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EDIÇÃO 771 ON LINE 05 04 2012

EDIÇÃO 771 ON LINE 05 04 2012

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Ano XV - 771|Três Passos, quinta-feira, 5 de abril de 2012R$ 3,00
 
Diretores
: Adelar Breitenbach e Jerônimo Breitenbach
Jornalistas responsáveis:
Clóvis Machado e Carlos Roberto Grün
Editor:
Carlos Roberto Grün
Redação:
Carlos Roberto Grün e Tiago Borges
Diagramação/Arte:
Marco Aurélio Debesaitis
Impressão Correio do Povo
Os conceitos e opiniões assinadas são de responsabilidade do colunista.
 
 ASSINATURA:
 Anual:......................R$ 100,00Semestral:.................R$ 60,00Correio (anual):........R$ 240,00Correio (semestral):...R$ 90,00
 Filiado à Adjori  Associação dos Jornais do Interior do RioGrande do Sul 
Fundado em 19 de abril 1997
Fone/Fax: (55) 3522-1030atosefatos@difusoraceleiro.com.brwww.difusoraceleiro.com.br
 Adelar Breitenbach & Cia Ltda.Inscrição Estadual: 148/0046733 - CNPJ 04.480.825/0001-01 Av. Santos Dumont, 240 - CEP 98600-000 - Três Passos/RS
Periodiciade:
Semanal 
GERAL
Atos e Fatos
 Jornal
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 Quinta-feira, 5 de abril de 2012Quinta-feira, 5 de abril de 2012 
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GERAL
 Dra. Caroline Helena Lazzarotto de Lima Fisioterapeuta - CREFITO 5 96804-F  Pós Graduada em Saúde Pública/Saúde da Mulher - PREMUS/PUCRS Formação em Reequilíbrio Somato-Emocional 
Gelo ou calor?
A grandeza da solidão
Preste Atenção!
Tu sabes que o resfriado escorre quando o corpo não chora.E que a dor de garganta entope quando não é possível co-municar as aflições.O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.O corpo engorda quando a insatisfação aperta.A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.O coração também enfarta quando chega a ingratidão.A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.O peito aperta quando o orgulho escraviza.A pressão sobe quando o medo aprisiona.A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteirasda imunidade.&&&Preste atenção!&&&O plantio é livre, a colheita, obrigatória...Preste atenção então no que tu estás plantando...Pois será a mesma coisa que irás colher!&&&Normalmente, os sintomas aparecem três dias após o “acon- tecido”, descubra o que te prejudicou e coloque para fora, emconversa com amigos. Amigos confortam e curam!Por isso, te cuida, tchê! Porque tua saúde e tua vida dependemdas tuas escolhas!&&&E escolha ser feliz!&&&Mário Quintana disse:“Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueçaque a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá--la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade.”&&&
Um abraço para meu amigo Douglas Tesche.
Informe-se sobreo desconto no IR
O uso da crioterapia e termoterapia comorecurso fisioterapêutico
As aplicações do calor ou do frio são recursos valiosos naprática da fisioterapia. As terapias com o calor (termoterapia)e com o frio (crioterapia) não levam à cura de nenhuma enfer-midade, porém, são instrumentos importantes que auxiliam no tratamento de várias patologias ortopédicas e neurológicas, e,em especial, nos casos de lesões músculo-esqueléticas.Como dito anteriormente, estes são recursos sintomáticos,ou seja, não curam, mas aliviam os sintomas, pois, quandoaplicados adequadamente, reduzem o espasmo muscular(“rigidez muscular”) e a dor, facilitando e preparando a regiãoafetada para a aplicação das demais técnicas fisioterapêuticas.A utilização do gelo nas lesões é muito antiga, dizem queantes de Cristo, o gelo já era utilizado para “analgesia” (alívioda dor). Esta modalidade terapêutica tem como objetivo reduzira dor, o espasmo muscular, fluxo sanguíneo local e regional, di-minuir o metabolismo, para, em casos agudos, reduzir os efei- tos do processo inflamatório e do edema (inchaço) através daremoção do calor corporal, e assim, a temperatura dos tecidos.A “terapia com calor”, ou termoterapia, proporciona ao pa-ciente uma sensação mais agradável e confortável, porém limi- ta-se apenas aos casos onde o objetivo é de aliviar as dores,diminuir a rigidez articular, e promover o relaxamento muscular,desde que na ausência de edemas e hematomas. O calor au-menta a circulação corporal e acelera o metabolismo. Para talobjetivo podemos utilizar compressas de água, bolsas, imersãocom água quente e infravermelho.Mas afinal, quando utilizar gelo e quando utilizar calor?Apesar de parecer haver uma controvérsia sobre este tema,ela não existe. É consenso geral entre os profissionais que nasprimeiras 24 a 72 horas após a lesão, gelo é a melhor opção.O calor tende a danificar ainda mais as paredes dos vasossanguíneos já fragilizados pela lesão, promovendo a perda defluídos e consequentemente o aumento do inchaço na região,prejudicando a cicatrização. Por outro lado, a aplicação de geloajuda a manter a integridade dos vasos. Embora inicialmente ogelo promova uma vasoconstrição (constrição dos vasos san-guíneos e linfáticos), pode-se perceber após alguns minutos, avasodilatação (dilatação dos vasos), que pode ser evidenciadacom o avermelhamento da pele na região onde se aplica o gelo.Por outro lado, no tratamento pós-agudo, ou seja, de deza quinze dias depois da lesão, o uso de calor é benéfico, au-mentando a circulação, acelerando o metabolismo, reduzindoo espasmo muscular, facilitando o alongamento e melhorandoa mobilidade.Mesmo assim, em qualquer período, no qual se observaedema (inchaço) e dor em decorrência da sobrecarga após afisioterapia, que é “necessária” para a recuperação, o gelo tam-bém deve ser utilizado, bem como o contraste, que consisteno uso intercalado de gelo e calor (bombeamento circulatório).O mesmo acontece após a retirada do gesso, por exemplo.Neste caso, o calor seria indicado para facilitar a mobilidade daarticulação imobilizada, mas pode gerar edema, que acabariarestringindo a movimentação. Por este motivo, o gelo seria aalternativa.Enfim, podemos estar utilizando os benefícios de ambas as terapias, porém com os devidos cuidados e precauções. Para tal, é de fundamental importância a participação de um profis-sional qualificado para que o tratamento seja eficiente.Nos casos de dúvida, sobre as indicações e dosa-gem das aplicações, procure um fisioterapeuta!
Se considerarmos nossa existência como um quartoonde a maioria de nós só experimenta um canto ou umafaixa onde caminhamos de um lado para o outro, percebe-mos a relativa segurança que nos dá um ambiente conhe-cido, sem nada que nos possa angustiar. Não há receiodo nosso mundo, ele não é nosso inimigo. Mimetizamos tanto com a vida, que se ficarmos bem quietinhos, iremosnos confundir com a paisagem. Tudo na natureza crescee se defende a seu modo e se constitui em algo próprio apartir de si, procurando existir a qualquer preço e contra toda resistência.A solidão é inerente ao ser humano; não é uma condiçãoque possamos escolher ou abandonar, o que não impedeque desejemos sair dela, principalmente daquela em meioaos outros. Se for grande, só nos resta alegrar-se com isso.O que seria de uma solidão sem grandeza? Nas horas emque a solidão cresce, aumenta junto o impulso de substituí--la por uma companhia qualquer desde que concorde ummínimo conosco. É o desejo de sair do isolamento que podenos levar a torná-la efetivamente uma viagem ao nosso in- terior. Ao nos apropriarmos da nossa solidão, penetramosno estranhamento característico da ausência de paisagens.Os alvos que costumamos mirar fogem de nós e não hánada ao nosso redor, a distância captada é infinita.Quando orientamos nossa vida para buscar e não temero que é trabalhoso, o que agora é estranho se tornará fami-liar. É preciso coragem para amar os perigos que existemnos abismos a atravessar e no medo que eles nos desper- tam; arriscados que são, mas igualmente nossos. É bomser solitário, pois a solidão é crucial; o fato de uma coisaser difícil tem de ser mais um motivo para fazê-la, pois fazparte do aprendizado do viver.Só se pode desejar cheio de confiança e paciência,deixando trabalhar em nós a grandiosa solidão que atuaráde modo decisivo e sutil em tudo o que experimentamos.Como uma influência anônima, como o sangue de ante-passados que percorre as nossas veias, compondo com onosso próprio sangue o que somos de único a cada novamudança de vida.Quem fosse retirado de seu quarto às pressas e postono alto de uma montanha sentiria uma insegurança semigual, um abandono inominável que quase o aniquilariam.Ele pensaria estar caindo ou sendo arrastado pelos ares oudestroçado em mil pedaços. Seu cérebro precisaria inven- tar uma desculpa plausível para decodificar o que estivessesendo captado pelos sentidos. É assim que todas as me-didas e distâncias se alteram para quem se torna solitário.Desses transtornos surgem sensações estranhas que ultra-passam a medida do suportável. No entanto é necessárioque vivamos também isso. Precisamos aceitar a nossaexistência em todo o seu alcance; mesmo o inexplicável tem de ser possível nela. No fundo é esta a única coragemque se exige de nós; sermos valentes diante do que nosparece estranho, maravilhoso.O fato de sermos covardes diante do que não conhe-cemos causa danos à vida. O medo do inexplicável empo-breceu a existência individual e limitou as relações entre aspessoas. Como que transferidas do leito de um rio de infi-nitas possibilidades para um local ermo da margem, ondenada acontece. A indolência faz as relações humanas serepetirem de modo monótono e sem renovação de caso acaso. A timidez diante de qualquer experiência imprevista;para a qual não nos consideramos amadurecidos tambémfaz o seu estrago. Quem está pronto para tudo não excluinada, nem mesmo o mais enigmático. Assim, viverá a re-lação com o próximo como algo vivo e irá até o fundo desua existência.
 
POLÍTICA
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 Quinta-feira, 5 de abril de 2012Quinta-feira, 5 de abril de 2012 
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GERAL
* Prof.
Osmar Antonio Bonzanini 
 – Graduado em CiênciasContábeis, com Especialização em Controladoria, Mestreem Desenvolvimento, Gestão e Cidadania e Doutorando emGestão. Professor e coordenador do curso de graduação emCiências Contábeis e das Especializações em Controladoriae Auditoria e Perícia Contábil da URI/FW. Consultor, como profissional liberal, em Sistemas Contábeis de Gestão.Contatos através do e-mail bonzanini@uri.edu.br.
O assunto, mesmo não sendo novo, não sai da pauta. Temasempre presente em todas as campanhas presidenciais, a ele-vada carga tributária a que os brasileiros são submetidos podeser a causadora dos modestos resultados em termos de cres-cimento. Sim, é isso mesmo: a cada ponto percentual de au-mento da carga tributária, perdemos meio ponto de alta do PIB.Com certeza, isso é muito ruim para todos nós. Mas o bomdessa notícia é que a mesma baseia-se em um estudo inédito,feito pelo economista e fundador do Movimento Brasil Eficien- te (MBE), Paulo Rabello de Castro. Ou seja, não são bravatasda oposição, muito menos, distorções da situação. Trata-sede resultado de um estudo sério, confiável e do qual podemosprojetar cenários. Além disso, o governo pode, a partir das con-clusões, deixar para trás a fase do discurso e ir para a prática.E aqui vale a máxima e sempre verdadeira: tempo é dinheiro!Segundo o estudo de Castro, na última década nossa carga tributária cresceu sete pontos percentuais. Com isso, passoude 29% para 36% do Produto Interno Bruto – PIB. Estamos ba- tendo todos os recordes na arrecadação de tributos federais,o que poderia conduzir à visão de que, com tanto ingresso dereceita, o Estado esteja organizado. Sabemos que não é bemassim. O que ocorre, é que todo esse aumento da carga tributá-ria acaba por roubar a capacidade de investimento.Já referi aqui, em textos anteriores, a má qualidade dos ser-viços entregues pelo Estado e um dos pontos do estudo feitopor Rabello de Castro, aponta que 70% da despesa pública,nos três níveis é na realidade, um gasto estéril! O que ocorre,de acordo com o estudo realizado, é uma mera transferênciade A para B, com interferência de C – que é o governo. No fim,não se produziu nada, nem houve investimento em saúde oueducação.Visando mudar o atualquadro, onde o governo fe-deral administra reações àcrise externa ou com relaçãoà perda de competitividadeda indústria nacional, o Movi-mento Brasil Eficiente propõe que a presidente tenha corageme governe para o longo prazo. Além de pensar para 2020, pre-cisamos, urgentemente, acabar com o manicômio tributário,onde somos obrigados a conviver com mais de 30 impostos sóna circulação de mercadorias. Mais uma vez, a idéia do impos- to único, além de facilitar a vida dos contribuintes, melhorariao processo de fiscalização e cobrança do tributo. Porém, numpaís em que a tabela do IRPF apresenta uma defasagem de43,5% frente à inflação (nos últimos 15 anos) e que com isso,coloca 6,3 milhões de contribuintes, a mais, nas garras do leão,não se pode ter muitas esperanças.A sensação que tenho, cada vez mais, é que estamos per-dendo para nós mesmos! Enquanto algo maior do que o estudode Rabello de Castro, além de seu trabalho frente ao MBE, nãosurgir, forçando a mudança definitiva e necessária, continuare-mos nesse mesmo rumo.Aproveito para desejar, aos leitores do semanário, uma san- ta e feliz Páscoa.
Até a próxima semana, com a graça de Deus.
Carga tributária e crescimento do País:seria o motivo do atraso?
No dia 29 de março o presidente daAssembleia Legislativa do Rio Grande doSul, Alexandre Postal (PMDB), confirmouparceria da Casa com o Tribunal RegionalEleitoral do Estado (TRE-RS) para a reali-zação da c
ampanha 16 Anos, uma idadeinesquecível. A intenção é estimular osjovens a votarem a partir dessa idade,já que o alistamento do eleitor só é obri-gatório a partir dos 18 anos, sendo elefacultativo dos 16 anos aos 17 anos. Olançamento foi agendado para o dia 9 deabril, no TRE-RS. A reunião foi realizadano Palácio Farroupilha com a participa-ção do presidente em exercício do TRE,desembargador Gaspar Marques Batista.Postal - que ingressou jovem na ativi-dade pública e como militante partidário-, garantiu apoio à iniciativa por sua rele-vância para a democracia. Pela campa-nha, a expectativa é ampliar em 50% onúmero de jovens eleitores entre 16 e 17anos. De acordo com o desembargador,a parceria com o Parlamento deverá im-pulsionar o interesse pela confecção do título eleitoral, haja vista exemplos posi- tivos de ações conjuntas realizadas emperíodos anteriores. No Rio Grande doSul, 99.718 cidadãos dessa faixa etáriajá possuem o documento para votar nopróximo pleito.A campanha foi realizada anteriormen- te em 2002, 2004 e 2010. Na edição de2004, o Estado registrou 200 mil jovenscom título eleitoral.Os jovens têm até odia 9 de maio parafazer o documento.Quem completar16 anos até o diadas eleições, 7 deoutubro, tambémpode se habilitarpara votar naseleições de 2012.Mais informaçõespodem ser obtidasno site www.tre-rs.jus.br ou pelos te-lefones 148 e (51)3230 9600.O superinten-dente de Comunicação da AssembleiaLegislativa, Marcelo Villas-Bôas partici-pou do encontro, lembrando que haveráapoio da Associação Gaúcha de Emisso-ras de Rádio e Televisão (Agert) à cam-panha. Também esteve presente RenatoSagrera, assessor de comunicação doTRE. (Agência de Notícias)
Campanha de estímulo a voto aos 16 anos
 
TIRADENTES DO SUL -
A prefeitura inau-gurou na última sexta-feira, dia 30 de março,a galeria de ex-prefeitos de Tiradentes doSul. As fotos foram expostas no gabinete daprefeitura, estando à disposição dos muníci-pes que quiserem conhecer um pouco maisda história e gestões do município.A solenidade de inauguraçãoiniciou com momento cívico, seguida dedepoimentos dos ex-prefeitos Helio Scheu-ermann, Flávio Schneider, representando oex-prefeito Florentino Schneider (em memó-ria) e Reneo Adelmo Conrat. (Assessoria deImprensa)
Inauguradagaleria de fotosde ex-prefeitos
A Associação dos Municí-pios da Região Celeiro (Amu-celeiro) realizou no dia 30 demarço de 2012, a partir das14 horas, assembleia ordinárianas dependências da Unijuí -Campus Três Passos. O eventocontou com a presença dosprefeitos, procuradores muni-cipais, vereadores, presidentesde partidos, além do Dr. Gla-dimir Chiele, da empresa Con-sultoria em Direito Público dePorto Alegre, da deputada ZiláBreitenbach.A parlamentar falou do projeto de lei que cria oficialmen- te a Região Celeiro. Explicou que foram feitas alterações eque o projeto novamente será proposto à Assembleia paraposterior sanção do governador Tarso.O Dr Gladimir Chiele esclareceu diversas dúvidas dosadministradores municipais, tendo em vista o ano eleitoral.Reforçou alguns artigos importantes da legislação vigente,principalmente no que diz respeito ao cumprimento de pra-zos e aplicação do dinheiro público. Chiele manifestou suaindignação frente ao Projeto de Lei 35/2012, proposto peloTribunal de Contas, que torna mais rígidas as punições aosgestores que cometerem infrações. A proposta aumentaem até 1.300% o valor das multas aplicadas a prefeitos,vice-prefeitos e secretários municipais. Chiele argumentouque esse aumento não irá diminuir a corrupção, pois sefosse assim, o Estado do Maranhão, que tem multas ex-cessivas, seria exemplo para o Brasil, fato que na prática não seconfirma.O presidente Jair Schmitt reforçou o convite a todos para o pró- ximo dia 10 de abril, em frente à Assembleia Legislativa de PortoAlegre, onde os prefeitos do RS estarão reunidos em manifestocontra este projeto de Lei do Tribunal de Contas.A próxima reunião da Amuceleiro será realizada em Santo Au-gusto, dia 27 deste mês, no Instituto Federal Farroupilha. (Asses-soria de Imprensa)
Três Passos sediou assembleia da Amuceleiro

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