criado em1949 para defender a vila e osseus arredores de agressõesurbanísticas, tem garantidoque Sintra e a Serra sejam hojeo que já foram no século XIX.Desta vez com uma diferença:o novo já está velho, e as pessoas, os munícipes fogemda vila, e imitam os turistasque chegam, passeiam e vãoembora.
   L   U    Í   S   G   A   L   R    Ã   O
 
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