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Casamento Celestial Plural

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Published by: Rondinelle Almeida Oliveira on Dec 06, 2008
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Casamento celestial plural
Antônio Trevisan Teixeira
Casamento plural no Velho Testamento
A maioria dos grandes personagens descritos no Velho Testamento foram casados naordem plural do casamento. Abraão, Isaque e Jacó, por exemplo, tiveram mais de umaesposa e nisso não pecaram em contra a lei do Senhor; ao contrário, foram obedientes, juntamente com suas esposas, ao viverem aquela estrutura familiar. Eles tiveram a plenitude do evangelho, e parte dessa plenitude estava na obediência dessa lei.Segundo John Taylor,
 Aquela ordem patriarcal que foi estabelecida pelos céus nos primeiros períodos deexistência desta Terra (...) é o padrão de relacionamento familia nos céus.
(John Taylor, Deseret Weekly News, 29 Nov. 1888)Mais tarde, lemos o relato sobre Salomão tendo um grande número de esposas econcubinas. O erro de Salomão não foi ter mais de uma esposa, mas as escolhas que elefez tomando mulheres de outras culturas, que estavam fora do convênio e nãoacreditavam no Deus verdadeiro, mas adoravam ídolos (I Reis 11:4). Outro exemplo dedistorção do princípio do casamento celestial com Davi. O Senhor estava disposto a dar a Davi o que ele bem desejasse e lhe fosse justo (II Samuel 12:8), mas ele se excedeu emanchou suas mãos de sangue, com o esposo de Batseba. Há várias normas nas escrituras para garantir o bem-estar das esposas e filhos como por exemplo em Êxodo 21:10 e Deuteronômio 21:15-17.Quando Israel recusou ter a plenitude na época de Moisés, a parte maior do evangelho, bem como o sacerdócio de Melquisedeque foram retirados da terra (ainda queestivessem disponíveis em base individual). No entanto, a lei menor dada a Moisés nãosomente ainda permitia a poligamia, mas em pelo menos uma situação a ordenava: nocaso de falecimento do esposo, a mulher deveria ser desposada pelo irmão do falecido,independente dele ser ou não já casado (Deut. 5:4-10).Os israelitas podiam ter famílias polígamas, mesmo sem as ordenanças de selamento, asquais só poderiam ser administradas caso o sacerdócio maior estivesse disponível ao povo.Durante o período em que Cristo viveu na terra, o casamento plural era ainda aceito pelo povo judeu, embora a lei romana, sob a qual viviam os judeus na Palestina, previsse a monogamia. Não era comum a prática da poligamia, embora não houvesseuma restrição por parte dos líderes religiosos.Após sua expulsão da terra santa, aconteceram várias e grandes mudanças no modo de
 
vida dos judeus, inclusive em sua organização familiar e religiosa. Já não haviam profetas entre os judeus e as decisões sobre procedimentos e crenças religiosas e sociaiseram decididas pelos rabis (ou rabinos), que, por sua erudição, eram tidos como aautoridade da lei e podiam interpretar as escrituras ou adaptá-las às novas condições.
 A restauração do casamento celestial na dispensação de Joseph
Uma das primeiras revelações ( se não a primeira revelação) sobre o casamento pluralfoi dada a Joseph Smith em 1831, ordenando os élderes da igreja a tomarem mulhereslamanitas para esposas. A revelação alude a um tempo futuro em que seriam dados aconhecer "os propósitos e privilégios" do sacerdócio, ou seja, quando a doutrina seriaconhecida em sua plenitude. Note-se que nesta data, o poder selador ainda não estavadisponível (e só estaria após 1836, com a visita de Elias e outros ao templo de Kirtland).Uma vez que muitos dos élderes pregando aos lamanitas já eram casados, buscar esposas adicionais entre as tribos indígenas os faria poligamistas. 
 Em verdade vos digo que a sabedoria do homem em seu estado decaído não conhece os propósitos e os privilégios do meu santo sacerdócio, mas vós conhecereis quandoreceberdes uma plenitude em razão da unção: pois esta é a minha vontade, que atempo, tomeis para vós esposas dos lamanitas e nefitas, para que sua posteridade setorne branca, agradável e justa, pois agora mesmo suas mulheres são mais virtuosas doque as gentias.
A plenitude da doutrina só seria ensinada – individualmente – na década de 1840, em Nauvoo, onde os casamentos plurais foram mais ou menos visíveis. A oposição, noentanto, tanto entre membros, quanto não-membros era muito forte:
 Eles me acusam de poligamia, e de ser um falso profeta, e muitas outras coisas dasquais não me lembro agora; mas não sou um falso profeta; não sou um impostor; nãotenho revelações sombrias; não tenho tido revelações do demônio; não faço revelações;não recebi nada de mim mesmo. O mesmo Deus que tem até então me ditado,direcionado e fortalecido neste trabalho, deu-me esta revelação e mandamento sobrecasamento celestial e plural, e o mesmo Deus ordenou-me obedecê-la. Ele me disseque a não ser que eu a aceitasse e introduzisse e a praticasse, eu, juntamente com meu povo, seria condenado e cortado desse momento em diante. E eles dizem que se eu o fizer, me matarão. Oh, o que devo fazer? Se não a pratico, serei condenado com meu povo. Se eu a ensino, a pratico e a defendo, eles dizem que irão me matar, e sei queirão. Mas temos que observá-la. É um princípio eterno e foi dado por mandamento enão como instrução.
(Joseph Smith, 1843, periódico The Contributor 5:259.)
Uma lei necessária para aqueles que a recebessem
 Algumas pessoas supuseram que a doutrina do casamento plural era algo supérfluo, ounão-essencial para a salvação ou exaltação da humanidade. Em outras palavras,alguns santos disseram e acreditaram que um homem com uma esposa, selada a ele
 
 pela autoridade do Sacerdócio para o tempo e a eternidade, receberá uma exaltaçãotão grande e gloriosa, se for fiel, quanto possivelmente obteria com mais de uma. Euquero aqui prestar meu protesto solene contra esta idéia, pois eu sei que é falsa. (...) Portanto, aquele que imaginou que poderia obter a plenitude das bênçãos referentes àlei celestial cumprindo com apenas uma parte de suas condições, enganou a si mesmo. Ele não pode fazer isto.
(Joseph F. Smith, 07 de julho de 1878, Journal of Discourses 20: 28)
 As mais severas perseguições nunca foram seguidas por revelações mudando uma leidivina, à qual a obediência trouxe prisões ou martírios. Ainda que eu vá para prisão, Deus não mudará sua lei de casamento celestial.
(Lorenzo Snow, Historical Record, 1887, vol.6, p. 144)
Se a doutrina do casamento plural fosse repudiada, assim deveria ser o glorioso princípio de casamento para eternidade, sendo os dois indissoluvelmente ligados
.(Charles W. Penrose, July 16, 1883, Millennial Star 45:454)
Vocês podem negar o Mormonismo e abandoná-lo, e opôr-se a pluralidade de esposas. Deixe a Presidência desta Igreja, e os Doze Apóstolos e todas as autoridades unirem-see dizer com uma só voz que se oporão a esta doutrina, e todos serão condenados. Paraque você se opõem? É um princípio que Deus revelou para a salvação da famíliahumana. Ele o revelou a Joseph, o Profeta em nossa dispensação; e o que Ele revela, Ele deseja ser implementado por seu povo.
(Heber C. Kimball, 12 October 1856, JD 5:203)
 Exaltações e reinos de acordo com a diligência e capacidade
Um dos objetivos principais do casamento plural era o de construir famílias numerosase fortes, as quais seriam o núcleo do Reino de Deus. O futuro domínio a ser herdado por cada um dependeria do que fora construído ao longo da mortalidade.
Cada pai que é levantado dos mortos e partilha da glória celestial em sua plenitude,terá jurisdição legal sobre seus próprios filhos e sobre todas as famílias que dele seoriginaram em todas as gerações, para todo sempre.
(Parley P. Pratt, Millenial Star 5:189)
O que foi fiel sobre poucas coisas, será feito governante sobre muitas coisas; o que foi fiel sobre dez talentos, terá domínio sobre dez cidades, e o que foi fiel sobre cincotalentos, terá domínio sobre cinco cidades, e para cada homem será dado um reino deacordo com seus méritos, poderes e habilidades para governar e controlar. Vê-se pelodiagrama acima que há reinos de todos os tamanhos em infinita variedade paracontemplar todos os graus de mérito e habilidade.
(Orson Hyde, Um diagrama do Reino de Deus)

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