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Jornada de Trabalho - Aspectos Práticos

Jornada de Trabalho - Aspectos Práticos

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ÍNDICE
1. Considerações iniciais2. Fundamentos da limitação da jornada de trabalho3. Conceito de jornada de trabalho
 
3.1. Tempo efetivamente trabalhado
3.2. Horas “in itinere”
 3.3. Tempo à disposição do empregador4. Natureza jurídica da jornada de trabalho5. Distinções importantes5.1. Duração do trabalho5.2. Horário de trabalho5.3. Jornada de trabalho6. Jornada normal de trabalho7. Turnos de revezamento8. Trabalho noturno9. Empregados excluídos da proteção da jornada de trabalho9.1. Trabalhadores que exercem atividades externas9.2. Gerentes, diretores e chefes de departamento10. Trabalhador bancário11. Trabalhador a domicílio12. Trabalhador doméstico13. Trabalhador que reside no local de trabalho14. intervalos para descanso14.1. Intervalos intrajornada14.1.1. Intrajornadas
 –
remunerados14.1.2. Conseqüência da não concessão dos intervalos intrajornada14.2. Intervalo interjornada14.3. Resumo dos intervalos para descanso15. Repouso semanal remunerado15.1. Considerações iniciais15.2 Conceito15.3. Fundamentos legais15.4. Trabalhadores beneficiados15.5. Requisitos para pagamento15.6. Atestado médico
 –
justificativa de falta15.7. Remuneração15.8. Feriados15.9. Comissionistas
 
 2
16. Espécies de prorrogação de jornada de trabalho16.1. Horas extras resultantes de compensação de jornada de trabalho16.2. Horas extras resultantes de acordo de prorrogação de horas16.3. Horas extras decorrentes de necessidade imperiosa16.3.1. Horas extras
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força maior16.3.2. Horas extras
 –
serviços inadiáveis16.3.3. Horas extras
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reposição de horas de paralisação16.4. Trabalhador menor
 –
prorrogação da jornada de trabalho16.5. Atividades insalubres16.6. Bancário16.7. Hora extras
 –
incidências16.8. Adicional de sobreaviso, uso de bip e celulares16.9. Minutos que antecedem ou sucedem a jornada de trabalho16.10. Marcação de ponto17. Supressão de horas extras
 –
indenização18. Sistema de compensação de horas
 –
Banco de horas18.1. Conceito18.2. Acordo individual ou acordo coletivo?18.3. Funcionamento do sistema18.4. Período de validade18.5. Limite de horas18.6. Rescisão contratual
 
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JORNADA DE TRABALHO1. Considerações iniciais
A utilização do trabalho humano é um fato que esteve presente na históriada humanidade. O homem sempre teve sua mão-de-obra utilizada e, na maioria das vezes,explorada desde a mais tenra idade.O Prof. Amauri Mascaro Nascimento destaca que na antigüidade somenteuma elite sócio-econômica desfrutava de intervalo de descanso e na idade média, poucas foramas modificações, apesar do maior respeito pelo homem.
1
 Com o advento da Revolução Industrial e a descoberta da máquina vaporcomo fonte de energia e a sua aplicação nas fábricas e na industrialização, operou uma autênticarevolução nos métodos de trabalho. Na medida em que a industrialização invadia o setorprodutivo, os trabalhadores eram submetidos a jornadas de trabalho estafantes.Não havia leis para regular a proteção dos trabalhadores e, muito menos,limitar a duração diária da jornada de trabalho dos mesmos, que na grande parte dos países daEuropa variava entre doze a dezesseis horas diárias.Os trabalhadores ficavam sujeitos a longas jornadas de trabalho,exercendo atividades perigosas insalubres, em ambientes nocivos à saúde, desprovidos decondições sanitárias e de higiene. Trabalhavam em minas de subsolo, fábricas metalúrgicas,fábricas de cerâmica e fábricas de tecelagem, sem qualquer limite ou proteção social.Diante deste quadro é que o Estado passou a se mobilizar e a interferirnas relações trabalhistas para proteger os trabalhadores, sendo certo que as primeiras leis deproteção aos trabalhadores foram exatamente as que se destinaram a limitar a duração da jornadade trabalho.Na Inglaterra em 1847 foi fixada a jornada de trabalho de 10 horas. NaFrança foi estabelecido o mesmo limite em 1848 e em Paris foi fixada a jornada de trabalho de 11horas em 1849. Em 1868 foi fixada a jornada de trabalho de 8 horas diárias no serviço públicofederal dos Estados Unidos e em 1901 esse mesmo limite foi estabelecido de forma geral naAustrália.
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NASCIMENTO, Amauri Mascaro. Curso de Direito do Trabalho. 17ª ed. rev. atual., São Paulo: Saraiva,2001, p. 697.

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