Comecei meu caminho espiritual/metafísico na infância, estudando aabsorvendo tudo o que podia. Minha família, ainda que não eramultimilonária, vivia em uma preciosa mansão cuja propriedadepertencia a um personagem muito rico e famoso do Japão. Comoresultado disso, vivíamos completamente rodeados por uma aura deabundância e segurança. Na propriedade, e dentro da mansão, seencontravam algum templos budistas, e aquí foi onde comecei minhasdiárias (e secretas) meditações na idade de cinco anos. Quando tinhadez anos – um ano mágico prá mim (e para muitas crianças como depoisaprendi) – comecei a dar dissertações no pátio de recreio a crianças etambém a adultos. Àquela época, já havia mostrado publicamenteminhas obras de arte em Colorado.No começo desse ano, comecei a obter dinheiro facilmente,normalmente do chão. Enquanto caminhava até a escola, encontravanotas de dólar freqüentemente, às vezes de cinco e dez dólares, einclusive uma vez de vinte dólares que estava meio enterrado na neve.Nunca era algo realmente importante para mim e sempre o entregava àminha mãe, que acabava de separar-se, então. Também lhe entregavaos trocados que encontrava no pátio da escola quase todos os dias.Quando olho para trás, me dou conta de que atraía o dinheiro semnenhum esforço, principalmente porque não tinha crenças limitantesacerca disso. Assim mesmo, a esta idade, encontrava-me realizado otrabalho de minha vida e eu creio que o Universo sempre conspira afavor de nós quando realizamos o trabalho de nossa vida. Conforme ia crescendo, nunca foi um problema atrair dinheiro e coisasboas à minha vida. Nem sequer pensava nele. Quando necessitava algosempre me era possível consegui-lo. Há 15 anos comecei um negóciosobre metafísica (isto formava parte do trablaho de minha vida). Ia aocolégio para estudar informática e também à Escola de Metafísica paraaprender conceitos novos que pudesse ensinar aos demais. Tenhoutilizado o conhecimento adquirido em todas as escolas para melhorar otrabalho de minha vida. Enquanto dava oficinas sobre diferentes temas,entre os quais se encontrava o da prosperidade e a abundância,realizava o que eu chamo trabalhos “3-D” (da terceira dimensão). Atéque não fui despedida na primavera de 2001 não me sentiverdadeiramente livre. Esse dia o celebrei, pois era um acontecimentomuito feliz para mim. Então já havia aprendido que quando alguém perde
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