Welcome to Scribd, the world's digital library. Read, publish, and share books and documents. See more
Download
Standard view
Full view
of .
Look up keyword
Like this
2Activity
0 of .
Results for:
No results containing your search query
P. 1
Historico Ate o Protocolo Da Representacao No

Historico Ate o Protocolo Da Representacao No

Ratings: (0)|Views: 235|Likes:
Published by marcus fidelis
Acontecimentos relacionados à implantação de viadutos, desde novembro de 2007 à representação feita por entidades ao MP em abril.
Acontecimentos relacionados à implantação de viadutos, desde novembro de 2007 à representação feita por entidades ao MP em abril.

More info:

Published by: marcus fidelis on Dec 12, 2008
Copyright:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

06/17/2009

pdf

text

original

 
Histórico do Projeto do Viaduto e Trincheira na Praça doChafariz até o protocolo da representação no MP
A decisão da Prefeitura de Goiânia de buscar solucionar os problemas dotrânsito construindo viadutos gerou intensa polêmica, tanto na seção decartas de O Popular, como entre diferentes representantes da populaçãogoianiense, tais como urbanistas, arquitetos, estudantes, ou simplescidadãos preocupados com o futuro da cidade. Apresentamos, abaixo, umrápido histórico das manifestações do poder municipal, bem como dasarticulações de diferentes instâncias a respeito.No dia 3 de novembro, sexta-feira, matéria de O Popular informava que naquinta ou sexta-feira seguinte (dia 9 ou 10)seria inaugurado o viaduto daPraça do Ratinho (custo de R$ 6 milhões), com duas semanas de atraso. Namesma cerimônia seria aberto o processo licitatório do outro viaduto, naPraça do Chafariz (custo de R$ 20 milhões). No entanto, desde o início dasemana vinha sendo articulada, por provocação da sociedade, uma mesaredonda para debater o tema, na Faculdade de Arquitetura da UCG, queterminou por ser confirmada para o dia 8, quarta-feira.Antes disso, no dia6 de novembro, terça-feira, à tarde,a SEPLAMconvocou uma reunião no Paço Municipal, à qual compareceram diversasentidades em que os presentes condenaram quase unanimemente a obra.No dia 8 de novembro, quinta-feira, às 9h30h., foi realizada, no auditório daFaculdade de Arquitetura da UCG, mesa redonda com a SEPLAM, SMT,CMTC, Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB) e professores da Faculdade.Esta reunião vinha sendo articulada desde duas semanas antes. O próprioSecretário de Planejamento esteve presente. Houve, por parte dos técnicospresentes, crítica ao uso de viadutos como solução contemporânea para osproblemas de trânsito, que seriam equivalentes a um mero band-aid paratratar uma fratura exposta. A despeito disso, a fala do secretário foi nosentido de que a obra seria feita, mesmo diante dos argumentos técnicoscontrários.No dia 9 de novembro, a Prefeitura inaugurou o viaduto da Praça do Ratinho.Matéria de O Popular do dia seguinte informava um custo finalde R$ 7,3milhões, superior ao previsto em 21,6 %.A licitação para o da Praça doChafariz não fora aberta, segundo o prefeito, devido a "um questionamentofeito por técnicos e urbanistas quanto à viabilidade de se fazer um elevadono local e a sugestão de alteração do projeto para construção de umatrincheira, igual à da Praça do Ratinho, está sendo avaliada por técnicos daPrefeitura", acrescentando que em poucos dias haveria uma definição e que,se entendesse que os urbanistas tinham razão, teria humildade para trocar o
 
projeto. Se não, iriaabrir a licitação (com base no projeto já pronto) nasemana seguinte.O questionamento citado era o da mesa redonda, com a diferença de que lánão se falou de mudar o projeto, mas da inadequação de viadutos, dequalquer tipo.No domingo, dia 11 de novembro, o jornal HOJE registrava que o prefeitoIris Rezende tinha pressa na votação do projeto de lei que encaminhara àCâmara de Goiânia, em que pedia autorização para abrir créditos adicionaisde natureza suplementar até o limite de 35%. O prefeito justificava asuplementação para viabilizar, entre outros, o programa de habitação e aconstrução do viaduto da Praça do Chafariz. Com a autorização, o prefeitodaria inicio ao viaduto, cujo edital já estava pronto para ser publicado.Na segunda-feira, dia 13, a Câmara Municipal divulgou que no dia 19haveria audiência pública para discutir a proposta de suplementação e sua justificativa referente à construção do viaduto da T-63, promovida pelaComissão de Finanças em conjunto com as Comissões do Meio Ambiente,Desenvolvimento Econômico e Social e Mista.Nesta audiência estiveram presenteso coronel Sanches, da SMT, umarquiteto daCOMOB e um diretor da AMMA, convidados de última hora pelovereador Bruno Peixoto (então líder do governo), vez que o presidente dacomissão não o fizera. Não havia ninguém da SEPLAM. O tom foi o mesmoda mesa redonda na Faculdade de Arquitetura: a obra seria feita, a despeitodas considerações por parte de muitos dos presentes, incluindocomerciantes e moradores da região, de que aquele deveria ser o início dodebate.A vereadora Marina Santana tinha que devolver o projeto, ao qual haviapedido vistas, até as 18h., horário em que terminou a audiência. Segundoela, a despeito das dúvidas surgidas, por estarem atreladas duas propostasno projeto (a construção do viaduto e os R$ 53 milhões para moradiapopular), elateriaque aprová-lo naquelemomento. Daria, contudo,continuidade àdiscussão, que no projeto não havianenhumdetalhamento do queseria feito, deixando evidente que não havia nenhumprojeto pronto para a obra. A sugestão era de que uma próxima audiênciafosse feita na Faculdade de Arquitetura ou, pelo menos, em algum prédio naPraça Universitária.Dois aspectos chamaram a atenção: na Faculdade de Arquitetura, um dosurbanistas havia comentado que um viaduto traz outro, num efeito dominóinterminável e de custo infinito, e o próximo seria, evidentemente nocruzamento da Marginal Botafogo com a 136. Pois oCoronel Sanches

You're Reading a Free Preview

Download
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->