Welcome to Scribd, the world's digital library. Read, publish, and share books and documents. See more
Download
Standard view
Full view
of .
Look up keyword
Like this
3Activity
0 of .
Results for:
No results containing your search query
P. 1
A colaboração histórica entre NAZISTAS e SIONISTAS

A colaboração histórica entre NAZISTAS e SIONISTAS

Ratings: (0)|Views: 154|Likes:
Published by rcunha35
É fato histórico que os sionistas fizeram acordos com nazi-fascistas para expulsarem na porrada os judeus pobres que se aproximavam do movimento operário, para povoarem a região da Palestina e garantir a ocupação e a solidifição do estado nazista de Israel. E isto, pra quem não sabe, foi escrito por um historiador israelita. Não é à toa que existe, e de forma bastante organizada, uma organização chamada 'Judeus Unidos Contra o Sionismo' (Naturei Karta). Ou seja, sionistas e nazistas sempre andaram de mãos dadas, desde o princípio.
É fato histórico que os sionistas fizeram acordos com nazi-fascistas para expulsarem na porrada os judeus pobres que se aproximavam do movimento operário, para povoarem a região da Palestina e garantir a ocupação e a solidifição do estado nazista de Israel. E isto, pra quem não sabe, foi escrito por um historiador israelita. Não é à toa que existe, e de forma bastante organizada, uma organização chamada 'Judeus Unidos Contra o Sionismo' (Naturei Karta). Ou seja, sionistas e nazistas sempre andaram de mãos dadas, desde o princípio.

More info:

Published by: rcunha35 on Apr 18, 2012
Copyright:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as DOC, PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

12/15/2012

pdf

text

original

 
A colaboração histórica entre NAZISTAS eSIONISTAS
Por KALINKA 08/10/2006 às 21:39
É fato histórico que os sionistas fizeram acordos com nazi-fascistas paraexpulsarem na porrada os judeus pobres que se aproximavam do movimentooperário, para povoarem a região da Palestina e garantir a ocupação e asolidifição do estado nazista de Israel. E isto, pra quem não sabe, foi escrito porum historiador israelita. Não é à toa que existe, e de forma bastanteorganizada, uma organização chamada 'Judeus Unidos Contra o Sionismo'(Naturei Karta). Ou seja, sionistas e nazistas sempre andaram de mãos dadas,desde o princípio.
É fato que a colaboração dos dirigentes sionistas com os nazistas está amplamentedocumentada e que o exemplo mais revelador foi o de Rudolf Kastner, vice-presidenteda Organização Sionista,que negociou com Eichmann. Que a Gestapo, em 1935,expediu uma circular à polícia alemã dizendo que os sionistas não deveriam sertratados com o mesmo rigor de que os demais judeus. Que dirigentes sionistasromperam o boicote antifascista mundial contra Hitler, através das companhiasHaavara e Paltreu, cujo empreendimento teve a participação de futuras autoridades deIsrael como Ben Gurion, Moshé Sharret (ou Moshé Shertok), Golda Meir e Levi Eshkol.O forte anti-semitismo da Alemanha nazista e suas políticas não impediu que houvessecolaboração entre o estado nazista e o sionismo. Adolf Hitler e seu grupo viam nosionismo como uma forma de resolver o problema judaico em seu país, de forma aesvaziar a Europa dos judeus. Muitos grupos e autoridades sionistas, em troca deganhos políticos, estiveram indiferentes a tragédia de seu próprio povo.ANTECEDENTESAntes da Alemanha nazista os sionistas colaboraram com outro estado anti-semita, aRússia czarista, poucos anos antes da Revolução Russa. Por volta de 1903 TheodorHerzl se encontrou com o ministro do interior Viatcheslav von Plehve, um dos grandesincitadores de pogroms da época. Segundo o próprio Herzl, 'os anti-semitas serãonossos amigos mais fiéis, e os Estados anti-semitas nossos mais firmes aliados'(Theodore Herzls zionistische Schriften, Leon Kellner, ed., ester Teil, Berlin: JudischerVerlag, 1920, p. 190). Em meio a Guerra civil russa, o líder sionista revisionistaVladimir Jabotinsky fez acordos com outro grande anti-semita da época, SymonPletiura.O SIONISMO E ASCENSÃO DO TERCEIRO REICHAlgumas organizações sionistas viram a ascenção de Hitler e o Terceiro Reich naAlemanha com bons olhos, chegando-o a elogiá-la como uma forma de renascimentoda vida nacional alemã que os judeus deveriam se espelhar. Na época entre aascenção de Hitler ao poder e a Segunda Guerra Mundial a Alemanha nazista ainda nãocogitava o extermínio físico dos judeus que viviam sob seu domínio, e tentou a táticada 'dessamilição' cultural, de forma a acentuar a identidade religiosa dos judeus queviviam na Alemanha. Robert Weltsch, editor-chefe do jornal sionista JüdischeRundschau, uma publicação voltada para a comunidade judaica alemã, incentivavaentusiasticamente seus leitores a utilizarem a Estrela Amarela imposta por Hitler: 'Use-a com orgulho, a Estrela Amarela!'. Nessa mesma época a circulação do jornal deWeltsch subiu de por volta de 5 a 7 mil exemplares para 40 mil. Em 1935 atracou em
 
Haifa um navio de passageiros vindo do porto alemão de Bremerhaven capitaneadopor um membro do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães e compassageiros sionistas. Este navio tinha uma bandeira com a suástica nazista no mastroao mesmo tempo que tinha no convés letras em hebraico dizendo 'Tel-Aviv'.INCENTIVOS NAZISTASEnquanto o Terceiro Reich perseguia os judeus que viviam sob seu domínio, haviamcampos especiais de treinamento para o trabalho agrícola na Palestina para jovenssionistas. Em agosto de 1933 foi firmado entre oficiais alemães e Chaim Arlosoroff (secretário político da Agência Judaica) o Acordo Ha'avara (palavra hebraica paratransferência). Tal acordo era o cérebro da cooperação entre nazistas e sionistas.Através de tal acordo incomum, cada judeu interessado em ir para a Palestinadepositava dinheiro em uma conta especial na Alemanha, e tal dinheiro era utilizadopara comprar máquinas, ferramentas, fertilizantes e outros materiais agrícolas feitosna própria Alemanha. Tudo isso era exportado para a Palestina e vendido pelacompanhia judaica Ha'avara em Tel-Aviv. Dinheiro das vendas era dado para osimigrantes judaicos quando chegavam na Palestina correspondente ao seu depósito naAlemanha.COMO SE DEU ESSA COLABORAÇÃO ENTRE NAZISTAS E SIONISTAS?Segundo o historiador Ralph Schoemnman: "Quando alguém tenta explicar isso paraas pessoas, elas geralmente ficam chocadas, e perguntam: o que poderia motivar talcolaboração? Os judeus foram perseguidos e oprimidos por séculos na Europa e, comotodo povo oprimido, foram empurrados, impelidos a desafiar o establishment, o statusquo. Os judeus eram críticos, eram dissidentes. Eles foram impelidos a questionar aordem que os perseguia. Então, o melhor das mentes da inteligência judia foi impelidopara movimentos que lutavam por mudanças sociais, ameaçando os governosestabelecidos. Os sionistas exploraram esse fato a ponto de dizer para vários governosreacionários, como o dos mares na Rússia, que o movimento sionista iria ajudá-los aremover esses judeus de seus países. O movimento sionista fez o mesmo apelo aokaiser na Alemanha, obtendo dele dinheiro e armas. Eles se reivindicavam como amelhor garantia dos interesses imperialistas no Oriente Médio, inclusive para osfascistas e os nazistas (...) Em 1941, o partido político de Itzhak Shamir (conhecidohoje como Likud) concluiu um pacto militar com o 3º Reich alemão. O acordo consistiaem lutar ao lado dos nazistas e fundar um Estado autoritário colonial, sob a direção do3º Reich. Outro aspecto da colaboração entre os sionistas e governos e Estadosperseguidores dos judeus é o fato de que o movimento sionista lutou ativamente paramudar as leis de imigração nos EUA, na Inglaterra e em outros países, tornando maisdifícil a emigração de judeus perseguidos na Europa para esses países. Os sionistassabiam que, podendo, os judeus perseguidos na Europa tentariam emigrar para osEUA, a Grã- Bretanha, o Canadá. Eles não eram sionistas, não tinham interesse ememigrar para uma terra remota como a Palestina. Em 1944, o movimento sionistarefez um novo acordo com Adolf Eichmann. David Ben Gurion, do movimento sionista,mandou um enviado, de nome Rudolph Kastner, para se encontrar com Eichmann naHungria e concluir um acordo pelo qual os sionistas concordaram em manter silênciosobre os planos de exterminação de 800 mil judeus húngaros e mesmo evitarresistências, em troca de ter 600 líderes sionistas libertados do controle nazista eenviados para a Palestina. Portanto, o mito de que o sionismo e o Estado de Israel sãoo legado moral do holocausto tem um particular aspecto irônico, porque o que omovimento sionista fez quando os judeus na Europa tinham a sua existência ameaçada
 
foi fazer acordos, e colaborar com os nazistas." (Revista Teoria e Debate, FundaçãoPerseu Abramo).Outras fontes também analisam o caso com profundidade:"A colaboração dos dirigentes sionistas com os nazis está amplamente documentada. Oexemplo mais revelador talvez seja o de Rudolf Kastner, vice-presidente daOrganização Sionista. Foi com ele que Eichmann negociou na deportação dos judeusda Hungria. Estes dois homens chegaram a um acordo no sentido de que Eichmanndeixaria sair 'ilegalmente' alguns milhares de judeus 'de elite' ? sionistas ? com destinoà Palestina (seus trens inclusive foram escoltados pela polícia alemã). Em troca disso,'a ordem e a tranquilidade' reinariam nos campos de concentração desde ondeestavam sendo conduzidos centenas de milhares de judeus em direção a Auschwitz.(...) Eichmann chegaria a ponderar que o Dr. Kastner havia sacrificado seuscorreligionários por um ?ideal'. Para conseguir o seleto direito a tal 'ideal' ? 1.685 judeus escolhidos pela Organização Sionista, 'úteis' para a colonização da Palestina ?Kastner garantiu a Eichmann que 470 mil judeus sairiam para os campos da mortesem opor resistência alguma, pois não lhes seria dito que estavam sendo conduzidosao extermínio, lhes fariam crer que era um simples translado."(Mundo Obrero, deLeslie Feinferg, 2002)."(...) Se o acordo (de Eichmann e Kastner) foi um ato desesperado, uma tentativa desalvar ao menos umas quantas centenas de judeus, então como se explica que, anosdepois, a Corte Suprema de Israel santificasse a memória de Kastner com oargumento de que 'os judeus húngaros eram um ramo morto'?" (Revista Memoria,México)."(...) Segundo o juiz Halevi, durante o julgamento de Eichmann, Kastner interveio parasalvar um de seus interlocutores nazistas... Kurt Becher. O testemunho de Kastner, noprocesso de Nuremberg fez com que (Becher) escapasse do castigo. O juiz Halevi foitaxativo: 'Não houve nem verdade nem boa fé no testemunho de Kastner. Ele perjurouclaramente ante este Tribunal, quando negou que intercedeu em favor de Becher.Além disso ocultou este importante fato: sua diligência em favor de Becher foi feita emnome da Agência Judaica e do Congresso Mundial Judeu... e foi por isso que Becher foiposto em liberdade pelos Aliados'."Depois do julgamento, a opinião pública israelense se agitou. No jornal Haaretz, o Dr.Moshé Keren escreveu em 14 de julho de 1955: 'Kastner deveria ser condenado porsua colaboração com os nazistas'. E o vespertino Yediot Aharonoth (23 de junho de1955) explicou porque isso não seria possível: ?Se Kastner for levado ao tribunal, ogoverno (israelense) como um todo correria o risco de desmontar-se totalmente ante anação, como consequência daquilo que tal processo descobriria'.O que corria o risco de ser descoberto era que Kastner não havia atuado sozinho, massim em combinação com outros dirigentes sionistas que naquele momento faziamparte do governo. A única forma de evitar que Kastner falasse e detonasse o escândaloera que desaparecesse. Efetivamente ele morreu, de forma providencial, assassinadona escadaria do Palácio da Justiça." (Les mythes fondateurs de la politique israélienne,Roger Garaudy)."Em virtude do estatuto privilegiado do sionismo na Alemanha nazista, a Gestapo daBaviera, em 28 de janeiro de 1935, dirigia à polícia alemã a seguinte circular: 'Osmembros da organização sionista, por sua atividade orientada à emigração à Palestina,

You're Reading a Free Preview

Download
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->