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Brian l. Weiss - o Passado Cura

Brian l. Weiss - o Passado Cura

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09/14/2012

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Brian L. Weiss,
M.D.
o
mesmo autor de
Muitas Vidas, Muitos Mestres
e de Só o
 Amor é Real.
O Passado Cura 
A Terapia Através de Vidas Passadas
 PergaminhoO
 PASSADO CURA A Terapia Através de Vidas Passadas
traduzido de
Through Time Into Healing 
First Fireside Edition published by Simon & Schuster, New York, USA, 1993
(ISBN: 0-671-86786-5)
copyright © 1992 by Brian L. Weiss, M. D.Todos os direitos reservados. Este livro não pode ser reproduzido, no todo ou em parte, por qualquer processomecânico, fotográfico, electrónico, ou por meio de gravação, nem ser introduzido numa base de dados, difundido ou dequalquer forma copiado para uso público ou privado - além do uso legal como breve citação em artigos e críticas - sem prévia autorização do editor. © da tradução: Editora
 Pergaminho,
1999Direitos desta edição reservados :(para a língua portuguesa (Portugal) à Editora Pergaminho, Lda. Lisboa, Portugal
 
2 -
Brian L. Weiss, M.D.
 AGRADECIMENTOS 
O meu mais profundo agradecimento vai para Fred Hills, Barbara Gess, e Bob Bender, todos elesextraordinários editores da Simon & Schuster, cuja orientação, encorajamento e profundosconhecimentos me ajudaram na elaboração deste livro.Também desejo agradecer do fundo do meu coração a Deborah Bergman, a minha editora detexto, que ajustou e melhorou de forma extraordinária a estrutura do primeiro rascunho.Os meus agradecimentos sinceros vão igualmente para Lois de la Haba, o meu agente literário,que também veio a ser meu amigo.E, para terminar, a minha mais profunda gratidão vai para todos os meus pacientes, que todos osdias me ensinam sobre a vida e o amor.
1.ª
edição, 1999 1.ª reimpressão, 2000 2.ª reimpressão, 2001ISBN 972-711-212-9
 NOTA AO LEITOR
Os Doze Passos são reimpressos com permissão dos Alcoholics Anonymous World Services,Inc. A permissão para reimprimir este material não significa que os
AA
tenham efectuadoqualquer revisão ou aprovado os conteúdos e opiniões expressos nesta obra. Os
AA
são um programa de recuperação do alcoolismo - a utilização dos Doze Passos em conjunto com programas e actividades sob licença dos
AA,
mas que se dirigem a outros problemas, nãoimplica uma negação do que se acaba de afirmar.
 INTRODUÇÃO
Durante os últimos vinte anos ou muito perto disso, e de umaforma tão gradual que mal nos apercebemos do que se passa,toda a sociedade ocidental, da qual fazemos parte, tem estadosujeita a uma espécie de revolução de consciência.Presentemente existe toda uma geração de gente jovem, que aolongo dos anos ouviu contar e leu relatos de experiências dequase-morte, regressões a vidas passadas, viagens fora do corpo,aparões de gente falecida, e um sem mero de outrosfemenos notáveis relativos à vida espiritual. Tenho tidofrequentemente o prazer e o privilégio de fazer conferências paraalunos universitários, e sinto-me sempre espantado quando osouço falar de um modo tão calmo e natural sobre as suas visões eviagens por outros mundos.Quando o interesse público se começou a desenvolver pelasexperiências de quase-morte por volta de 1975, houve quemrecusasse esta tendência, classificando-a como uma moda. Sóagora, dezassete anos mais tarde, comecei a ter a noção de queas experiências de quase-morte representam um factoestabelecido na nossa cultura. Estou convencido de que, estamosno limiar de nos tornarmos (se isso já não aconteceu) uma das
 
O Passado Cura -
3
muitas sociedades históricas onde a capacidade visionária dosseres humanos é aceite como um dado adquirido. Cada vez maisas pessoas vulgares sentem-se bem quando falam das suas visõese permutam informações sobre diversas técnicas que as possaminduzir ou facilitar a sua vida.Alguns desenvolvimentos absolutamente espantosos msurgido como resultado de estudos efectuados por investigadorescomo o Dr. Brian Weiss, o Dr. William Roll, o Dr. Ken Ring, o Dr.Bruce Greyson, o Dr. Melvin Morse, e um sem número de outrosdicos e psicólogos, a trabalharem nos Estados Unidos, naEuropa e em muitos outros lugares. Estou razoavelmente confianteem que nestes próximos anos esta investigação continuará até seatingir um ponto em que profundas experiências, a quepoderemos dar o nome de "psíquicas" e que poderãoperfeitamente ser classificadas como "espirituais", podem sernotavelmente facilitadas em indivíduos psicologicamente normais.Bastará dar um exemplo: durante o ano passado, trabalhando comcolegas, desenvolvi uma técnica a partir da qual indivíduos adultospsicologicamente estáveis, num estado de consciência desperta,podem experimentar aparições vivas e em movimento, a cores e atrês dimensões de entes queridos já partidos. Além disso, e paragrande surpresa minha, os meus pacientes - que sempre haviamsido profissionais com um temperamento absolutamente sóbrio -insistiram na "realidade" dos seus encontros; de facto, todos elesestavam convencidos de que haviam estado na presença deparentes e amigos já falecidos. O que é certo é quepresentemente até eu posso afirmar que também tive umaexperiência do género - estive sentado ao lado da minha avó, quemorreu há alguns anos e tive uma conversa com ela que, palavrapor palavra, foi tão real como tantas outras que tivemos quandoela estava "viva". Para dizer a verdade, o que me pareceu maisextraordinário a respeito deste caso, que me fez juntar à legiãodas pessoas de todos os dias que tiveram experiênciassemelhantes, foi o facto de tudo me ter parecido absolutamentenormal e natural - poderemos mesmo dizer sem qualquer aspectoassustador, nem sequer perturbador.Acredito que aquilo que está a acontecer é que,colectivamente, nos estamos a abrir individualmente e uns com osoutros a estados alterados de consciência, que eramperfeitamente compreendidos pelos nossos antepassados emtempos remotos, mas que haviam sido suprimidos até certo pontoao longo do desenvolvimento da nossa civilização, postos de ladopor terem sido classificados como supersticiosos ou até mesmodemoníacos. Na minha opinião, existe uma probabilidade destedesenvolvimento poder vir a ser extraordinariamente benéficopara a humanidade. Václac Havel, o escritor que é Presidente da

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