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2012-1900-JC-280312

2012-1900-JC-280312

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11/16/2012

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O montante de R$ 18,7bilhões que o mercado decomércio eletrônico mo-vimentou em 2011 e o po-tencial de crescimento dosetor atraíram a Credi-card, administradora decartões de crédito, para onegócio de vendas onli-ne. Em parceria com aComprafacil.com, em-presa do grupo Hermes, acompanhia montou umshopping virtual, o Credi-card Shopping, que pre-cisará enfrentar concor-rentes de peso, como oB2W (da Lojas America-nas) e a Nova Pontocom(do grupo Pão de Açú-car), para atingir a metade abocanhar 20% do se-tor até 2015, como plane- ja o presidente da Credi-card, Leonel Andrade. Se-gundo o executivo, a pre-visão é que o shoppingvirtual responda por 5%dos R$ 4 bilhões que acompanhia pretende fa-turar com transações deseus clientes no mercadode comércio eletrônicoem 2012.
B-3
Jornal do Commercio
WWW.JORNALDOCOMMERCIO.COM.BR
QUARTA-FEIRA, 28 DE MARÇO DE 2012
BRASIL
EXEMPLAR DE ASSINANTE - VENDA PROIBIDA
FUNDADO EM 1º DE OUTUBRO DE 1827 - ANO CLXXXV - Nº120
Credicard quer 20%do comércio eletrônico
 A Companhia Siderúr-gica Nacional (CSN) estádetectando espaço paraaumento de preços de açono Brasil este ano, de 5% a10%, segundo o diretorcomercial da empresa,Luis Fernando Martinez. A recuperação de preçospode ocorrer, assinalouele em teleconferênciacom analistas, diante deum cenário de maior de-manda no mercado inter-no, dólar no nível de R$1,85 e aprovação, no Se-nado, da uniformizaçãodo ICMS entre os estadospara encerrar a chamadaguerra dos portos, que fa-cilita a entrada excessivade importados no Brasil. A CSN informou ter encer-rado o quarto trimestrecom lucro líquido de R$817 milhões, salto de 81%sobre o resultado apuradoum ano antes.
B-3
CSN já vê condiçõesde elevar preços do aço
O aumento inesperadona pressão dos custos so-bre as operações da GolLinhas Aéreas nos últimosmeses levou a companhiaa reduzir sua malha devoos, informou o diretor-presidente da compa-nhia, Constantino de Oli-veira Junior, ontem, emteleconferência com jor-nalistas. “Estamos pas-sando por um aperto noscustos de combustível, detarifas aeroportuárias e devariação cambial”, expli-cou ele. O corte vai alcan-çar de 80 a 100 voos diá-rios, aproximadamente8% do total. A Gol tambémestá diminuindo o quadrode pessoal. De acordocom o executivo, as pers-pectivas para a economiamostram-se pouco favo-ráveis e na avaliação deleos preços das passagensterão de ser majorados,afetando o desempenhodo mercado.
B-4
Gol aperta o cinto,comcorte de vagas e de voos
 A montadora chinesaChery passa a contar comuma equipe de executivosda matriz para comandaras operações de venda deveículos no Brasil. Até en-tão, os carros eram comer-cializados no País pormeio de uma importado-ra, a Venko. A vinda dosexecutivos está relaciona-da à construção da fábricabrasileira da Chery, em Ja-careí (SP), a primeira damontadora com todas asetapas de produção reali-zadas fora da China."Trouxemos nossos exe-cutivos para sincronizaros padrões da companhiacom o crescimento domercado brasileiro”, disseo presidente de OperaçõesInternacionais e vice-pre-sidente global da empre-sa, Zhou Biren.
B-4
Mesmo com a economia desacelerada, ogoverno federal conseguiu arrecadação recor-de em fevereiro. O total pago em impostos econtribuições federais atingiu R$ 71,9 bi-lhões, o maior saldo para o mês, segundo aReceita Federal. Na comparação com igualperíodo do ano passado, houve aumento real(descontada a inflação) de 5,91%. No somató-rio de janeiro e fevereiro deste ano, R$ 174,9bilhões entraram nos cofres públicos, alta de5,99% ante período equivalente de 2011. A ca-da dia, incluindo sábados, domingos e feria-dos, os brasileiros e as empresas instaladas noPaís despejaram nada menos que R$ 2,9 bi-lhões nas contas do governo. A arrecadaçãodo primeiro bimestre está ancorada, princi-palmente, no consumo de bens e serviços eno aumento do poder aquisitivo dos trabalha-dores. Para a secretária adjunta da Receita Fe-deral, Zayda Bastos Manatta, a tendência ago-ra é de perda de fôlego no recolhimento deimpostos e contribuições, que deverá fechar oano com montante de 4,5% a 5% acima do re-gistrado em 2011. Embora o percentual sejapositivo, representará menos da metade dataxa de expansão observada no ano passado,em relação a 2010.
A-2
 Arrecadação bate recorde,apesardo desaquecimento da economia 
AZIZ AHMED
 Navegar é preciso
A-3
BRASIL S/A
 Apego à cartilha
A-4
ENTRELINHAS
 A roda da fortuna
A-15
BRASÍLIA/DF
Pelas beiradas 
A-20
M A R C I A P E L T I E R
A empresária Marisa Moreira Salles(foto) está à frente da Arq.Futuro.Cerimônia pelarestauração da PraçaTiradentes terá a presençada família imperial.
A-12
NIELS ANDREAS
JALK DEIXA A UNICA
Mudanças na estrutura do setor sucroalcooleiro e menorespaço para diálogo com o governo teriam sido algumasdas razões que levaram o presidente da União da In-dústria de Cana-de-Açúcar (Unica), Marcos Jank, apedir demissão do cargo. Acostumado a ter acessoao governo, Jank perdeu espaço para represen-tantes dos grandes grupos formados após a con-solidação do setor de açúcar e de álcool.
A-19
Matriz manda executivos para a Chery no País 
DIVULGAÇÃO/CHERY
CNI
INDÚSTRIA LANÇAAGENDA LEGISLATIVA
Em meio à crise política, com abase aliada se rebelando, o go-verno da presidente DilmaRousseff recebeu a ajuda do se-tor produtivo na pressão paraque o Congresso destrave apauta de votação. Diante deuma plateia formada por parla-mentares e dirigentes empre-sariais, a Confederação Nacio-nal da Indústria (CNI) lançouontem a Agenda Legislativa daIndústria, com 131 projetos deinteresse do setor em tramita-ção no Legislativo. Destes, 16integram a chamada pauta mí-nima, com as propostas consi-deradas prioritárias.
A-2
CONSTRUÇÃO
CYRELA VAI ACELERAROS LANÇAMENTOS
Após se concentrar na venda deimóveis em estoque nos trêsprimeiros meses deste ano, aCyrela Brazil Realty deve acele-rar o ritmo de lançamentos nosegundo trimestre, dando con-tinuidade à estratégia de redu-zir despesas e voltar a gerar cai-xa, informou a empresa. No úl-timo trimestre de 2011, o lucrolíquido da companhia atingiuR$ 181 milhões, mais que o do-bro dos R$ 83 milhões obtidosem igual período do ano ante-rior e bem acima das expectati-vas do mercado.
B-3
AÇÕES
BOLSA NÃO CONSEGUEENGRENAR NA ALTA
Depois de tentar pela manhãmanter o sinal positivo da vés-pera, o Ibovespa acompanhouWall Streete passou a traba-lhar em queda, aprofundandoas perdas nas três últimas ho-ras do pregão. As vendas seacumularam por causa da de-cepção com indicadores ame-ricanos divulgados ontem eque eram esperados comopossíveis catalisadores para arecuperação do ânimo dos in-vestidores após as perdas dasemana passada. Assim, o Ibo-vespa terminou o dia em baixade 0,97%, aos 66.037,35 pon-tos. O giro do pregão foi de R$6,47 bilhões.
B-1
assinaturas@jcom.com.br
0800-0224080
FAX: (21) 2516-5495
ASSINATURAS
INDICADORES
E ATENDIMENTO AO LEITOR
O Brasil foi o primeiropaís em desenvolvimento aestabelecer parceria estraté-gica com a China. A afirma-ção é do presidente chinêsHu Jintao, que hoje e ama-nhã estará em Nova Délhi,na Índia, para a IV Cúpula deLíderes do Brics — reuniãoque terá a presença da presi-dente Dilma Rousseff e dosgovernantes dos demaispaíses do grupo. Em entre-vista ao Jornal do Commer-cio, Hu Jintao lembra que,nos últimos anos, Brasil eChina têm realizado fre-quentes trocas de visitas dealto nível, que, em sua opi-nião, vêm aumentando con-sistentemente a confiançapolítica mútua e aperfei-çoando os mecanismos decooperação. De acordo comele, “a comunidade interna-cional deve avaliar positiva-mente” e apoiar o desenvol-vimento do Brics, “com umavisão estratégica e de longoprazo”.
A-4
Presidente chinês destaca parceria com o Brasil
BC:bancos elevam juros einadimplência aumenta.A-2
 
ECONOMIA
Quarta-feira, 28 de março de 2012
A-2
EDITORES //
MARIO RUSSOPEDRO ARGEMIRO
Jornal do Commercio
CRISTIANE BONFANTI
 A 
pesar da desace-leração da eco-nomia, o governofederal teve arre-cadação recordeno mês passado. O total pagoem impostos e contribuiçõesfederais atingiu R$ 71,9 bi-lhões, o maior saldo para omês de fevereiro, segundo aReceita Federal. Na compara-ção com fevereiro do ano pas-sado, houve aumento real(descontada a inflação) de5,91% na arrecadação. No so-matório dos meses de janeiroe fevereiro deste ano, R$ 174,9bilhões entraram nos cofrespúblicos, alta de 5,99% anteperíodo equivalente de 2011. A cada dia, incluindo sába-dos, domingos e feriados, osbrasileiros despejaram nadamenos que R$ 2,9 bilhões nascontas do governo. A arrecadação do primeirobimestre está ancorada, prin-cipalmente, no consumo debens e serviços e no aumentodo poder aquisitivo dos tra-balhadores. Entre janeiro de2011 e janeiro deste ano, ovolume geral de vendas cres-ceu 7,7%. No caso da massasalarial – que representa a so-ma de todos os salários pagosaos empregados – a elevaçãofoi de 16,5% no período. A antecipação do recolhi-mento de impostos, princi-palmente pelas instituiçõesfinanceiras, teve forte impac-to no balanço do Fisco. Emfevereiro, o Imposto de Ren-da Pessoa Jurídica (IRPJ) e aContribuição Social sobre oLucro Líquido (CSLL) totali-zaram R$ 13,1 bilhões, cresci-mento de 33,36% na compa-ração com fevereiro de 2011. Além disso, destacam-se osimpostos sobre Importações(II) e sobre Produtos Indus-trializados vinculado à im-portação (IPI-Vinculado),que registraram R$ 3,4 bi-lhões e avanço de 12,92% an-te fevereiro de 2011.Por outro lado, a produçãoindustrial caiu 3,4% em ja-neiro com relação ao primei-ro mês de 2011. Para ZaydaBastos Manatta, secretáriaadjunta da Receita Federal,apesar dessa redução, váriosoutros fatores contribuempara o incremento das contaspúblicas. “A arrecadação estáancorada na atividade eco-nômica, não apenas na pro-dução industrial”, afirmou.Embora o saldo de fevereirotenha sido recorde, quandocomparado a janeiro, ele re-presenta queda de 30,2%.“Todos os anos, o resultadodo mês de janeiro é muito su-perior ao de fevereiro. Isso écomum. Não há nada fora dousual”, justificou Zayda.
ESTÍMULOS.
Diante da previ-são de desaceleração do Pro-duto Interno Bruto (PIB) esteano, a secretária ressaltou queo governo está engajado paraque a economia retome seucrescimento. “O próprio mi-nistro (Guido Mantega, da Fa-zenda) tem anunciado medi-das para estimular a atividadeeconômica”, disse. Zayda ad-mite que, este ano, a arrecada-ção perderá fôlego. O governoprojeta aumento entre 4,5% e5% em 2012, menos da meta-de dos 10,1% alcançados noano passado. A projeção da Austin Ra-ting também é de arrefeci-mento no ritmo de recolhi-mento de impostos e contri-buições, com expansão de5% frente a 2011. Na opiniãodo economista Felipe Quei-roz, o resultado será influen-ciado por fatores como a de-soneração fiscal para a in-dústria e a manutenção doImposto sobre Produtos In-dustrializados (IPI) para ele-trodomésticos da linha bran-ca até junho, o que já se refle-tiu nos dados de fevereiro.“O resultado de fevereiroficou ligeiramente abaixo danossa projeção (R$ 74,5 bi-lhões), por causa, principal-mente, da queda da arreca-dação com a produção in-dustrial, em virtude da redu-ção do IPI”, afirmou.
Outro recorde na arrecadação
TESOURO -
Apesar da fraca atividade econômica neste início de ano, impostos e contribuições federais chegam a R$ 71,9 bi, altareal de 5,91% em comparação a igual período de 2011. Só no primeiro bimestre R$ 174,9 bi já entraram nos cofres do governo
FABIO RODRIGUES POZZEBOM/ABR
 Z
 AYDA 
M
 ANATTA 
ECRETÁRIAADJUNTADA 
ECEITA 
 A arrecadaçãoestá ancorada naatividade econômica,não apenas naindustrial. Todosos anos, o resultadodo mês de janeiroé muito superiorao de fevereiro.Não há nada forado usual.”
       ❞
CRÉDITO
 VÂNIA CRISTINO
Mesmo com a queda da taxade captação – o que as institui-ções pagam aos clientes quetêm dinheiro para aplicar – osbancos vêm aumentando ospread, o que significa que es-tão ganhando mais na hora deemprestar os recursos. A conse-qüência tem sido taxas de juroselevadas e inadimplência, quenão dá sinal de que vai cair.Dados divulgados ontem pe-lo Banco Central não deixamdúvidas. Sob a alegação de quea inadimplência resiste em mu-dar de patamar – para as pes-soas físicas o percentual perma-neceu em 7,6% em fevereiro –os bancos puxaram a taxa de ju-ros de 45,1% ao ano em janeiropara 45,4% ao ano em fevereiropara os consumidores. A alta dospread foi ainda mais elevada,de 0,9 ponto percentual de ummês para outro num cenário dequeda da taxa Selic e tambémde queda no custo de captaçãoem 0,6 ponto percentual emigual período.O chefe do DepartamentoEconômico do Banco Central,Túlio Maciel, disse que essas ta-xas elevadas não se sustentarão.“A tendência é que elas passema seguir a queda da taxa de cap-tação”, observou. De acordocom Maciel, até mesmo ainadimplência, que se estabili-zou num patamar alto, devemudar de tendência já no se-gundo semestre. “Com o cresci-mento robusto do emprego etambém da massa salarial, aperspectiva para a inadimplên-cia é de queda no segundo se-mestre”, salientou.Para Maciel, a alta dainadimplência vem sendo pu-xada pelo financiamento paraa aquisição de veículos e estárelacionada à abundância decrédito no passado, que obri-gou o Banco Central a baixarmedidas restritivas como, porexemplo, a determinação paraos bancos reforçarem o capitalpróprio no caso de emprésti-mos concedidos por prazo su-perior a 60 meses. As chama-das medidas macropruden-ciais, já revogadas, pegaram ocrédito consignado e o finan-ciamento para veículo na veia.Em 2010, segundo os dadosdo BC, o crédito para veículocresceu 49%, baixando para23% em 2011 depois da adoçãodas medidas. Segundo Maciel,esta velocidade estava maiscompatível com a do cresci-mento do crédito em geral, quefoi de 19% no ano passado. Paraeste ano, o BC prevê crescimen-to do crédito da ordem de 15%,com a relação entre crédito eProduto Interno Bruto (PIB)passando dos atuais 48,8% para51%. No momento, o créditovem crescendo 17,3%.“Os bancos estão mais seleti-vos na concessão de crédito”,disse Maciel. Ele acredita que aalta da inadimplência está con-centrada nos créditos concedi-dos no passado. Mesmo sem teros parâmetros para comprovaressa tese, o chefe do Departa-mento Econômico do BC disseque, em geral, os consumidorespagam as primeiras prestações,relaxando com os compromis-sos já assumidos mais para omeio do contrato.
VEÍCULOS.
No segmento de veí-culos, no entanto, a inadim-plência não dá sinais de que vaiceder. O percentual de atrasocom mais de 90 dias vem au-mentando gradativamente des-de dezembro de 2010, batendoem 5,5% em fevereiro, mesmopatamar de junho de 2009, omais elevado da série histórica,cujos dados começaram a sercoletados no ano 2000. O per-centual de operações vencidascom 15 a 90 dias de atraso tam-bém vem subindo, alcançando8,4% em fevereiro contra 8,1%no mês anterior. A inadimplência alta aconte-ce também num momento deredução dos prazos dos finan-ciamentos. Essa redução poucoaparece no quadro geral porquenele é computado o prazo longodos financiamentos imobiliá-rios. Nas demais modalidadesno entanto, como no financia-mento para a compra de veícu-los, o prazo caiu sete dias de ja-neiro para fevereiro e 45 diasnos últimos 12 meses.Já o crédito consignado,uma das modalidades commenor taxa de juros do merca-do – a taxa está estável em27,5% ao ano – que vinha per-dendo participação dentro docrédito pessoal, voltou a ga-nhar fôlego. Pela primeira vezem mais de um ano o créditocom desconto em folha voltoua subir, passando de 58,5% dototal do crédito pessoal para58,7%. De acordo com Maciel,o principal motivo para isso foio aumento do salário mínimo,que abriu espaço para as famí-lias pegarem mais crédito.
CNI
Indústria lançaagenda legislativa
ROSANA HESSEL 
Em meio à crise política,com a base aliada se rebe-lando, o governo da presi-dente Dilma Rousseff rece-beu a ajuda do setor produ-tivo na pressão para que oCongresso destrave a pautade votação. Diante de umaplateia formada por parla-mentares e dirigentes em-presariais, a ConfederaçãoNacional da Indústria (CNI)lançou ontem a Agenda Le-gislativa da Indústria, com131 projetos de interesse dosetor em tramitação no Le-gislativo. Destes, 16 inte-gram a chamada Pauta Mí-nima, com as propostasconsideradas prioritárias. A indústria quer a aprovaçãode 11 deles e a rejeição dosdemais.Três projetos foram con-siderados mais urgentespelo presidente da CNI, Ro-bson Andrade. O primeiro éa unificação da alíquota in-terestadual do Imposto so-bre a Circulação de Merca-dorias e Serviços (ICMS)em 4%, pondo fim à guerrados portos. A proposta tam-bém é defendida pelo go-verno federal. A segunda matéria apon-tada por Andrade comoprioritária é a eliminaçãodo adicional de 10% sobre amulta rescisória do Fundode Garantia por Tempo deServiço (FGTS). O terceiroprojeto é a adoção do crédi-to financeiro do Impostosobre Produtos Industriali-zados (IPI). O empresáriotambém defendeu a rejei-ção da proposta de reduçãoda jornada de trabalho de44 para 40 horas.O presidente da CNI es-pera que o Congressoapresse o passo das vota-ções antes das eleições mu-nicipais deste ano. “A pro-teção contra o ambiente in-ternacional de incertezasdepende de ações que es-tão sob o nosso alcance. Épor isso que, mesmo se tra-tando de um ano de elei-ções municipais, devemosprestar atenção a algunsprojetos em tramitação noCongresso que constroempontes para o futuro e cri-am condições para maiscrescimento”, afirmou.
PRIORIDADES.
Em discursono evento de lançamentoda agenda, a presidente emexercício da Câmara, Rosede Freitas (PMDB-ES), de-clarou que a Câmara estádisposta a votar as propos-tas consideradas prioritá-rias pela indústria, mas ad-mitiu que haverá dificulda-des para que as votaçõesandem, devido ao impassedo Código Florestal.O presidente da CNI des-tacou a importância daprorrogação do descontodo IPI para produtos da li-nha branca e para móveis,anunciado pelo governoanteontem. “Gostaria queessas desonerações abran-gessem também a toda ca-deia produtiva da linhabranca”, disse Andrade, de-monstrando otimismoquanto à desoneração dafolha para todos os setoresda indústria. “Ela (DilmaRousseff) prometeu issopara breve. Estamos espe-rando”, afirmou.
OBSON
 A 
NDRADE
RESIDENTEDA 
CNI 
 A proteção contrao ambienteinternacional deincertezas dependede ações que estãoao nosso alcance.”
       ❞
DA AGÊNCIA ESTADO
Em dois dias com investidores em Miami,nos Estados Unidos,o presidente do BancoCentral,Alexandre Tombini,defendeu os úl-timos passos dados na política monetária e assegurou que o BC tem o controle das ré-deas da inflação no País.Ele garantiu aindaque a inflação vai convergir para o centroda meta de 4,5% ainda este ano,mesmo coma alta de preços de serviços mais salgada.Ao final de um dos eventos do qual o presidente do BC participou,um grupo de investidores comentava o discurso."Tombini disse que ainflação vai ficar na meta,mas como se ainflação de serviços está explodindo?",inda- gou um dos investidores.Questionado sobre o tema,Tombini negouque a inflação de serviços possa ser uma pe-dra no caminho do BC.“Como explodindo?”,perguntou.“A inflação mais alta é em servi-ços,mas a inflação é o todo.Se eu falei isso(que a inflação vai convergir para o centro dameta de 4,5% este ano),é porque é isso.”  A autoridade monetária rebateu aindacríticas de que o BC esteja agindo de mododiferente de seu discurso.As críticas surgi-ram no mercado após a divulgação da atada última reunião de política monetária e da decisão do Comitê de Política Monetária(Copom) de cortar a Selic em 0,75 pontopercentual,para 9,75% ao ano.“Só foi possível o corte porque estamos em trajetória de convergência para a metade inflação.Vamos convergir este ano”,dis-se.Tombini também reafirmou aos investi-dores que o Brasil vai crescer mais este anodo que em 2011,e mais no segundo semes-tre do que no primeiro,graças ao efeito docorte de juros iniciado no fim de agosto de  2011.O presidente do BC retornou aindaontem a Brasília.
Tombini diz que BC tem as rédeas da inflação
PREÇOS
Bancos elevam juro e atrasos crescem
 
ECONOMIA
Quarta-feira, 28 de março de 2012
A-3
Jornal do Commercio
PE.DAQ.G.0002.2012
1. FURNAS Centrais Elétricas S.A.
torna público que realizará PregãoEletrônico para contratação da prestação de serviços de elaboração de refeiçõescom fornecimento, distribuição de café e outras atividades correlatas, norestaurante do Escritório Central de FURNAS.
2.
 
Obtenção do Edital:
O Edital está disponível a partir desta data, no sítio doBanco do Brasil, www.licitacoes-e.com.br 
(Nº Licitação 416472)
que tambémpoderá ser acessado pelo sítio de FURNAS (www.furnas.com.br - opção“Fornecedores/Editais”).
3.

.Departamento de Aquisição
AVISO DE LICITAÇÃO
Ministério de
Minas e Energia
Ministério da
Saúde
 A licitação acima foi suspensa
sine die
.
JAMES HENRIQUE MACEDOPregoeiro
SUSPENSÃO – PREGÃO ELETRÔNICO Nº 60/2012
Ministério da
Saúde
 A licitação acima encontra-se suspensa
sine die
.
JAMES HENRIQUE MACEDOPregoeiro
SUSPENSÃO – PREGÃO ELETRÔNICO Nº 65/2012
Ipea:estrangeiros estãomais dispostos a investir 
DA REDAÇÃO
O
atual ambientepolítico do Brasiltem contribuídode forma positivasobre a decisão deempresas estrangeiras investi-rem mais no País. A avaliaçãoconsta da sexta edição do Moni-tor da Percepção Internacionaldo Brasil divulgada ontem peloInstituto de Pesquisa Econômi-ca Aplicada (Ipea).Segundo o estudo, os agentesinternacionais (embaixadas,câmaras de comércio, empresascom controle estrangeiro e or-ganizações internacionais comrepresentação no Brasil) perce-bem influência positiva do atualambiente político domésticosobre a decisão de grandes cor-porações com sede no exteriorde investirem no Brasil.O indicador relativo ao temaatingiu 45 pontos na edição demarço, valor mais alto observa-do desde o início da pesquisa.Do total de entrevistados, 28%avaliam que tal influência émuito positiva, 51% creem queé ligeiramente positiva e os de-mais entendem que não há in-fluência (5%) ou que ela é ligei-ramente negativa (13%) oumuito negativa (3%).Com isso, pela primeira vezdesde o início da pesquisa, oBrasil deve ficar entre os trêspaíses que receberão os maio-res volumes de investimentosestrangeiros diretos (IED) nospróximos 12 meses. Esta opçãofoi escolhida por 38% dos entre-vistados, seguida pela resposta“entre o quarto e o quinto colo-cado”, com 36% do total. O indi-cador relativo ao tema passoude 43 pontos, em agosto de2011, para 51 pontos, em marçode 2012, em uma escala que vaide cem pontos positivos a cempontos negativos.
PIB.
 A maior parte dos estran-geiros consultados pelo Ipeaavalia que o País terá cresci-mento entre 1,6% e 3,5% nospróximos 12 meses. Apenas umterço dos entrevistados estimaexpansão superior a esse per-centual. O indicador sobre a ex-pectativa de evolução do Pro-duto Interno Bruto (PIB) nospróximos 12 meses, que chegoua 59 pontos nas duas primeirasedições da pesquisa, realizadasem 2010, caiu para 14 pontos,menor nível entre todas as edi-ções. Na última edição, divulga-da em agosto, estava em 30pontos em uma escala que vaide 100 pontos a -100 pontos.Em relação à inflação paraos próximos 12 meses, o levan-tamento apontou, na média,expectativa de uma taxa próxi-ma de 5,5%, acima do centroda meta (4,5%). Aumentou, noentanto, a confiança em rela-ção ao controle da inflação,que passou de zero para 23pontos. O indicador sobre con-dições de crédito (oferta, pra-zos e taxas de juros) passou dezero para 14 pontos, o que su-gere, segundo o Ipea, continui-dade do processo de afrouxa-mento das políticas de créditoe juros do Banco Central.O levantamento tambémmostra melhora no indicadorsobre acesso da população abens de consumo, que passoude 8 pontos negativos para 27pontos positivos. Em relação àqualidade de infraestrutura detransportes, comunicação eenergia, o indicador passoude 8 pontos negativos para 12pontos positivos, maior valornas últimas cinco edições dapesquisa, inferior apenas aoverificado em julho de 2010(13 pontos).
INFRAESTRUTURA.
Outro indi-cador que apresentou evolu-ção favorável foi o de qualida-de da infraestrutura, que al-cançou 12 pontos, frente aos -8pontos da edição de agosto de2011. Este é o maior valor re-gistrado nas últimas cinco edi-ções da pesquisa, inferior ape-nas ao da edição de julho de2010, que foi de 13 pontos.Todos os índices ligados àpolítica externa do Brasil tam-bém registraram significativosaumentos. Merece destaque aevolução da percepção sobre ainfluência do Brasil em organis-mos multilaterais, cujo indica-dor subiu de 15 pontos para 40pontos entre as duas últimaspesquisas, e a respeito da im-portância do País para a Améri-ca Latina, cujo medidor saltoude 30 pontos para 54 pontos.
(Com agências)
ESTUDO -
Ambiente político favorável leva o Brasil a se posicionar entre os trêspaíses que mais receberão investimentos estrangeiros diretos ao longo ao ano
Navegar é preciso
 Após ouvir versões diversas na imprensa,o presidente doSindicato da Construção Naval (Sinaval),AriovaldoRocha,resolveu embarcar na polêmica e revelar sua visãosobre o momento em que vive o setor.Lembrou,de início,que,mesmo na crise dos anos 70,o segmento jamais deixou de entregar navios encomendados:“É um setor produtivo,que ficou paralisado de 1979 até 1999.Há12 anos,voltou a construir navios e plataformas de petróleooffshore.Vem entregando navios,de grande sofisticaçãotecnológica,para o apoio marítimo offshore,suporte àconstrução submarina de campos produtores e assentamento de dutos flexíveis.Ao abordar a situaçãodo Estaleiro Atlântico Sul (EAS),de Pernambuco,informou que a plataforma P-55 foi lá concluída comperfeição e já está na Quip gaúcha para integração de módulos.E afirmou:“Conforme a diretoria do EAS,opetroleiro ‘João Cândido’apresentou problemas,que  foram solucionados,e sua construção é certificada peloindependente American Bureau of Shipping.A Samsung deixou de ser sócia,e o estaleiro busca novo parceiroestratégico para a construção dos navios-sonda da Sete Brasil.A construção naval brasileira sabe que navegar é preciso e não tem do que se envergonhar.Ao contrário,sempre gerou empregos de qualidade,promoveu o avançosocial ao formar e qualificar recursos humanos e produz aumento de renda na rede de fornecedores.” 
O luxo dos deputados
 A Câmara dos Deputados vai gastar R$ 6,9 mil com ainstalação e manutenção de sprays automáticos embanheiros e mictórios, a encargo da empresa BobsonBrasília Higiene Ltda. A informação é do Contas Abertas,fiscal dos gastos públicos.
Tem mais
 A Câmara dos Deputados contratou serviços deconservação, limpeza, portaria, zeladoria e garagistacom fornecimento de material, em imóveis funcionais,para o período de 1° de abril até 31 de dezembro de 2012.O custo da mordomia é de R$ 4,4 milhões mensais e R$243,9 mil de 13° salário.
Babás
O fim do período de fériasescolares provocou umacorrida de mães porcandidatas para cuidar de suascrianças. A diretora da agênciade treinamento e seleçãoCuidar Bem, Aline Gomes(
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), explica: “A procura porcuidadores de idosos semprefoi maior do que todas asoutras funções, mas neste mêsas candidatas ao cargo de babáforam as que mais seapresentaram em nossoespaço. A principal justificativa– mais de 200 pedidos desde oinício do ano – é o término do período de férias dos pais edas crianças, e a volta à rotina escolar.”
Bochincho no mercado
Bruno Melcher, que deixou recentemente o comando dasoperações sucroalcooleiras da Louis Dreyfus no Brasil,vem sendo assediado por um fundo americanointeressado em comprar participações em usinas no País.
Favas quase contadas
Não será surpresa se o ex-presidente do Banco CentralHenrique Meirelles (PSD de Kassab) for o candidato a vicena chapa de José Serra (PSDB) à prefeitura de São Paulo.
Francês na Casa da Suíça
 Amanhã, às 16h, na Casa da Suíça, a importadora Terralvai promover uma degustação especial de vinhos. Serácomandada pelo ex-cônsul francês Erick Recchia, cujafamília é dona dos vinhedos na região do Touraine, ondeestão os grandes castelos que formam o Vale dos Reis.
Pipoca previne envelhecimento
Cientistas da Universidade de Scranton, na Pensilvânia,revelaram uma importante descoberta em uma reuniãoda Sociedade Química Americana, em San Diego, nosEstados Unidos. A pipoca, já apontada como bomalimento para a dieta devido a seu baixo teor calórico,pode prevenir o envelhecimento.
FROM POMONA.
O ex-presidente Lula estará no Rio dia3 de maio. Virá para o semináriosobre investimentos na África,no BNDES, no Centro da cidade.
DIET.
O consumo moderado,mas regular, de chocolate podecontribuir para omagrecimento. É o que indicaestudo recente da Universidadeda Califórnia, em San Diego(EUA).
DIVULGAÇÃO
Ficoorgulhosa
De Graça Foster,presidente da Petrobras,sobre ser chamada de“Dilma da Dilma”
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aziz.ahmed@jcom.com.br
AZIZ AHMED
C
ONFIDENCIAL
COMÉRCIO EXTERIOR
FRANCISCO CARLOS DE ASSIS
DA AGÊNCIA ESTADO
O ex-ministro do Desenvol-vimento, Indústria e ComércioExterior e atual membro doConselho de Administração daBrasil Foods, Luiz FernandoFurlan, disse ontem ter preo-cupação com o risco de umarecaída protecionista do Bra-sil. Ele fez a observação ao serquestionado sobre a insistên-cia do governo brasileiro emmanter, no âmbito da Organi-zação Mundial do Comércio(OMC), o debate sobre o ajustede políticas comerciais à va-riação cambial para evitar pre- juízos ao setor produtivo.Ontem, o embaixador bra-sileiro na OMC, Roberto Aze-vedo, disse que o País “querter o direito reconhecido deelevar tarifas de importaçãoou implementar barreiras to-das as vezes que uma valori-zação excessiva do câmbioafetar a entrada de produtosno País e prejudicar a indús-tria nacional”.“Acho que algumas medi-das são importantes, mas te-nho preocupação com umarecaída protecionista do Bra-sil”, disse Furlan. “Estamosusando algumas desculpasprotecionistas para justificarnossa deficiência em tomarmedidas que desonerem aprodução e aumentem a com-petitividade. Colocaria toda aminha energia em uma agen-da de competitividade, melho-rando a infraestrutura, simpli-ficando a burocracia, desone-rando e tratando do custo dodinheiro para a produção, quenão pode ser comparado como custo do dinheiro para con-sumo. Essas coisas são funda-mentais”, sugeriu.Um exemplo dado por Fur-lan como sendo de cunho pro-tecionista foi o aumento de 30pontos percentuais na alíquo-ta do Imposto sobre ProdutosIndustrializados (IPI) para car-ros importados. A medida foiadotada pelo governo federalem meados de setembro.“É uma medida heterodoxa,não se sustenta na OMC e ogoverno sabe disso”, afirmou.“Foi uma medida meio padrãoargentino, que ameaça comtributação se a empresa nãoinvestir no País. Até tem dadocerto (algumas montadorasestão anunciando investimen-tos no Brasil), mas esta é umacantilena perigosa. Você tomauma medida heterodoxa, elaproduz um resultado e vocêacha que isso é legal. Mas oprotecionismo não é caminhode desenvolvimento de umpaís do porte do Brasil.”O ex-ministro lembra que,quando foi convidado a assu-mir o Ministério do Desenvol-vimento, em 2002, uma dasprimeiras perguntas que fez aLuiz Inácio Lula da Silva foi seele teria uma política prote-cionista ou apoiaria uma polí-tica de expansão das exporta-ções e de conquista de merca-dos. “Eu disse: olha, presiden-te, se o senhor acha que temde ter uma política protecio-nista eu não sou a pessoa cer-ta”, afirmou.Para o ex-ministro, hoje àfrente de um dos maioresgrupos industriais e exporta-dores do País, o Brasil deveser um “atacante”, ou seja,tem de conquistar mercado,identificar as oportunidadese buscar resultados, “sem jo-gar na retranca”.
Furlan critica ‘recaída protecionista’
 
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Estamos usando algumas desculpasprotecionistas para justificar nossa deficiênciaem tomar medidas que desonerem a produçãoe aumentem a competitividade.”
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INDICADORES
Cai uso da capacidadeinstalada na construção
DA AGÊNCIA ESTADO
O nível de utilização da capa-cidade instalada da indústria demateriais de construção atingiu82% em março, queda de 5 pon-tos percentuais na comparaçãocom março de 2011, quando oindicador ficou em 87%, e recuode 1 ponto percentual ante fe-vereiro, quando o percentualera de 83%. As informações sãode pesquisa mensal divulgadaontem, da Associação Brasileirada Indústria de Materiais deConstrução (Abramat), entida-de que conta atualmente com49 empresas filiadas.O estudo ainda apontou quea indústria, em sua maioria(60%), considerou “boas” asvendas do setor em março, en-quanto 36% as classificaram co-mo “regulares” no período. Jácom relação às expectativas so-bre as ações do governo para odesenvolvimento do setor nospróximos 12 meses, a indústriaestá mais pessimista. Em feve-reiro, 54% se mantinha otimistae em março, esse percentualpassou para 41%.O presidente da Abramat, Walter Cover, afirmou, em nota,que o foco das conversas entre aassociação e o governo será adesoneração fiscal e da folha depagamentos e defesa comercial.“O ano de 2011 não foi muitopositivo para a indústria de ma-teriais, que pretendia crescer9% no inicio do ano e fechou omesmo com 2,9%. É preciso,portanto, retomar alguns pon-tos importantes, como o ritmomais acelerado das obras doprograma Minha Casa Minha Vida e do Programa de Acelera-ção do Crescimento (PAC), e adesoneração do setor”, declarouCover.
PREÇOS.
 A inflação da constru-ção civil, medida pelo ÍndiceNacional de Custos da Constru-ção - Mercado (INCC-M), foi de0,37% em março, após ter regis-trado taxa de 0,42% em feverei-ro, informou ontem a FundaçãoGetulio Vargas (FGV).

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