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O que é Empreendedor Individual

O que é Empreendedor Individual

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10/08/2012

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O QUE É EMPREENDEDOR INDIVIDUAL ?
Considera-se EI o empresário individual a que se refere o art. 966 da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 - Código Civil, que tenha auferido receita bruta, no ano-calendário anterior, deaté R$ 60.000,00 e que seja optante pelo Simples Nacional.
O
Empreendedor Individual
é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como
pequeno empresário
.Para ser um
empreendendor individual
, é necessário faturar, no máximo, até
R$ 36.000,00
 por ano, não ter participação em outra empresa como sócio ou titular e ter um empregadocontratado que receba o salário mínimo ou o piso da categoria.Lei Complementar nº 128, de 19/12/2008, criou condições especiais para que o trabalhadorconhecido como informal, possa se tornar um
Empreendedor Individual legalizado
.
Qual a diferença entre empreendedor individual e pessoa jurídicaconvencional
O empreendedor, ou empresário, individual não possui ato constitutivo, nem ésociedade, e, portanto, não promove o registro em nenhum órgão que não seja a ReceitaFederal do Brasil (CNPJ).Mas o empreendedor individual não possui ato constitutivo, mesmo porque ele estásozinho, não possui sócio, acionista, participante, e, portanto, não tem como assinar umcontrato ou estatuto social.Os órgãos de registros também não aceitariam um contrato (uma declaração de vontadeunilateral no caso) sem a presença de duas partes interessadas, formando umasociedade.
O Empreendedor Individual
 – 
MEI
 – 
 possui personalidade jurídica própria oué apenas um ente equiparado?
01 jun
Por Raphael Bernardes da Silveira
 
 
A criação de um novo regime de tributação, destinado aos empreendedores individuaisque auferem receita bruta anual até R$ 36.000,00 (trinta e seis mil reais) reergue adiscussão a respeito da personalidade jurídica do empreendedor individual.A necessidade pela discussão sobre o assunto veio à baila numa conversa informal comum grande amigo, Felipe José companheiro de jornada do SEBRAE/PR.Diante disso, é aconselhável uma breve exposição sobre a matéria juntamente com aexposição de algumas convicções pessoais sobre o assunto, a fim de instigar osinteressados a expor seus pontos de vista.Pois bem, apresentando o problema de uma maneira simples, a pergunta que pretende-seresponder é aquela que consta do título: O Empreendedor Individual na forma instituídapela Lei Complementar nº 128/2008 possui personalidade jurídica própria ou não?Claro que a resposta não é simples. E qualquer resposta proferida sem a devida pesquisamerece ser vista com reservas.Mas esse espaço também não comporta debates teóricos profundos, devido ao seuobjetivo que é auxiliar os empreendedores em geral em casos práticos.Por esses motivos, seguir-se-á a linha de raciocínio adotada por Pontes de Miranda,segundo o qual a personalidade jurídica será de acordo com as normas jurídicasvigentes, motivo pelo qual é exigível que primeiramente se consulte o Código Civil.Inclusive no próprio texto do artigo 18-A, § 1º, da Lei Complementar nº 123/2006 estádisposto que [...] considera-se MEI o empresário individual a que se refere o art. 966 daLei no 10.406, de 10 de janeiro de 2002
 – 
 
Código Civil [...]”.
 Referido dispositivo legal do Código Civil considera como empresário [...]quem exerceprofissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de
 bens ou de serviços”, mas exclui “[...] quem exerce profissão intelectual, de naturezacientífica, literária ou artística [...]”.
 Portanto, diante uma leitura fria do texto do Código Civil, conclui-se que osprofissionais que exercem atividades intelectuais, científicas, literárias ou artísticas, nãosão empresários.Diante dessa análise surge outra dúvida: quem exerce atividades intelectuais, científicas,literárias ou artísticas estão excluídos da opção pelo MEI? Ou somente se elas estiveremtributadas pelos Anexos IV e V da LC 123/2006 (Art. 18-A, § 4º, I, LC 123/2006)?
Voltando para o foco dessa análise, o artigo 985 do Código Civil estabelece que “a
sociedade adquire personalidade jurídica com a inscrição, no registro próprio e na forma
da lei, dos seus atos constitutivos (arts. 45 e 1.150)”.
 
 
O empreendedor, ou empresário, individual não possui ato constitutivo, nem ésociedade, e, portanto, não promove o registro em nenhum órgão que não seja a ReceitaFederal do Brasil (CNPJ).E nesse ponto, o Código Civil, quando dispõe da personalidade jurídica, estabelece no
artigo 45 que “começa a existência legal das pessoas jurídicas de direito privado com ainscrição do ato constitutivo no respectivo registro [...]”.
 No
vamente buscando o fundamento no Código Civil, o artigo 1.150 determina que “o
empresário e a sociedade empresária vinculam-se ao Registro Público de EmpresasMercantis a cargo das Juntas Comerciais, e a sociedade simples ao Registro Civil dasPessoas Jurí 
dicas [...]”.
 Portanto, analisando de forma literal a legislação mencionada, para adquirirpersonalidade jurídica o empresário deve vincular-se ao registro adequado, arquivandoseus atos constitutivos.Mas o empreendedor individual não possui ato constitutivo, mesmo porque ele estásozinho, não possui sócio, acionista, participante, e, portanto, não tem como assinar umcontrato ou estatuto social.Os órgãos de registros também não aceitariam um contrato (uma declaração de vontadeunilateral no caso) sem a presença de duas partes interessadas, formando umasociedade.Diante desses argumentos, a conclusão preliminar, submetida à discussão nesse fórum,é a de que o empreendedor individual, inclusive o previsto no artigo 18-A da LC123/2006 não possui personalidade jurídica própria, confundindo-se com a pessoanatural.E nesse ponto, o Código Civil, quando dispõe da personalidade jurídica, estabelece no
artigo 45 que “começa a existência legal das pessoas jurídicas de direito privado com a
inscrição do ato consti
tutivo no respectivo registro [...]”.
 
 Novamente buscando o fundamento no Código Civil, o artigo 1.150 determina que “o
empresário e a sociedade empresária vinculam-se ao Registro Público de EmpresasMercantis a cargo das Juntas Comerciais, e a sociedade simples ao Registro Civil das
Pessoas Jurídicas [...]”.
 Portanto, analisando de forma literal a legislação mencionada, para adquirirpersonalidade jurídica o empresário deve vincular-se ao registro adequado, arquivandoseus atos constitutivos.(http://empreendedorindividual.wordpress.com/2010/06/01/o-empreendedor-individual-mei-possui-personalidade-juridica-propria-ou-e-apenas-um-ente-equiparado/)
Desvantagens e vantagens

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