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Uma visão incomum do ser humano

Uma visão incomum do ser humano

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Conhecendo a totalidade do ser
Conhecendo a totalidade do ser

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Uma visãoincomum datotalidadedo ser
FFlorion
Uma visãoincomum datotalidadedo ser
DEZ 2007
 
Um ser híbrido
V
amos tentar solucionar um problema conceitual sobre o que seja o corpo, o espírito e a alma, postoque se tornaram termos banalizados e generalizados para as três partes do ser humano e que se colocamnumas os atributos de outras, deixando os incautos desinformados e confusos.O ser humano é muito simples, ainda que complexas as suas relações e conexões, dependentes da consci-ência que cada um tem do universo em que vive e atua. É um ser híbrido, sistêmico, composto de partesvísiveis e invisíveis, e para estudá-lo, nessas perspectivas, é necessário utilizar conhecimentos de váriasorigens e culturas.Fala-se da totalidade do ser humano, de modo geral ou como objetivo a ser alcançado pelo Homem em suapassagem terrestre, mas os componentes e elementos dessa totalidade são tratados em fragmentos, o quedificulta a sua compreensão.Tomamos da Alquimia (de Paracelso e Flamel) a composição do corpo humano; do conhecimento hindu/tibetano e dos teósofos, a constituição do espírito; da cultura tolteca e dos Mensageiros Celestes, a almacom seus centros de consciência, por onde circula o que é consciente, a luminosidade da percepção, o Eu.O ser humano é composto de três partes, que os antigos denominaram corpo físico, alma e espírito. Na vi-são alquímica de Flamel e Paracelso, as partes se integram de tal forma, que só é possível conhecê-las emseparado depois da morte, quando cessa o calor humano (fogo). Aí teremos: o corpo que volta à terra comoenxofre; o espírito que se desconecta da alma, reduzido a sal; e a alma que deixa o corpo, evolando como afumaça de mercúrio.
A totalidade do ser deve ser conhecida portodos aqueles que se aventuram pela estradado conhecimento ou das práticas mágicas.
 
P
ara diferenciar as partes, Paracelso usou de um exemplo simples, que permite compreender o que são. Umpalito de fósforo, queimando até apagar, mostrará uma fumaça que se evola (a alma), a cinza que resta (o espíri-to) e o corpo que queima (terra, enxofre) e desaparece.Tanto a alma e o espírito como o corpo dispõem de centros perceptivos e, juntos, formam o ser luminosoque os videntes de todas as épocas relataram e procuraram atingir.Nas suas relações com o universo, o ser luminoso é confrontado ou afetado por cinco naturezas, o que le-vou Paracelso a admitir que, no corpo físico, além dos sete centros conhecidos, interagiam também cincooutras entidades.Sobre o espírito, Paracelso assegurou que ele surgia no homem nos primeiros momentos do nascimento ese separava com a morte. Sua finalidade é desenvolver-se e fazer a conexão do corpo e da alma por meio desete chakras, centros ou vórtices de força. Eles permitem influxo de energia para o corpo, mantendo-o fun-cionando com a alma.Esse ser luminoso que todos somos (em potencial), na verdade, encerra doze dimensões passíveis de serematingidas a partir de centros específicos da alma do Eu Consciente, que é justamente quem organiza, conectae controla todos eles.

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