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Resumo de Ciclo de Krebs

Resumo de Ciclo de Krebs

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06/18/2013

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Resumo de Ciclo de Krebs
 
A glicose, outros açúcares e ácidos graxos, precisam ser degradados em AcetilCoA, a entrada deste grupo no ciclo de Krebs é a maior forma de recepção decombustível. O ciclo de Krebs acontece na matriz mitocondrial. O aceptor finaldos elétrons liberados nas reações de oxidação do ciclo é o O2, o qual éreduzido à H2O. Esta é um importante produto na oxidação de qualquercombustível, assim como o ATP e o CO2.
 
 
Metabolismo do piruvato:
O piruvato pode ser reduzido à lactato, essa reaçãoé reversível e ocorre com maior intensidade em uma célula muscular ematividade intensa, ou numa hemácia. No entanto, a reação de lactato gerandopiruvato só ocorre no fígado (gliconeogênese ). Outro destino do piruvato(3C) éreceber um grupamento amino (reação de transaminação), gerando alanina. Opiruvato também pode receber mais um carbono na forma de CO2, numareação de carboxilação (enzima piruvato carboxilase), formando ooxaloacetato(4C), o qual é um intermediário do ciclo de Krebs(esse processoconsome ATP). O destino do piruvato em questão é a sua descarboxilação.
 
 
O piruvato é oxidado em acetil CoA e CO2:
essa reação é um processoirreversível e é chamada de descarboxilação oxidativa. Ela é catalisada pelocomplexo piruvato desidrogenase, e tem participação de uma coenzima( CoA).Nessa reação uma carboxila é liberada do piruvato em forma de CO2, e restaum grupo acetil do acetil CoA; é formado também um NADH( redução de NAD),o qual, doa um íon hidreto(H
-
) para o oxigênio na cadeia respiratória,normalmente, gerando energia em forma de ATP. O acetil CoA que entra no
ciclo também pode ser originado de aminoácidos e de ácidos graxos, esses aa’s
também podem ser convertidos intermediários de ciclo. Esse processo possuiuma descarboxilação e uma oxidação; o piruvato perde elétron, e o NAD é oaceptor desse elétron.
 
O complexo piruvato desidrogenase requer cinco coenzimas:
FAD, NAD, CoA,lipoato e tiamina pirofosfao(TPP). A enzima 1 (piruvato desidrogenase)temcomo coenzima, a TPP, que é derivada da vit B1(tiamina). Esta E1 tem um papelimportante na descarboxilação do piruvato. A E2 tem como coenzima, o lipoato(ou ac. Lipóico) e a CoA, as vitaminas que as originam são, respectivamente, olipoato e o pantotenato. Essa enzima atua como carreador de acil. Já a E3, temcomo coenzimas, FAD e NAD, que são derivados, respectivamente, dasvitaminas riboflavina e niacina. Sua função é transportar elétrons. Além dessastrês enzimas do complexo PDH, existem duas enzimas importantes, a PDHkinase, que fosforila e regula o complexo PDH, e a PDH fosfatase, quedefosforila as enzimas do complexo. Todas essas vitaminas são ingeridasatravés na nutrição.
 
 
 
O complexo piruvato desidrogenase consiste 3 enzimas diferentes:
a piruvatodesidrogenase(E1), a dihidrolipoil transacetilase (E2) e a dihidrolipoildesidrogenase (E3); cada uma delas possui três moléculas de lipoato ligadacovalentemente.
 
Regulação da piruvato desidrogenase:- regulação alostérica:
a enzima pode ser modulada pelo ATP, pelo acetil CoA epelo NAD reduzido (NADH), ambos inibem sua atividade (somente quando emalta concentração). Esta inibição seria o tipo de inibição pelo acúmulo doproduto. Quando se aumenta os níveis de ATP, aumenta-se também os níveisde acetil CoA e de NADH, portanto, os 3 moduladores inibiram a formação deacetil CoA e NADH. O acúmulo de ATP é um sinal de que a célula está numbalanço energético positivo, NADH e acetil CoA elevados, também sãosinalizadores de um balanço energético positivo, ou seja, a célula estáproduzindo mais energia do que gastando.
OBS
:
 
as atividades anaeróbicasconsomem menos gordura do que as aeróbicas, porque a atividade anaeróbicasó usa como combustível a glicose, a qual pode ser fermentada; já a atividadeaeróbica, queima mais ác
ido graxo e aa’s. Isso acont
ece porque o acumulo deác. Graxo é quebrado em moléculas de acetil CoA, esse acetil CoA inibe a PDH,inibindo a conversão de piruvato em acetil CoA, isso vai aumentar aconcentração de piruvato na célula. Neste caso, por exemplo, a célulamuscular vai preferir usar ác. graxo como combustível, ao invés de glicose.
 - regulação hormonal:
as enzimas PDH fosfatase e PDH kinase, regulam o nívelde fosforilação da enzima. Quando ela está defosforilada, está ativa, e quandofosforilada, está inativa. Portanto, qualquer hormônio que aumente afosforilação da enzima, irá inativá-la, e vice-versa. Moduladores da PDH k: acetilCoA, ATP, NADH e glugacon, ambos estimulam a PDH k, fosforilando einativando a PDH e, portanto, inibindo a utilização da glicose como combustível(há maior produção de glicose). No caso do glucagon, ele só estimula a PDH kns células que possuem receptores pra ele. Moduladores da PDH f: insulina eCa, ambos estimulam a defosforilação da PDH, ativando-a. A insulina ativa,indiretamente, a produção de acetil CoA, a partir de piruvato, para reduzir aglicemia, porque essa reação consome mais glicose. Nessa situação dehiperglicemia, os hepatócitos e os adipócitos transformam glicose em acetilCoA e, posteriormente, em ácidos graxos.
 
Os intermediários permanecem ligados à superfície das enzimas:
 
 
Reações do ciclo de Krebs:
a oxidação do acetil CoA ocorre da seguinte forma:primeiro o grupo acetil da coenzima é transferido para um composto com 4carbonos, chamada de oxaloacetato(4C), formando o citrato (6C), o qual éconvertido em isocitrato (6C), este é desidrogenado, liberando CO2 e formando
o α
-cetoglutarato (ou oxoglutarato). Este último, é convertido,enzimaticamente, em succinato, que sofre uma reação de três etapas seguidas,dando origem ao oxaloacetato, o qual reage com uma molécula de acetil CoA,fechando o ciclo do acido cítrico. A cada volta do ciclo, entra uma molécula deacetil CoA e são liberadas duas moléculas de CO2; e cada molécula deoxaloacetato é regenerada, e nunca é eliminada do ciclo. Quatro dos oitopassos desse processo são oxidações, e a energia liberada nelas é conservadana formação das coenzimas reduzidas NADH e FADH2.
 
 
Os oito passos do Ciclo de Krebs:1.
 
Formação do citrato:
a 1ª reação do ciclo é a condensação o acetil CoA como oxaloacetato para formar o citrato, catalisada ela enzima citrato sintase.A hidrolise do tiéster intermediário de alta energia torna a reaçãoaltamente exergônica. A CoA liberada é reciclada, podendo participar deoutras reações, inclusive na descarboxilação oxidativa de outra molécula depiruvato pelo complexo da PDH, para formar mais acetil CoA.
 2.
 
Formação do isocitrato via
cis
-aconitato:
a enzima aconitase catalisa atransformação reversível do citrato em isocitrato, por meio da formaçãointermediária do
cis
-aconitato. A aconitase pode promover a adiçãoreversível de água na dupla ligação do cis-aconitato ligado no sitio catalíticoda enzima por dois caminhos, um levando a citrato e outro a isocitrato. Éuma reação de desidratação seguida de uma hidratação; isso ocorre paramudar a hidroxila de posição.
 3.
 
Oxidação do isocitrato à α
-cetoglutarato e CO2:
a enzima isocitratodesidrogenase catalisa a descarboxilação oxidativa do isocitrato parafor
mar α
-cetoglutarato. Essa reação gera NADH.
 4.
 
Oxidação do α
-cetoglutarato à succinil-CoA e CO2:
nesse passo ocorre
outra descarboxilação oxidativa, onde o α
-cetoglutarato é convertido emsuccinil-
CoA e CO2, pela ação do complexo desidrogenase do α
-cetoglutarato. O NAD+ serve como receptor de e
-
( e forma NADH), e o CoA,como carreador do grupo succinil. A energia de oxidação é conservada pelaformação de uma ligação tiéster do succinil-CoA.
O complexo da α
-cetoglutarato desidrogenase assemelha-se em estrutura e função com ocomplexo piruvato desidrogenase.
 5.
 
Conversão do succinil-CoA em succinato:
nesse passo ocorre a únicareação do ciclo que gera energia (ATP/GTP). A enzima que catalisa a reação

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