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NBR 14538 - Lampada Fluorescente Com Reator Integrado a Base Para Iluminacao Geral - Requisitos D

NBR 14538 - Lampada Fluorescente Com Reator Integrado a Base Para Iluminacao Geral - Requisitos D

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Sede:Rio de JaneiroAv. Treze de Maio, 13 28º andarCEP 20003-900 – Caixa Postal 1680Rio de Janeiro – RJTel.: PABX (21) 210-3122Fax: (21) 220-1762/220-6436Endereço eletrônico:www.abnt.org.br
ABNT – AssociaçãoBrasileira deNormas Técnicas
Copyright © 2000,ABNT–Associação Brasileirade Normas TécnicasPrinted in Brazil/ Impresso no BrasilTodos os direitos reservados
JUN 2000
NBR 14538Lâmpada fluorescente com reatorintegrado à base para iluminaçãogeral - Requisitos de segurança
Origem: Projeto 03:034.01-032:1998ABNT/CB-03 - Comitê Brasileiro de EletricidadeCE-03:034.01 - Comissão de Estudo para Lâmpadas ElétricasNBR 14538 - Self-ballasted lamps for general lighting services - SafetyrequirementrsDescriptors: Lamp. Lighting serviceEsta Norma foi baseada na IEC 60968:1988 e Emenda nº 1:1991Válida a partir de 31.07.2000Palavras-chave: Lâmpada. Iluminação 11 páginas
Sumário
Prefácio
1
Objetivo
2
Referências normativas
3
Definições
4
Prescrições gerais e de ensaio
5
Identificação
6
Intercambiabilidade
7
Proteção contra choque elétrico
8
Resistência de isolamento e rigidez dielétrica após tratamento com umidade
9
Resistência à torção
10
Elevação de temperatura da base
11
Resistência ao calor
12
Resistência à chama e ignição
13
Condições de falha
ANEXOSA
Ensaio para se determinar quando uma parte condutora é uma parte viva que pode provocar choque elétrico
B
Medição de corrente de fuga em alta freqüência
Prefácio
A ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas - é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujoconteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB) e dos Organismos de Normalizão Setorial(ABNT/ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delasfazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito dos ABNT/CB e ABNT/ONS, circulam para Consulta Pública entreos associados da ABNT e demais interessados.Esta Norma baseia-se na primeira edição da IEC 60968:1988 e já incorpora a emenda n
o
1:1991.Nesta Norma, os seguintes caracteres são utilizados:- Requisitos propriamente ditos: caracteres romanos;
- Métodos de ensaio: caracteres itálicos; 
- Notas explanatórias: caracteres romanos pequenos.
Esta Norma contém o anexo A, de caráter normativo, e o anexo B, de caráter informativo.
Cópia não autorizada
 
NBR 14538:20002
1 Objetivo
Esta Norma especifica os requisitos de segurança e intercambiabilidade, juntamente com os métodos de ensaio econdições requeridas para demonstrar a conformidade de lâmpadas fluorescentes tubulares, com dispositivos integrados àbase para controlar o acendimento e o funcionamento estável (lâmpadas com reator integrado), destinadas ao usodoméstico e iluminação geral similar, tendo:- potência nominal até 60 W, inclusive;- tensão nominal de 100 V a 250 V;- freqüência nominal de 50 Hz ou 60 Hz;- bases com rosca Edison.
NOTAS1 As prescrições e tolerâncias permitidas por esta Norma são relativas ao ensaio de tipo. A conformidade da amostra para o ensaio de tiponão garante a conformidade de toda a produção do fabricante com esta norma de segurança.2 No Brasil são aceitas somente lâmpadas que operem atendendo os requisitos mínimos desta Norma nas seguintes tensões e freqüência:127 V ou 220 V com freqüência de 60 Hz.3 O bulbo da lâmpada contém mercúrio metálico (Hg).
2 Referências normativas
As normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para estaNorma. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita a revisão,recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usarem as edições maisrecentes das normas citadas a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento.NBR IEC 60061-1:1998 - Bases de lâmpadas, porta-lâmpadas, bem como gabaritos para o controle da intercambiabi-lidade e segurança - Parte 1: Bases de lâmpadasNBR IEC 60360:1996 - Método-padrão para determinação da elevação da temperatura da base da lâmpadaIEC 60061-2:1969 - Lamp caps and holders together with gauges for the control of interchangeability - Part 2:LampholdersIEC 60061-3:1969 - Lamp caps and holders together with gauges for the control of interchangeability - Part 3: GaugesIEC 60238:1996 - Edison screw lampholdersIEC 60249-1:1982 - Base materials for printed circuits - Part 1: Test methodsIEC 60695-2-1:1991 - Fire hazard testing - Part 2: Test methods - Section 1: Glow wire test and guidanceIEC 60695-2-2:1991 - Fire hazard testing - Part 2: Test methods - Section 2: Needle-flame test
3 Definições
Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as seguintes definições:
3.1 lâmpada com reator integrado à base:
Conjunto que não pode ser desmontado sem ser permanentemente danifi-cado, provido de uma base de lâmpada e incorporando uma fonte de luz, bem como os elementos adicionais necessáriospara acendimento e operação estável da fonte de luz.
3.2 tipo:
Lâmpadas que, independentemente do tipo de base, são equivalentes em características fotométricas e elétricas.
3.3 tensão nominal:
Tensão ou faixa de tensão de rede à qual se destina a lâmpada de acordo com a declaração dofabricante.
3.4 tensão de ensaio:
Tensão em que os ensaios são realizados.
3.5 potência nominal:
Potência total, em watts, absorvida pelo conjunto formado pelo reator e a lâmpada funcionando nascondições nominais de tensão e freqüência.
3.6 freqüência nominal:
Freqüência de rede à qual se destina a aplicação da lâmpada.
3.7 fluxo luminoso nominal:
Fluxo marcado na lâmpada ou declarado como tal pelo fabricante ou vendedor responsável.
3.8 manutenção do fluxo luminoso:
Fluxo luminoso em um dado momento na vida da lâmpada, dividido pelo valor inicialdo fluxo da lâmpada, sendo o resultado expresso como uma porcentagem do fluxo luminoso inicial.
3.9 valores iniciais:
Características fotométricas e elétricas no final do período de 100 h de sazonamento.
3.10 vida (individual de uma lâmpada):
Período de tempo, em horas, durante o qual uma lâmpada completa funciona atéque ocorra a falha ou até que seja atingido outro ponto estabelecido nesta Norma como critério de avaliação da vida dalâmpada.
Cópia não autorizada
 
NBR 14538:20003
3.11 vida mediana (vida até 50% de falhas):
Período de tempo, em horas, durante o qual 50% das lâmpadas atingem ofim de suas vidas individuais.
3.12 vida mediana nominal (vida nominal até 50% de falhas):
Vida declarada pelo fabricante ou vendedor responsávelcomo sendo o intervalo de tempo, em horas, no fim do qual é esperado que 50% das lâmpadas de qualquer quantidadesignificativa atinjam o fim de suas vidas individuais.
3.13 cor:
As características de cor de uma lâmpada são definidas pela cor percebida e pela reprodução da cor.a) a cor própria de uma lâmpada é chamada de cor percebida ou aparência de cor e é definida em termos de valorestristímulos espectrais (coordenadas de cromaticidade), de acordo com recomendações da
International Commission on Illumination - CIE; 
b) as características espectrais da luz emitida por uma lâmpada têm um efeito na aparência dos objetos que ela ilumina;este efeito é chamado de reprodução da cor.
3.14 cor nominal:
Aparência de cor conforme declarada pelo fabricante ou vendedor responsável, ou cor correspondente àdesignação da cor marcada na lâmpada.
3.15 tempo de acendimento:
Tempo necessário, após ligação à tensão de alimentação, para que a lâmpada acendacompletamente e permaneça acesa.
3.16 tempo de estabelecimento de regime (tempo para atingir 80% do fluxo luminoso nominal):
Tempo necessário,após a ligação à tensão nominal de alimentação, para que a lâmpada alcance 80% de seu fluxo luminoso estabilizado.
3.17 tempo de estabilização:
Tempo que a lâmpada necessita permanecer acesa para se obterem característicaselétricas e fotométricas estáveis de funcionamento.
3.18 ensaio de tipo:
Ensaio ou série de ensaios realizados em uma amostra para ensaio de tipo, com o objetivo deverificar a conformidade do projeto de um dado produto com os requisitos da especificação correspondente.
3.19 amostra para ensaio de tipo:
Amostra consistindo em uma ou mais unidades similares, apresentada pelo fabricanteou vendedor responsável para ser submetida ao ensaio de tipo.
3.20 fator de potência - Símbolo FP(
λλλλ
):
Potência medida na entrada de alimentação do conjunto reator e lâmpada.
3.21 lâmpada com alto fator de potência:
Lâmpada com fator de potência não inferior a 0,92.
NOTA - O fator de potência leva em consideração a distorção da forma de onda da corrente de alimentação.
3.22 elevação de temperatura da base (
t
S
):
Elevação da temperatura (acima da ambiente) da superfície de um porta-lâmpada padrão de ensaio, montado em uma lâmpada, quando medida de acordo com o método-padrão descrito naNBR IEC 60360.
3.23 parte viva:
Parte condutora que pode, em condições normais de uso, provocar choque elétrico.
3.24 temperatura máxima de funcionamento do invólucro da base de uma lâmpada - Símbolo t
c
:
Valor máximo detemperatura admissível na superfície externa do invólucro da base (ou no local indicado, se houver) funcionando emcondições normais e alimentada com a tensão nominal ou no limite superior da faixa de tensão nominal e temperaturaambiente para os quais foram especificados.
3.25 eficiência (lm/W):
Relação entre o fluxo luminoso nominal e a potência nominal.
4 Prescrições gerais e de ensaio4.1
As lâmpadas com reator integrado devem ser projetadas e construídas de maneira tal que, em uso normal, funcionemconfiavelmente e não apresentem nenhum perigo ao usuário ou ao ambiente.
Em geral, a conformidade é verificada pela realização de todos os ensaios especificados.
4.2
Todas as medições, a menos que seja especificado diferentemente, devem ser realizadas em tensão e freqüêncianominais, em um ambiente sem correntes de ar, a uma temperatura de 25
o
C ±1
o
C.Se as lâmpadas são marcadas com uma faixa de tensão, a tensão nominal é tomada como a média da faixa de tensãomarcada.
NOTA – Para lâmpadas comercializadas para o uso no território brasileiro, as medições devem ser realizadas em tensão de 127 V ou220 V, e freqüência de 60 Hz.
4.3
As lâmpadas com reator integrado são unidades seladas em fábrica, não sendo passíveis de reparos. Porém, parasimular as condições anormais ou de falha (conforme seções 12 e 13), elas podem ser abertas.
5 Identificação5.1
As seguintes informações devem ser obrigatoriamente marcadas nas lâmpadas, de forma legível e permanente:a) marca de origem (que pode assumir a forma de marca comercial, nome do fabricante ou nome do revendedorresponsável);b) tensão ou faixa de tensão nominal (marcada em "V" ou "volts");c) potência nominal (marcada em “W” ou “watts”);
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