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Apostila legislação e controle da poluição atmosférica

Apostila legislação e controle da poluição atmosférica

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Legislação e controle dapoluição atmosférica
Elaboração:
Profª Patrícia Cavani Martins de Mello 
Assis2011
 
 2
SUMÁRIO
1. LEGISLAÇÃO
31.1 PADRÕES DE QUALIDADE DO AR 31.1.1 Padrões primários 31.1.2 Padrões secundários 31.2 ÍNDICE DE QUALIDADE DO AR (SISTEMA CETESB) 51.3 PADRÕES OCUPACIONAIS AMBIENTAIS 6
2. PROCONVE
8
3. PROÁLCOOL
10
4. FUMAÇA PRETA
10
5. INSPEÇÃO / MANUTENÇÃO
11
6. PROMOT
13
7. TRANSPORTE SUSTENTÁVEL
14
8. MONITORAMENTO DE POLUENTES ATMOSFÉRICOS
148.1 MONITORAMENTO DE EMISSÕES 158.2 MONITORAMENTO DAS IMISSÕES OU DA QUALIDADE DO AR 16
9. METODOLOGIA DE CONTROLE DA POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA
209.1 INTRODUÇÃO 209.1.1 Fases do processo de poluição do ar 209.2 MÉTODOS DE CONTROLE DA POLUIÇÃO DO AR 209.2.1 Medidas Indiretas 209.2.1.1. Mudanças de processos ou operação 209.2.1.2 Diminuir a quantidade de poluentes geradas 209.2.1.3 Diluição através de chaminés elevadas 219.2.1.4 Mascaramento do poluente 219.2.1.5 Localização seletiva Fonte/Receptor (planejamento territorial) 219.2.1.6 Adequada construção (lay-out) e manutenção dos edifícios industriais 219.2.2 Medidas diretas 229.2.2.2 Concentração dos poluentes na fonte para tratamento efetivo antes do lançamento na atmosfera 229.2.2.2 Retenção do poluente após geração através de equipamentos de controle de poluição do ar 229.3 CLASSIFICAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DE CONTROLE DE POLUIÇÃO DO AR 229.3.1 Equipamentos de controle de material particulado 229.3.1.1 Coletores secos 229.3.1.2 Coletores úmidos 229.3.2 Equipamentos de controle para gases e vapores 239.4 CONCEITOS BÁSICOS PARA OS EQUIPAMENTOS DE CONTROLE DA POLUIÇÃO DO AR 239.4.1 Eficiência dos equipamentos 239.4.2 Eficiência Global de Coleta 239.4.3 Penetração, Fator de Despoluição e Índice de Despoluição 239.4.4 Emissão após controle (E
) 249.4.5 Quantidade coletada 249.5 EQUIPAMENTOS DE COLETA DE MATERIAL PARTICULADO (AEROSÓIS) 249.5.1 MECANISMOS DE COLETA 259.6 EQUIPAMENTOS PARA REMOÇÃO DE GASES E VAPORES 269.6.1. Absorvedores 269.6.2 Adsorvedores 279.6.2.1 Substâncias adsorventes 289.7 INCINERADORES DE GASES E VAPORES 319.7.1 Incinerador de Chama Direta 319.8 PROCESSO BIOLÓGICO DE TRATAMENTO DE GASES E VAPORES 329.8.1 Tipos de Reatores Biológicos 339.8.1.1 Lavador Biológico 339.8.1.2 Leito Bacteriano 339.8.1.3 Biofiltração 34REFERÊNCIAS 36
 
 3
1. LEGISLAÇÃO
1.1 PADRÕES DE QUALIDADE DO AR Os padrões de qualidade do ar definem legalmente o limite máximo para a concentração de um poluente na atmosfera, que garanta a proteção da saúde e do meio ambiente. Os padrões de qualidade do ar são baseados em estudos científicos dos efeitos produzidos por poluentes específicos e são fixados em níveisque possam propiciar uma margem de segurança adequada.Os padrões nacionais foram estabelecidos pelo IBAMA - Instituto Brasileiro de Meio Ambiente eaprovados pelo CONAMA - Conselho Nacional de Meio Ambiente, por meio da Resolução CONAMA03/90.São estabelecidos dois tipos de padrões de qualidade do ar: os primários e os secundários.1.1.1 Padrões primáriosSão padrões primários de qualidade do ar as concentrações de poluentes que, ultrapassadas, poderãoafetar a saúde da população. Podem ser entendidos como níveis máximos toleráveis de concentração de poluentes atmosféricos, constituindo-se em metas de curto e médio prazo.1.1.2 Padrões secundáriosSão padrões secundários de qualidade do ar as concentrações de poluentes atmosféricos abaixo dasquais se prevê o mínimo efeito adverso sobre o bem estar da população, assim como o mínimo dano à faunae à flora, aos materiais e ao meio ambiente em geral. Podem ser entendidos como níveis desejados deconcentração de poluentes, constituindo-se em meta de longo prazo.O objetivo do estabelecimento de padrões secundários é criar uma base para uma política de prevenção da degradação da qualidade do ar. Devem ser aplicados às áreas de preservação (por exemplo: parques nacionais, áreas de proteção ambiental, estâncias turísticas, etc.). Não se aplicam, pelo menos emcurto prazo, a áreas de desenvolvimento, onde devem ser aplicados os padrões primários. Como prevê a própria Resolução CONAMA n.º 03/90, a aplicação diferenciada de padrões primários e secundários requer que o território nacional seja dividido em classes I, II e III conforme o uso pretendido. A mesma resolução prevê ainda que enquanto não for estabelecida a classificação das áreas os padrões aplicáveis serão os primários.Resolução CONAMA 003/1990:http://www.mma.gov.br/port/conama/res/res90/res0390.html
 

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