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O Despertar Do Cristo Interno

O Despertar Do Cristo Interno

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O DESPERTAR DO CRISTO INTERNO
20/05/1998O tema desta noite é "O Despertar do Cristo interno", meta tão importante e tão maravilhosaao ser alcançada. Quem dera todos nós saíssemos daqui, hoje, com o nosso Cristo interno jádesperto. Mas é um começo, para aqueles que já estão trabalhando tal dádiva já há algumtempo, terão a oportunidade de sentir um pouco mais do contato. E para quem está iniciandoou quem nunca conheceu, vai ter a oportunidade de perceber, de ter contato com algoincomum, porque a idéia de Cristo que até agora nós sabíamos, geralmente, é associada aJesus, um ser que veio à carne, veio ao mundo material já há algum tempo e que mudou todaa nossa História, principalmente a ocidental.Então, hoje, quero mostrar que o aspecto crístico não é apenas aquele trazido por Jesus, masaquele que, nessa fase tão importante que o Planeta está vivendo, será marcado em cada umde nós que nos auto-aprimorarmos nessa fase de transição planetária.O despertar do Cristo interno é um meta que tem sido almejada por seres aqui na terra desdeos primórdios das civilizações que surgiram e que desapareceram, ressurgiram. O Cristo éuma coisa pouco conhecida hoje, mal compreendida, mal interpretada. Vejam que Jesus, deforma bem direcionada, veio trazer a mensagem do que é o Cristo há, praticamente, dois milanos.Outros seres, antes dele, também vieram até aqui dar a sua vivência - não apenas a suamensagem, mas a sua vivência - a respeito da personificação do amor, da justiça, dasabedoria e do poder. Personificação essa que se manifesta como Cristo. O nível existencial,o nível consciencial da personificação do Cristo é irradiada de mundos mais sutis para omundo físico. Nós temos no corpo humano diversas coisas que desconhecemos, porque, na escola,estudamos que bem aqui, no coração, nós temos um centro de força cardíaco. Esse centro deforça é sede do nosso sentimento. Muitas pessoas desejam desenvolver o seu cardíaco, o seuamor. No entanto, não podemos esquecer que o centro de força cardíaco não é meramenteuma porta de entrada de energias ou uma porta de saída de energias psíquicas.Para quem nunca estudou sobre os chakras, ao longo do nosso corpo, existem mais de doismil pontos energéticos que concentram energia, absorvem energia, transmitem energia ecirculam energia. Os hindus os chamam de chakras ou rodas. Nós, aqui do Ocidente, usamosmuito o nome de centro de força, centro de energia. Ao longo do corpo, temos mais de doismil e escolhemos principalmente sete. Temos aqui, na base, na região sexual, o chakrachamado chakra base, de onde vem a energia vital que irriga de vitalidade todo o nossocorpo, o Kundalini. Depois, temos, na altura do intestino, do umbigo, o chakra umbilical.Esse chakra umbilical é responsável pela energização dos nossos órgãos do aparelhodigestivo. Ele, associado a outro chakra ou centro de força do plexo solar, que fica noestômago. No entanto, por enquanto, o chakra que vamos explorar não são esses. Visto que o nossotema é Cristo Interior, vamos ver de onde é que se irradia tal força crística em nosso corpo:no coração, o chakra cardíaco, sede de todos os nossos sentimentos elevados. No chakracardíaco se manifesta a vibração de quatro planos. O primeiro plano, a que estamos maisacostumados, é o plano físico, o nível da dimensão física. Essa dimensão física, aogostarmos de alguém, de alguma coisa, ao desejarmos ter um ente querido preservado dequalquer dor, de qualquer sofrimento, ao desejarmos que tal pessoa seja feliz, pelo prazer ou pelo contentamento físico que tal pessoa ou bem ou objeto ou ser, seja vegetal, animal ou
 
mineral, ao desejarmos o bem-estar de tais seres, estamos manifestando, se a fonte de tal bem-estar é o contentamento de ter o contato físico, estamos associados ao cardíaco físico,quer dizer, ao chakra cardíaco modulado na vibração do plano físico, este plano em queestamos vivendo. Ainda não é o Cristo, ainda não é a manifestação de Cristo, quando onosso amor manifesta-se apenas no nível físico, no nível material, no nível corporal.Quando começamos a ter certa afinidade, certo sentimento, independente do contatocorporal, mas ainda há o desejo de troca, onde você ama uma pessoa e uma pessoa te ama e,aí, você se sente feliz e aumenta esse amor, nós estamos associados ao plano astral, aochakra cardíaco sintonizado ao plano astral.O plano etéreo não vou mencionar muito, porque não é um plano de manifestação nossa,humana. Quando desencarnamos, perdemos esse corpo material vamos não para o planoetéreo, mas para o plano astral, o plano onde os espíritos constituem colônias, cidades, países, onde vivem após desencarnarem.Então, os sentimentos de amor, amor-afeto, está relacionado a esse plano, o plano astral.Ainda não é a manifestação de Cristo. O que eu quero colocar aqui é que, quando se fala arespeito de amor - muitas vezes, nós pensamos que o amor que um homem sente por umamulher ou que a mãe sente por um filho - nem sempre esse amor é crístico. Jesus manifestouum amor crístico. Buda manifestou um amor crístico. O Krishna manifestou. Vários santosda história de diversas religiões, e até santos que não tinham religião - religião dessas preestabelecidas - manifestaram um amor crístico. Mas era um amor que não tinha taiscaracterísticas físicas de: ter um bem que dá prazer, faz amar, esse não é crístico ainda. Ter um amor que tem afinidade, que tem uma troca de sentimento ainda não é crístico.O amor crístico tem uma natureza. A natureza dele é ser incondicional. O que quer dizer isso? Não há troca. Qualquer amor em que haja troca não é amor crístico. O amor crístico sesem absolutamente nada desejar receber. No entanto, quando falamos que ele éincondicional, estamos referindo ao fato de que ele não pede nada para se doar, não cobranada, não deseja prêmio. Ele é incondicional nesse sentido, no entanto, tem algumascondições, mas não relacionadas a barganha, a troca.A condição do amor incondicional é, em primeiro lugar, justiça. Existem leis na vida que,mesmo que ninguém aqui, na Terra, obedeça isso não invalida as leis, isso não as tornainjustas. Aliás, é o tema da próxima palestra, sobre as leis de ação e reação e a justiçasuprema. Mas essas leis de justiça, quem quer manifestado em si o amor crístico precisarámanifestá-las.Então, enquanto estamos apegados a receber para poder doar ou a doar com o intuito dereceber, nós estamos vivendo o amor ainda astral, quando se trata de afinidade. É comoaquela história: quando uma pessoa chega perto de você e começa a te adular ou a te elogiar e, quando você menos vê, ela lhe pede alguma coisa, de forma sutil ou de forma declarada.Aquele amor que ela estava tentando demonstrar nada mais é do que um desejo de troca.Isso não é amor crístico. Quando uma mãe cuida de um filho com o desejo de ter o prazer devê-lo crescendo, de vê-lo ser aquilo que ela acredita que ele deveria ser e que, quando o filhonão reage na expectativa da mãe ou do pai, começa a sentir raiva, contrariedade, é porque oamor que a mãe ou que o pai estava sentido não era crístico. Nós temos, saindo do Cardíaco, a vibração ou energia de ondas vibratórias do plano mental.Esse plano mental divide-se em quatro níveis. O primeiro nível é o crístico. O nível crísticodo Cristo interno em Cristo Externo. Depois, o nível búdico, o nível da sabedoria. Aqui,embaixo, é o nível do amor. Vejam bem que, a partir do Cristo, precisa haver um equilíbrio
 
entre quatro forças: amor, justiça, sabedoria, poder. Se não houver o equilíbrio dessas forças,não forma-se a manifestação do Cristo.Mais acima do nível mental, temos o nível da justiça e, depois, o nível do poder. O poder é oaspecto máximo. Por que ele é o aspecto máximo? Porque para alguém mover o poder é preciso, antes de tudo, mover esse aspecto, que é o Cristo ou o amor dosado de justiça,dosado de sabedoria, dosado de poder. Sem amor não se tem sabedoria. Sem sabedoria nãose tem justiça. E sem justiça não se tem poder.Muitas pessoas buscam o poder, seja o poder político, o poder religioso, o poder material,como o dinheiro, o poder da magia. Mas nenhum poder estará de fato completo ou seráabsoluto, pleno enquanto a pessoa não tiver três elementos precedendo o poder, os trêselementos que formam a manifestação crística. Muitas pessoas alegam: "Não, mas Cristo écoisa do passado. Agora é da sabedoria, agora é de Buda, agora é a era mental." Só ficará para a era mental quem assimilar em si a era do sentimento. Quem não sabe amar não saberácompreender, não saberá entender as leis da vida, não terá sabedoria.Então, no plano mental, o nível crístico é o primeiro que precisamos buscar. Agora, essenível do poder é um nível relacionado à criação dos mundos, os mundos da forma sãocriados nos planos mentais, astrais, etéricos e físicos. Quando Cristo se manifesta, ele faz umfenômeno incrível. Ele faz a agregação da vida, essas quatro forças. A agregação de quatroforças faz uma manifestação crística. Do chakra cardíaco, projeta-se personificação de justiça. Do chakra cardíaco projeta-se personificação do amor, da sabedoria, do poder. Sãoarquétipos, são seres psíquicos criados por nós. Tais seres se manifestam em nós como porta-vozes, porta-vozes do Cristo. Todo e qualquer lugar em que alguém manifeste o Cristo, essa pessoa terá esses quatro elementos. No entanto, é preciso lembrar-se de uma coisa: o Cristo é composto de quatro, mas, dessasquatro, a força predominante é o amor. Quer dizer, a manifestação crística é meiga, é doce, éserena, é terna, é cheia de compaixão. Esta é a manifestação de Cristo. Ela é aquela quesente a vida de tudo pulsando em si mesmo. No entanto, quando a dor de ver a dor do próximo começa a crescer, uma força precisainterceder para que a manifestação crística não se auto-destrua pela dor daqueles que sofrem.Essa força que intercede para proteção chama-se justiça, compreensão da justiça suprema.Um ser que ama extremamente a tudo que vive, quando vê algum ser vivo sofrendo,sentindo a dor, a agonia, a desespero, a miséria, só consegue permanecer em paz, emequilíbrio, ao invés de desenvolver uma dor aguda, desenvolvendo uma compaixão serena,uma compaixão compreendida vinda da compreensão da justiça, sabendo que nenhum ser sofre em vão, sabendo que existem leis que impulsionam a cada ser vivo, que está acertando,que está errando, a evoluir. E essas leis tanto podem proporcionar sofrimento comofelicidade.Então, o Cristo compreende isso. Por isso ele consegue suportar a dor de qualquer ser em simesmo, sem entrar em desespero. Jesus teve esse dom. Um ser que conseguiu suportar a dor de muitos e não fugir, escondendo-se, e, sim, enfrentar e ajudar. Porque para quem começa asentir o amor, ver alguém sofrendo dói, dói no coração. É uma dor profunda, que vai lá noâmago do ser e gera uma vergonha, uma vergonha de ver o sofrimento alheio e não fazer nada, porque a pessoa tem medo, não sabe como.Então, é um passo difícil da nossa evolução, que a justiça, ao dosarmos ali, junto com esseamor incondicional, começa a formar o Cristo. Ainda não está formado. Só justiça e amor ainda não formam o Cristo. É preciso ter a sabedoria para discernir. Quem começa adesenvolver o Cristo e não o dosa, ele deixa de ser Cristo e pode entrar em desequilíbrio. O

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