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A NEOTENIA NA EVOLUÇÃO HUMANA

A NEOTENIA NA EVOLUÇÃO HUMANA

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL (UFRGS)INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANASFACULDADE DE HISTÓRIADIR03308 – PRÉ-HISTÓRIA GERAL (TURMA B)PROFa. SILVIA MOEHLECKE COPÉPORTO ALEGRE, JUNHO DE 2003
A NEOTENIANA EVOLUÇÃO HUMANA
Elaboração:EVERTON CAPORALEJOEL LEAL CARDOSOJOSÉ ALFREDO RODRIGUESMÁRCIO MENDES CARVALHONESTOR AUGUSTO SCHAEDLER
 
2
SUMÁRIOSUMÁRIO ....................................................................................... 2INTRODUÇÃO .............................................................................. 3I – A ABORDAGEM DE LEWIN E LEAKEY .......................... 5II – O EVOLUCIONISMO DE STEPHEN JAY GOULD .......10CONCLUSÃO ........................................................................... 14BIBLIOGRAFIA.......................................................................... 16
 
3
INTRODUÇÃO
 A humanidade, desde Charles Darwin, tem continuamente tentadodecifrar as origens dos seres humanos através do pensamento evolutivo. Quandocontemplados pelo homem, os seres vivos lhe despertam reflexões sobre amarcha do tempo. O inexorável curso do tempo enxerga a gestação, onascimento, a maturação e a morte dos seres vivos, bilhões deles que foramprotagonistas dos cenários da vida desde o surgimento desta no universo háoutros bilhões de anos. A reprodução, as relações entre gerações, os ciclos defloração, o nascimento e morte dos seres vivos, são fenômenos repetitivos eperiódicos, e a aparente variação temporal nada mais é do que parte de um ciclosempre presente, mas imutável, onde o tempo parece não ter direção.Essa dualidade de percepção dos fenômenos naturais, que permeiatanto a geologia quanto a biologia, foi tratada por grandes pensadores, desdetempos remotos. O evolucionismo adquiriu os seus contornos científicosdefinitivos no século XIX, com Charles Darwin. A partir daí, poderosos cérebrosse ocuparam desse apaixonante tema, entre eles três cientistas de primeira linha,cujos textos são aqui analisados, quais sejam Richard Leakey, Roger Lewin eStephen Jay Gould.Em 1836, Geoffrey Saint-Hilaire, o famoso naturalista francês, aoobservar as feições e o comportamento dos orangotangos adultos e seus filhotesno zoológico de Paris, retratou-se de uma conclusão anterior de que seriam degêneros diferentes, baseado em espécimes de museu. O contraste surpreendenteentre pais e filhos, somado à instigante semelhança dos filhotes com os sereshumanos adultos, levou o cientista a afirmar que pais e filhos dos orangotangosdiferem entre si mais do que o cachorro do urso.

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