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Valor Economico - Reportagem Atheniense - Processo eletrônico avança no Judiciário

Valor Economico - Reportagem Atheniense - Processo eletrônico avança no Judiciário

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Reportagem do Jonral Valor Econômico com Alexandre Atheniense analisando as perspectivas da implantação do processo eletrônico no Brasil , publicado em 19/04/2012
Reportagem do Jonral Valor Econômico com Alexandre Atheniense analisando as perspectivas da implantação do processo eletrônico no Brasil , publicado em 19/04/2012

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Published by: Alexandre Atheniense on Apr 24, 2012
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07/08/2013

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(/sites/default/files/gn/12/04/foto19leg-101-eletro-e1.jpg)O advogado Alexandre Atheniense aposta que o papel deve desaparecer do Judiciário em sete ou oito anos
Processo eletrônico avança no Judiciário
Por 
Bárbara Mengardo
Desde dezembro, o trânsito ficou mais calmo no entorno da Vara do Trabalho de Navegantes, em Santa Catarina.Graças à adoção do Processo Judicial Eletrônico (PJ-e), software lançado em junho pelo Conselho Nacional deJustiça (CNJ), advogados não precisam mais se deslocar ao fórum. De seus escritórios, acompanham as decisõesproferidas pelo juiz Luiz Carlos Roveda, que conseguiu reduzir em 70% o tempo gasto com procedimentos burocráticos.Por ser um software livre, o PJ-e é a grande aposta do Judiciário para acabar com o processo em papel. Desde que foilançado, mais da metade dos 91 tribunais brasileiros já demonstraram interesse em adotar o sistema. A esferatrabalhista é a maior entusiasta do projeto. No fim de março, o Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) baixou resolução determinando a adoção do novo programa por todos os 24 tribunais regionais (TRTs) do Brasil, eestabeleceu uma meta ambiciosa: até o fim de 2013, 40% das varas de todo o país devem funcionar com o PJ-e.Tribunais trabalhistas que utilizam outros sistemas também serão obrigados a migrar para o PJ-e, de acordo com aResolução nº 94, de 23 de março. A Justiça do Trabalho definiu ainda que, até o final deste ano, 20% dosmagistrados e servidores devem estar capacitados para utilizar o novo sistema, que continuará por algum tempoconvivendo com outros modelos adotados pelos tribunais do país. Em 2013, a meta é alcançar 50% do pessoal daesfera trabalhista.Hoje, dez tribunais já utilizam o novo processo eletrônico - metade da esfera trabalhista -, e outros seis estão sepreparando para instalá-lo, segundo informações do CNJ. O PJ-e já roda nos tribunais regionais do trabalho deSanta Catarina, Ceará, Mato Grosso, Distrito Federal e Tocantins e Campinas. Cinco varas do trabalho também jáadotaram o projeto e outras 20 devem seguir esse caminho ainda neste ano.De acordo com o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do CSJT, ministro João Oreste Dalazen, o PJedeve ser implantado também, "muito brevemente", na Corte. "Já temos [no TST] uma cultura embrionária do processoeletrônico, com peças fotocopiadas", afirma.Com o avanço do sistema, especialistas apostam que, em menos de uma década, o papel deve desaparecer das mesasdo juízes brasileiros. "Em sete ou oito anos, não haverá mais processos em papel no país", aposta o advogado Alexandre Atheniense, do escritório mineiro Aristoteles Atheniense Advogados. "O modelo de licenciamento é bom. A empresa que desenvolveu o PJ-e cedeu o código fonte ao CNJ. Os tribunais não terão que fazer grandes

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