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Jornal STOP a Destruição do Mundo Nº 63

Jornal STOP a Destruição do Mundo Nº 63

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Jornal Científico Trilógico
Jornal Científico Trilógico

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06/04/2012

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www.stop.org.br Jornal Científco Trilógico
STOP
Ano V200 mil exemplaresSão Paulo
Distribuição Gratuita
nº 63
O que é SerPsicanalista?
Proton Editora(11) 3032-3616www.editoraproton.com.br
Livre Distribuição e Circulação: Conforme lei federal 5250 de 9/2/1967, argo 2º: “é livre a publicação e circulação no território nacional de livros, jornais e outros periódicos, salvo se clandesnos ou quando atentemcontra a moral e os bons costumes”; e lei de 31/12/1973. Regulamentação especíca e federal.
Para que se compreenda demodo mais completo o valor des-tas descobertas, é necessário pe-netrar um pouco no domínio do
abstrato, da ilosoia.
Existem na mente do homemmoderno duas concepções distin-tas: a primeira criada por Platão,
que airma a existência de dois
elementos distintos em nossaconstituição, ou seja, um corpo emais uma alma, como se fossemduas entidades separadas e sem
nenhuma relação, de imediato.
Esta concepção foi aceita, em suaforma mais absoluta, até quaseo início da era moderna, quandooutros filósofos a combateram,como Tomás de Aquino, provandoser errônea, e aceitando a orien-
tação de Aristóteles.
U
ma das constatações mais
impressionantes da ciênciamoderna é a existência de
doenças do espírito, chamadas vul-garmente de problemas emocio-
nais ou complexos.
Deste modo, criou-se uma pro-
issão “sui generis”, isto é, diferen
-te das demais, dedicada a um tipode terapia sem medicamentos,algo um tanto abstrato, uma me-
dicina da alma. Esta é a proissãodo psicanalista.
O que é um psicanalista? É umindivíduo que adquiriu profundosconhecimentos sobre os motivosmais íntimos do comportamentohumano e ele próprio (isto é degrande importância) se subme-teu a uma análise para resolver
os seus conlitos intrapsíquicos.
Somente dentro destas condiçõesserá possível atingir e ajudar a re-
solver a problemática dos outros.
Ajudar a resolver, e não ele pró-prio resolver, porque, à seme- lhan-ça com o remédio, que faz papel decoadjuvante ao restabelecimento
ísico, na Psicanálise, é a palavraa responsável pelo mesmo efeito.
Não é o especialista que cura, é opróprio inconsciente que vai poucoa pouco reagindo às interpretaçõesdo analista e, imperceptivelmente,
corrigindo sua patologia psíquica.
O psicanalista pode ser ummédico, um psicólogo, ou umapessoa com formação universitá-ria, mas que tenha conhecimentosaprofundados sobre psicopato-
logia. Qualquer proissional quenão satisfaça essa exigência estáfadado ao insucesso.
Fato muito importante é queo povo tende a ver no psiquiatra
o proissional encarregado da
cura de todos os males psíquicos- ignorando que, sem formaçãoadequada, ele próprio é um leigocomo qualquer outro, quando se
trata de psicanálise. Ele é enten
-dido em doenças mentais, em ma-les cerebrais, orgânicos, e não dasneuroses, que são doenças espiri-
tuais, portanto, da alma.
Aliás, justamente neste domí-nio é que o homem é exigido demodo integral, ou melhor, ele temque possuir capacidade de se de-dicar inteiramente ao estudo de
uma nova ciência que, por estar
no seu início, ainda se presta paratantas opiniões contraditórias e
teorias. Ele tem que viver só em
função desse trabalho, caso quei-
ra obter sucesso.
E o que esta ciência está
descobrindo?O seu iniciador, no seu sentidoestrito foi Sigmund Freud, que per-
maneceu mais no terreno especíi
-
co das neuroses. Em seus escritos
deixou entrever um desenvolvi-mento da psicanálise em outrossetores, no campo da educação,
das doenças mentais etc. Porém,
somente com Franz Alexander,fundador do Instituto de Psicaná-lise de Chicago, é que ela igressou
deinitivamente no domínio tam
-
bém das outras doenças.
Alexander e seus colaborado-res forneceram valiosa contri-buição às seguintes doenças: nasenfermidades do aparelho diges-tivo, nos transtornos respirató-rios, cardiovasculares, metabóli-cos e endócrinos, articulares e doesqueleto muscular, inclusive nos
acidentes pessoais.De modo geral, existem três
grandes campos, onde a psica-nálise ingressou com sucesso: nasneuroses, que é o seu habitat es-
pecíico, nas chamadas doençaspsicossomáticas e nas psicoses.
Norberto R. Keppe
Extrato do livro
 A Medicina da Alma
Sigmund Freud, iniciador da psicanálise
*
Norberto Keppe
 
é undador e presidenteda SITA - Sociedade Internacional de TrilogiaAnalítica - (Psicanálise Integral), psicanalista,cientista socia, flósoo e escritor com maisde 35 livros publicados.
Existem três grandescampos, onde apsicanálise ingressou comsucesso: nas neuroses,que é o seu habitatespecíco, nas chamadasdoenças psicossomáticase nas psicoses.
No entanto, o platonismo con-tinua existindo na mente, não
apenas de ilósofos, como de teó
-logos e cientistas que, de toda ma-
neira, pretendem torná-lo viável.
Na Psicologia Profunda tal in-
luência é notável, e nem mesmo
Freud foi imune, pois, reiteradasvezes, fez distinção entre o orgâ-
nico e o psíquico.
 
A Medicina da Alma
Ofcina Terapêutica de saúde PsicossomáticaIntegral e Psico-Sócio-Terapia
Informações e inscrições:
 
(11) 3032 3616cursos@keppepacheco.comwww.keppepacheco.com
D
evido ao grande sucesso da
última oficina terapêutica, o
Instituto Educacional Keppee Pacheco realizará um sábado por
mês um novo evento, de 9 às 17 horasna sede do Instituto, em São Paulo.
Através da intervenção de médi-cos e odontólogos psicossomati-cistas, psicanalistas, professores eartistas, todos com formação em Psi-co-Sócio-Terapia, o público terá aces-
so a respostas inéditas cientíicas
para perguntas relacionadas à saúde
individual (psicológica e orgânica).
Também conhecerá as aplicaçõespráticas no campo de ação social daTrilogia Analítica para a melhoria da
qualidade de vida humana. Haverá
inclusive uma sessão de Arteterapia
no encerramento.
Línguas e Terapia
Q
uando pensamos em apren-der, geralmente achamos queé preciso desenvolver o inte-
lecto e a memória para alcançar êxi
-
to. No entanto, existem fatores muito
mais poderosos em nossa vida psí-quica - como o sentimento e a von-tade - que interferem diretamente noprocesso do conhecimento, podendobloqueá-lo inteiramente, ou acelerá-
lo. Perceber e saber lidar com eles é o
que realmente leva a pessoa não só aum aprendizado rápido, mas tambéma um desenvolvimento pessoal, fami-liar, social, no controle do estresse,
na saúde, no trabalho etc.
O Método Psicolinguístico Te-
rapêutico usado em nossa escola, per
-mite lidar com os aspectos psicológicosessenciais que levam ao verdadeiroconhecimento, como esclarece seu cria-dor, Norberto Keppe:
“Para haver o de-senvolvimento humano e social temos decontar com três elementos fundamentais:1) Vontade, 2) Sentimento, e 3) Intelecto.Pela ordem pode-se notar que o maisimportante de todos é a vontade, em se- gundo lugar o sentimento (afeto), e emúltimo o intelecto – que é dependente dosdois primeiros. A vida intelectual é conse-quência e não causa dos outros elemen-tos da existência – sendo que a vontadeé sua forma principal; tudo que conhece-mos depende inteiramente do modo queconduzimos nossa vontade, que funcionaem conjunção com o sentimento.” 
cimento? Gostamos de estudar, outemos aversão? O que está por trásdisso que sentimos? Na verdade, sóquem percebe e lida com esses as-pectos escondidos de seu interiorpode realmente se desbloquear e
aprender (veja gráico ao lado).Como se vê, o Método Terapêuti
-co Trilógico usado na Millennium levaem conta o dinamismo entre o senti-mento, o pensamento e a ação dentroe fora de nós, e como isso melhora to-
dos os aspectos de nossa existência. O
intelecto é um aspecto importante em
nossas vidas, mas é parcial. Precisa
-mos cuidar de nossa psique como umtodo para assim obtermos equilíbrio e
saúde e... aprender, conhecer o mun
-do, a realidade incrível que se encon-
tra dentro de nós.
O aprendizado de um novo idioma depende muito mais de nossa vida psíquica do que de nosso intelecto ou memória.
ATITUDEIDEALIZADA(ora darealidade)ATITUDEREALISTA(analíticaprogressista)
“Terei boavontade e a partirde amanhã, vouter disciplina”“Por que tenhotanta má vontadeem aprender eindisciplina?”“Vou aprenderrápido com muitoesorço”“Por que sou tãolento e tenhotanta preguiça?”“Acho que nãovou conseguir,tenho medo”
“Por que não conono Bem e nas coisasboas da vida?”
Por Fabrizio Biliotti,
pro. italiano daMillennium Línguas Unidade Augusta
millennium-linguas.com.br
De modo que para aprenderprecisamos saber nossas verdadeiras
intenções e emoções. Queremos mes
-mo aprender, ou rejeitamos o conhe-As mais diversas formas de doença
são tratadas com êxito através da Psi
-coterapia e da Socioterapia Integrais
(Trilógicas). Isto é conseguido através
do uso do mais poderoso instrumen-
to energético de cura: a consciênciaque está no interior do ser humano.
Pelos resultados comprovados jáem larga escala, e tendo sido testada
por proissionais em vários países, aconsciência comprovou-se o mais ei
-caz instrumento de prevenção e curade enfermidades psíquicas, orgânicas
e sociais.
 
* Entrada sugerida: 1kg de alimentonão perecível para a Campanha Açãono Bem de Cambuquira, MG
Entrada ranca*
Expediente: STOP
é um jornal que transmite notícias de interesse público e artigos de diversos autores, ligados à Escola de Pensamento Norberto Keppe. Keppe é psicanalista, flósoo, e pesquisador,autor de mais de 30 livros sobre a psico-sócio-patologia. Criador da ciência trilógica (união de ciência, flosofa e espiritualidade) propõe soluções para os problemas dos mais diversos campos como:psicanálise, socioterapia, medicina psicossomática, artes, educação, ísica, flosofa, economia, espiritualidade. Supervisão científca: Cláudia Bernhardt de Souza Pacheco. Jornalista Responsável: JoséOrtiz Camargo Neto RMT Nº 15299/84 Design Gráfco: Ângela Stein; Artigos: Norberto R. Keppe, Cláudia Bernhardt de Souza Pacheco; Fabrizio Biliotti, Márcia Sgrinhelli e Heloísa Coelho. Impressão:OESP Gráfca.
www.stop.org.br (link Jornal STOP) Contato: stop@stop.org.br
Márcia Sgrinhelli
 CRO-SP 25.337 (11) 3814-0130(Av. Rebouças, 3887,
atrás do Shop. Eldorado
)
Heloisa Coelho
CRO-SP 27.357 (11) 4102-2171(Rua Augusta, 2676)
www.odontotrilogica.odo.br
ProgramasTerapêuticos
Stop a Destruição do Mundo
e
O Homem Universal 
Com Norberto R. Keppee Cláudia B. S. Pacheco
Diariamente às 6hSegundas às 12 hQuartas às 9hQuintas às 20 h
Canal TV Aberta São Paulo:
NET 9,TVA 72 ou 99, TVA DIGITAL 186
Rádio Mundial 95,7 FM(Terças às 16h)
www.stop.org.br
(link Stop TV)
Márcia Sgrinhelli e Heloísa Coelho,
dentistas psicossomaticistas
M
uitos leitores nos perguntam seo aparecimento de aftas na bocatem relação com o estresse emocio-
nal. Esse problema ocorre em 20%
da população, sendo mais frequenteno sexo feminino e está relacionado
ao fator psicológico.
Devido à tensão emocional ocor-re um desequilíbrio neuro-hormonale imunológico em nosso corpo e uma
alteração do ph salivar.
Emoções negativas como a raivae o medo também interferem na sa-
O Estresse Emocional e as Aftas
livação, tornando-a insuiciente ouem excesso (muito diluída). Essas
mudanças alteram o equilíbrio bu-cal, podendo trazer, como resultado,
cáries, inlamação da gengiva, aftas eaté mau hálito.G.M., 30 anos, tinha crises de aftas
múltiplas constantemente desde os 4anos de idade, relacionadas a proble-
mas emocionais desde a infância. Ao
conscientizar tais emoções, passou ausar melhor a razão e o amor para li-
dar com os problemas e acalmou-se.Como consequência, as aftas desapa
-
receram espontaneamente.
Isso mostra a importância deuma odontologia com orientação psi-cossomática, que trate não apenas dosintoma orgânico, mas que tambémesclareça o cliente sobre esses aspec-tos de sua vida emocional, e como se
acalmar para ter mais saúde.
A
 
mulher (bem como o homem)se relaciona com o mundo
através do amor. O sentimen
-to de afeto é a base de tudo — e a ver-
dadeira fonte da existência.
Não me refiro ao amor sexual
propriamente. Podemos amar um
ser humano sem jamais termos qual-
quer relacionamento sexual com ele.
Como também podemos passar avida sem achar alguém que desperte
em nós um afeto “preferencial”, e no
entanto amar intensamente a vida e
as pessoas.Por exemplo: P.C. sempre pen
-sou (e essa é a ideia da humanidade)que se ela não amasse um homem elenão a poderia atingir — ela se tor-naria quase inatingível por qualquer
coisa que izesse (ele poderia ter os
problemas que tivesse: mulheres,
bebida etc.), e tudo seria superável,
desde que ela não fosse envolvida
afetivamente com ele.
Sempre ouvi muitas pessoas sequeixarem de que o sofrimento come-ça junto com o amor — se não ama-
mos, não sofremos. Ainal, a literatura,
as artes, a tradição cultural também
não conirmam essa ideia? Até religio
-
sos apoiam essa tese. Eles acham que
existem duas espécies de amor — o
amor verdadeiro e o amor humano. O
primeiro, de cunho espiritual, seria oamor a Deus e o fraterno; e o segundo,o falso, a danação — as paixões que
levam à perdição e ao sofrimento. Umincompatível com o outro.Os seres humanos só têm um
tipo de afeto, e este amor é o amor
humano. Não podemos amar comoum anjo ou como Deus ama. Portan
-to, cada vez que tentamos impedirque o afeto exista ou se manifeste,
O Poder do Amor
Por Cláudia B.S. Pacheco,
extrato do livro
“Mulheres no Divã” 
“O sentimento de aetoé a base de tudo e averdadeira onte daexistência”
    “    C   u   p    i    d   o   e   p   s    i   q   u   e    ” ,    F   r   a   n   ç   o    i   s    P   a   s   c   a    l    S    i   m   o   n
por quem quer que seja, estamos se-cando a fonte da vida que deve jorrar
do nosso interior.
Podemos concluir que sérieenorme de sofrimentos e problemasdaí surgem: brigas, separações, di-vórcios, adultérios, abortos, doenças
ísicas, psíquicas e sociais etc.
Aí se coloca outra questão: porque vemos no amor um sofrimentotão atroz? Por que uma mulher traí-da não sofre se o homem que a trainão é o que ela ama? Por que tudo oque vem do homem amado lhe cai di-ferente, causando uma série intermi-nável de atritos?
Somente quem ama, tem consciên
-cia de sua psicopatologia e de seus en-
ganos. É, portanto, através da aceitação
da vida afetiva que o indivíduo poderáperceber sua inveja, seu ódio, sua me-galomania, seu egoísmo, que se mani-
festam conjuntamente ao afeto.O indivíduo racionalista “ima
-
gina” que não tem ódio, inveja etc.,
mas na realidade, ele somente in-conscientizou o que sente, deixando
toda a sua frieza e maldade à solta.(Por ex.: há religiosos que pensam
ter muito amor, mas são sem nenhu-
ma piedade). Se esse indivíduo co
-meçar a gostar de alguém, passará aperceber como é invejoso, ciumento,
possessivo, egoísta, dominante etc..,
imaginando que os sentimentos sãoruins em si, e que se todas as emo-ções forem reprimidas, ele será são
e equilibrado. Não perceberá que só
reprimiu o amor, e que a patologiapermanece; só ele é que não terá
consciência disso, embora sua loucu
-
ra seja clara para os demais.
Aqui entramos numa senda de
diícil aceitação — pois o ser humano
é por demais arrogante para admitir
que tem que se “submeter” a algo. Oamor é soberano.Quando amamos alguém não
somos submissos à outra pessoamas ao próprio afeto que esponta-
neamente existe em nós. E qualquer
tentativa de brecar esse sentimentoresulta em sofrimentos incríveis, de
ordem psicológica e ísica...Como o ser humano vê no afe
-to um grande prejuízo, faz o mesmo
com o próprio Criador. Essa inversão
carregamos dentro de nós, o que nos
custa grande pesar.
*Cláudia Bernhardt de Souza Pacheco,
vice-presidente da SITA - Sociedade Internacionalde Trilogia Analítica, psicanalista e escritora.
Loja Virtual: www.editoraproton.com.br
Alguns dos temas:
• Pensamentos negativos
causam doenças
• Porque estão
aumentando as doençastais como câncer, diabetes,hipertensão, alergias,artrite etc.?
• O poder da consciência e
o retorno à sanidade
• Etiologia dos problemas
de relacionamento
• Como lidar com os
confitos no ambiente detrabalho
• Como prevenir e curar
doenças usando nossaarmácia interior
Quintas-eiras, 19hs
Inormações e Inscrições:
Millennium Línguas
• Augusta
- (11) 3063.3730R. Augusta, 2676
• Rebouças
- (11) 3814.0130Av. Rebouças, 3887
• Chácara Sto. Antônio
- (11) 5181.5527R. Américo Brasiliense, 1777
• Moema
- (11) 5052.2756Al. Maracatins, 114
Confra a agenda completa:
www.stop.org.br

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