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Estrutura Uti Angevisa

Estrutura Uti Angevisa

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Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública nº 21, de 27 de abril de 2006.D.O.U de 28/04/2006.A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária
, no uso das atribuições que lheconfere o art. 11, inciso IV, do Regulamento da ANVISA aprovado pelo Decreto nº 3.029, de 16 de abril de1999, c/c o art. 111, inciso I, alínea “e” do Regimento Interno aprovado pela Portaria nº 593, de 25 de agostode 2000, publicada em 28 de agosto de 2000 e republicada em 22 de dezembro de 2000, em reuniãorealizada em 26 de abril de 2006.adota a seguinte Consulta Pública e eu, Diretor-Presidente, determino a sua publicação:Art. 1º Fica aberto, a contar da data de publicação desta Consulta Pública, o prazo de 60 (sessenta)dias para que sejam apresentadas críticas e sugestões relativas à minuta de Resolução, que define oRegulamento Técnico para Funcionamento de Serviços de Atenção ao Paciente Crítico e PotencialmenteCrítico, em anexo.Art. 2º Informar que o texto da proposta de Resolução de que trata o artigo 1º estará disponível naíntegra, durante o período de consulta, no endereço eletrônico www.anvisa.gov.br e que as sugestõesdeverão ser encaminhadas por escrito para o seguinte endereço: Agência Nacional de Vigilância Sanitária –GGTES - SEPN 515 Bloco “B” Ed. Omega, 3º andar, Asa Norte, Brasília-DF, CEP 70.770.502, ou e-mail:ggtes@anvisa.gov.br.Art. 3º Findo o prazo estipulado no art. 1º, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária articular-se-ácom os Órgãos e Entidades envolvidos visando à consolidação do texto final.
DIRCEU RAPOSO DE MELLO
ANEXOResolução RDC nº ___, de ___ de ___________ de 2006.Dispõe sobre Regulamento Técnico para funcionamento de Unidades deTerapia Intensiva e Unidades de Cuidados Intermediários.A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lheconfere o art.11, inciso IV, do Regulamento da ANVISA aprovado pelo Decreto 3.029, de 16 de abril de1999, c/c o § 1º do art.111 do Regimento Interno aprovado pela Portaria nº 593, de 25 de agosto de 2000,republicada no DOU de 22 de dezembro de 2000, em reunião realizada em __ de _______________de2006,considerando as disposições constitucionais e a Lei Federal nº. 8080, de 19 de setembro de 1990,que trata das condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, como direito fundamental doser humano;considerando o Decreto nº. 77052, de 19 de janeiro de 1976, que dispõe sobre a fiscalização sanitáriadas condições de exercício de profissões e ocupações técnicas e auxiliares, relacionadas diretamente coma saúde;considerando a necessidade de atendimento imediato ao paciente, quando houver intercorrênciasque coloquem em risco a vida;considerando os riscos inerentes a que fica exposto o paciente em estado crítico e potencialmentecrítico que se submete ao tratamento nas Unidades de Terapia Intensiva e Unidades de CuidadosIntermediários;
 
 considerando a gravidade do paciente crítico e potencialmente crítico e a necessidade deatendimento contínuo e especializado;adota a seguinte Resolução da Diretoria Colegiada e eu, Diretor-Presidente, determino a suapublicação:Art. 1º Aprovar o Regulamento Técnico para funcionamento de Unidades de Terapia Intensiva eUnidades de Cuidados Intermediários.Art. 2º Estabelecer que a construção, reforma ou adaptação na estrutura física das Unidades deTerapia Intensiva e Unidades de Cuidados Intermediários deve ser precedida de aprovação do projeto juntoà autoridade sanitária local em conformidade com a RDC/ANVISA nº. 50, de 21 de fevereiro de 2002, eRDC/ANVISA nº. 189, de 18 de julho de 2003.Art. 3º As Secretarias de Saúde Estaduais, Municipais e do Distrito Federal devem implementar osprocedimentos para adoção do Regulamento Técnico estabelecido por esta RDC, podendo adotar norma decaráter suplementar, com a finalidade de adequá-lo às especificidades locais.Art. 4º Todos os atos normativos mencionados neste regulamento, quando substituídos ouatualizados por novos atos, terão a referência automaticamente atualizada em relação ao ato de origem.Art. 5º O descumprimento das determinações deste Regulamento Técnico constitui infração denatureza sanitária sujeitando o infrator a processo e penalidades previstos na Lei nº. 6.437, de 20 de agostode 1977, sem prejuízo das responsabilidades penal e civil cabíveis.Art. 6º As unidades já em funcionamento têm prazo máximo de 365 (trezentos e sessenta e cinco)dias após a publicação para se adequarem às disposições deste regulamento.Art. 7º Para o início ou reinício das atividades, os serviços devem atender na íntegra as disposiçõesdeste regulamento.Art. 8º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.DIRCEU RAPOSO DE MELLOANEXOREGULAMENTO TÉCNICO PARA FUNCIONAMENTO DE UNIDADES DE TERAPIA INTENSIVA EUNIDADES DE CUIDADOS INTERMEDIÁRIOS1. OBJETIVOEstabelecer padrões mínimos exigidos para o funcionamento das unidades de terapia intensiva eunidades de cuidados intermediários, objetivando a defesa da saúde dos pacientes e dos profissionaisenvolvidos.2. ABRANGÊNCIAEste regulamento é aplicável a todas as unidades de terapia intensiva e unidades de cuidadosintermediários, públicas e privadas do país, que prestam assistência ao paciente crítico e potencialmentecrítico.3. DEFINIÇÕES3.1 Alvará Sanitário/Licença de Funcionamento: documento expedido pelo órgão sanitáriocompetente Estadual, Municipal ou do Distrito Federal, que libera o funcionamento dos estabelecimentosque exerçam atividades sob regime de vigilância sanitária.
 
3.2 Atenção ao paciente crítico: atendimento ao paciente crítico, de forma humanizada, minimizandoos riscos decorrentes dos métodos propedêuticos e terapêuticos utilizados em relação aos benefíciosobtidos, visando à garantia de sua sobrevida com qualidade, assim como a manutenção da estabilidade deseus parâmetros vitais dentro dos recursos humanos e tecnológicos necessários para funcionamento dosserviços.3.3 Atenção ao paciente crítico neonatal: atenção ao paciente crítico com idade de 0 a 28 dias.3.4 Atenção ao paciente crítico pediátrico: atenção ao paciente crítico com idade de 29 dias a 18 anosincompletos.3.5 Atenção ao paciente crítico adulto: atenção ao paciente crítico com idade acima ou igual a 18anos.3.6 Atenção especializada ao paciente crítico: atenção ao paciente crítico selecionada por tipo depatologia.3.7 Centro de Terapia Intensiva (CTI): conjunto de UTIs agrupadas em um mesmo local.3.8 Eventos Adversos Graves (EAG): ocorrência clínica desfavorável que resulte em morte, risco demorte, hospitalização ou prolongamento de uma hospitalização preexistente, incapacidade significante,persistente ou permanente.3.9 Índice Prognóstico: indicador que permite avaliar o tipo e a mortalidade do paciente internado.3.10 Paciente crítico: paciente grave, com comprometimento de um ou mais dos principais sistemasfisiológicos, com perda de sua auto-regulação, necessitando substituição artificial de funções e assistênciacontínua.3.11 Paciente potencialmente crítico: paciente grave, que apresenta estabilidade clínica, compotencial risco de agravamento do quadro e que necessita de cuidados contínuos.3.12 Princípio da autonomia: ou do respeito às pessoas por suas opiniões e escolhas, segundovalores e crenças pessoais. Este princípio obriga o profissional de saúde a dar informação ao paciente,promovendo a compreensão de seu problema de saúde, condição essencial para que o paciente possatomar uma decisão. Na prática assistencial, é no respeito ao princípio de Autonomia que se baseiam aaliança terapêutica entre o profissional de saúde e seu paciente e o consentimento para a realização dediagnósticos, procedimentos e tratamentos.3.13 Princípio da beneficência: segundo o qual o profissional de saúde deve buscar, na tomada dedecisão, maximizar os benefícios e minimizar os riscos, dos pontos de vista técnico-assistencial e ético.3.14 Princípio da equidade: ou da justiça ou da distribuição dos riscos e benefícios. Um indivíduo nãodeve ser tratado de maneira distinta de outro, a não ser que exista entre ambos alguma diferença relevante.3.15 Princípio da não maleficência: segundo o qual não se deve causar mal a outro.3.16 Responsável técnico da Unidade de Terapia Intensiva e da Unidade de Cuidados Intermediários – RT: profissional legalmente habilitado que assume perante a vigilância sanitária a ResponsabilidadeTécnica da Unidade de Terapia Intensiva e da Unidade de Cuidados Intermediários.3.17 Serviço de Saúde: estabelecimento de saúde destinado a prestar assistência à população napromoção da saúde, na recuperação e na reabilitação de doentes, no âmbito hospitalar, ambulatorial edomiciliar.3.18 Sistema de Classificação de Severidade da Doença: sistema que permite auxiliar a tomada dedecisões clínico-terapeuticas e avaliar o prognóstico do paciente por meio de indicadores e índicesprognósticos calculados a partir de dados colhidos dos pacientes.3.19 Unidade de cuidados intermediários (UCI): unidade destinada à internação de pacientespotencialmente críticos e que requerem atenção médica e de enfermagem contínua, com recursos humanosespecializados, materiais específicos e outras tecnologias destinadas ao diagnóstico e terapia.

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