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Resumo Direito Comercial - Parte Histórica e Teoria da empresa

Resumo Direito Comercial - Parte Histórica e Teoria da empresa

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Published by Fabiana Brisky
Resumo de Direito Comercial - História do Direito Comercial e Teoria da Empresa
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Resumo de Direito Comercial - 1ª Prova – Profº João Irineu
NEGRÃO, Ricardo.
Manual de Direito Comercial e de empresa.
São Paulo: Saraiva, 2007 +anotações pessoais + slides.Aluna: Fabiana Brisky - 3º ano MB - UEPGHistória do Direito Comercial:
 
O direito Comercial surgiu à margem do Direito Civil, de raízes romanas.
 
Idade Média -> Sistematização; conjunto de regras e pricípios.
 
Origem ligada à afirmação de uma civilização burguesa e urbana.
1ª FASE: Mercados e trocas
– séc. XII a XVI
 
Comerciantes;
 
Figura dos cônsules nas corporações de ofício;
 
Os “juízes” eram os “cônsules dos comerciantes”, que tinham as funções de defender ahonra e a dignidade das corporações (funções políticas), observar e fazer observar osestatutos (funções executivas) e julgar as causas (funções judiciais);
 
Nascimento dos mercados/feiras cobertas;
 
Primeiros títulos de crédito;
 
Primeiros bancos;
 
Contrato de seguro -> úteis para os mercadores que atravessavam lugares perigosos.
 
Uso das marcas e sinais distintivos;
 
Surgimento das primeiras companhias e sociedades familiares;
 
Aspecto da Universalidade Cosmopolita;
2ª FASE: Mercantilismo e colonização
– séc. XVII a XVIII
 
Expansão colonial;
 
Evolução das grandes sociedades, sob autorização estatal (“as associações são lícitas,desde que o Rei as autorize”);
 
Surgimento das codificações regendo matéria de direito marítimo;
 
Desenvolvimento das redes comerciais ligando o Oriente à Europa;
 
Sociedade anônima (1604)- Cia Holandesa das Índias Orientais
3ª FASE: Liberalismo econômico
– séc. XIX
 
1806- Código Napoleônico (
Code de Commerce
)
 
Surge o conceito objetivo de comerciante: aquele que pratica, com habitualprofissionalidade, atos de comércio;
 
Afasta-se a ideia de “direito dos comerciantes” para estabeler o Direito Comercial como“direito dos atos de comércio”.
 
4ª FASE: Direito de Empresa
– Atual
 
Fase subjetiva – Moderna
 
Leva em conta o empresário - Art. 966 do Código Civil: Considera-se empresário quemexerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou a circulaçãode bens ou de serviços.
Fontes do Direito Comercial
:
 
Primárias: CF, Código Civil, Código Comercial e leis comerciais em geral (95%).
 
Secundárias (LICC – Art 4º): Analogia, costumes e princípios gerais do direito.
Características:
 
Cosmopolitismo: Universalizado
 
Individualismo: O lucro está diretamente ligado ao interesse individual.
 
Onerosidade: Obtenção de lucro, não se concebe na atividade comercial a gratuidade.
 
Informalismo: Presunção de boa-fé.
 
Fragmentarismo: Complexo de normas que deixa muitas lacunas. Diversas leis paralelas.
 
Solidariedade presumida
 
Massificação: Direito aplicado repetidamente; contrato pré-negociado/de adesão.TEORIA DA EMPRESA
Empresa e Empresário
Conceito de Empresa - Conjunto de normas e princípios que regem a atividade econômicaorganizada para a produção e a circulação de bens e serviços exercidos, profissionalmente, peloempresário, por meio de estabelecimento, no interesse da coletividade.Quatro perfis jurídicos para o fenômero econômico da empresa (Asquini):
Perfil SUBJETIVO
: Aspecto subjetivo de quem exerce a empresa, ou seja, o empresário.
 
Art. 966 do Código Civil: Considera-se empresário quem exerce profissionalmente atividadeeconômica organizada para a produção ou a circulação de bens ou de serviços.
 
Exercício profissional: Habitualidade, pessoalidade e monopólio de informações sigilosassobre a atividade.
 
Espécies de empresários:- Individual - Empresa individual de responsabilidade limitada (EIRELI) (art. 980-A).- Coletivo - Sociedade empresária.
 
 
Condições para o exercício da atividade empresarial (CAPACIDADE):
Decorre da capacidade civil (Art. 5º, CC);Art. 972 do Código Civil: Podem exercer a atividade de empresário os que estiverem em pleno gozoda capacidade civil e não forem legalmente impedidos.
Sociedade Marital:
 
Era proibido sociedade entre marido e mulher porque o código Napoleônico previa que amulher era relativamente incapaz. Princípio do poder marital.
 
Protegia o dote, com o objetivo de evitar a perda do patrimônio da família da mulher.Irrevogabilidade do regime de bens do casamento.Hoje - Art. 1.639 do Código Civil: É lícito aos nubentes, antes de celebrado o casamento, estipular,quanto aos seus bens, o que lhes aprouver.Art. 977 do Código Civil: Faculta-se aos cônjuges contratar sociedade, entre si ou com terceiros,desde que não tenham casado no regime da comunhão universal de bens, ou no da separaçãoobrigatória
 
Proibe: Comunhão universal (Art. 1667 e 1671, CC) e separação obrigatória (Art. 1641, CC)
 
Permite: Separação absoluta (Art. 1678, CC), comunhão parcial (Art. 1658, CC) eparticipação final dos aquestos (Art. 1672, CC).Participação em sociedade: originária ou derivada.
 
A mulher não pode entrar no quadro de sócios nem posteriormente, no caso de o marido jáser sócio de terceiros.
 
Sociedade anterior ao casamento celebrado em separação obrigatória - Gonçalves Netoentende que não implica em dissolução da sociedade por conta de ser ato jurídico perfeitoe direito adquirido. (Art. 5º, XXXVI da CF: a lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada).
 
Descumprimento do art 977 acarreta em responsabilidade ilimitada e pessoal dos cônjuges.Outorga uxória/marital:Art. 978 do Código Civil: O empresário casado pode, sem necessidade de outorga conjugal,qualquer que seja o regime de bens, alienar os imóveis que integrem o patrimônio da empresa ougravá-los de ônus real.
PROIBIÇÕES:
(Fonte:http://joaoirineu.blog.uol.com.br/)
 
Os funcionários públicos não podem participar de gerência ou administração de sociedade privada,personificada ou não personificada, salvo a participação nos conselhos de administração e fiscal deempresas ou entidades em que a União detenha, direta ou indiretamente, participação no capitalsocial ou em sociedade cooperativa constituída para prestar serviços a seus membros, e exercer ocomércio, exceto na qualidade de acionista, cotista ou comanditário; Esta proibição estende-setambém aos conselheiros do CADE
 
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