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Manutenção Industrial

Manutenção Industrial

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06/25/2013

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1 / 44
FICHA TÉCNICA
IDENTIFICAÇÃO
 
DESIGNAÇÃO
: Manutenção industrial
 
NÚMERO
: 001
 
VERSÃO
: 01
 
DATA de APROVAÇÃO
: 17 de Abril de 2010
 
AUTOR
: Marcos Rodrigues/ Telmo Matos
 
APROVAÇÃO
:
 
DESCRIÇÃO
: Constitui o trabalho de pesquisa e compilação de informação no âmbito da Disciplina deOrganização e Gestão do curso de Licª Engª Mecânica do ISEC, no ano lectivo de 2009-2010, realizadopelo grupo 18.
 
CAMPO DE APLICAÇÃO
 
MOTIVO DA EDIÇÃO
 
Trata-se da primeira edição do documento.
REGISTO DE VERSÕES
Versão
 
Data
 
Autoria
 
Validação
 
Aprovação
 01 17/04/2010 MarcosRodriguesTelmoMatosassinaturaREGISTO DE DETENTORES
Exemplar 
 
Data
 
Entidade
 
Função
 
Validação
 01 17/04/2010 ISEC Docente02 17/04/2010 AutoresREFERÊNCIAS
 
[Ref 1]
 –
 
 
NOMENCLATURA E DEFINIÇÕES
 
BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA
 
Cabral, José Saraiva, Organização e Gestão da Manutenção, Lidel, Lisboa, 1998
 
Pinto, João Paulo Oliveira , Organização e Gestão da Manutenção
 
Índice:
 
M
ANUTENÇÃOINDUSTRIAL
Palavras-chave
 
Manutenção preventiva
 
Custos de manutenção
 
Fiabilidade contra falhas
 
Reparações de emergência
Resumo
Neste trabalho iremos fazer uma alusão à análise que éfeita em torno do planeamento de uma empresa emrelação as vantagens da mesma possuir um sistema demanutenção preventiva e da sua fiabilidade.
 
 
2 / 44
Introdução
No decorrer deste trabalho, iremos abordar o porque da necessidade da Manutenção e como oPlaneamento e a Programação estão associados a esta. Iremos também dar alguns exemplos de Planeamento ede Ordens de Trabalho, para uma melhor compreensão dos mesmos.Este trabalho surgiu no decorrer da disciplina de Manutenção Industrial e esperamos que ajude para uma melhor compreensão deste tema.
1.
 
Objectivos da manutenção _________________________________________________ 
A manutenção é uma actividade desenvolvida para manter o equipamento ou outros bens em condiçõesque irão melhor e apoiar as metas organizacionais. Isto, às vezes, reduz-se a um objectivo minimizar os custosde manutenção a longo prazo. Contudo, assuntos de segurança, boa qualidade, estabilidade de emprego e até asobrevivência da economia indicam que as actividades de manutenção devem ser susceptíveis a um limiteextenso de objectivos. As decisões de manutenção devem reflectir a viabilidade do sistema a longo prazo.
2.
 
Tipos de Manutenção2.1.1.
 
M
ANUTENÇÃO
P
LANEADA E
M
ANUTENÇÃO NÃO
P
LANEADA
De acordo com a forma de actuar em relação a uma dada avaria ou anomalia, as intervençõesde manutenção podem ser, essencialmente, de duas naturezas:
Manutenção não planeada, no caso em que as avarias ocorre de forma súbita e imprevisível.
• Manutenção planeada, no caso de a degradação de um dado equipamento se dar de uma forma
progressiva, de que é exemplo um ruído crescente e, portanto, permitir o planeamento da acção demanutenção no momento mais oportuno
.
2.1.2.
 
M
ANUTENÇÃO CURATIVA E MANUTENÇÃO DE MELHORIA
A manutenção curativa é efectuada após a constatação de uma anomalia num órgão, com oobjectivo de restabelecer as condições que lhe permitam cumprir a sua missão. Como será ocaso deuma anomalia se verificar de forma súbita, interrompendo o funcionamento do equipamento; dizemos,neste caso, que ocorreu uma avaria catalítica e a manutenção tem de intervir de emergência.Quando o restabelecimento das condições de funcionamento só é possível através de algumaalteração ao equipamento ou quando as condições de manutenção, tendo em vista a melhoria damanutibilidade e/ou da fiabilidade, recomendam que essas alterações se façam, diz-se que amanutenção é correctiva ou de melhoria.
 
 
3 / 44
2.1.3.
 
M
ANUTENÇÃO PREVENTIVA SISTEMÁTICA
As intervenções de manutenção preventiva sistemática desencadeiam-se periodicamente, combase no conhecimento da lei de degradação aplicável ao caso do componente particular e de um riscode falha assumido. Um exemplo típico de tarefas que são efectuadas em regime de manutençãopreventiva sistemática é o que respeita às operações de lubrificação. Entre elas contam-se as mudançasde óleo para equipamentos de pequeno e médio porte e as chamadas rotinas de lubrificação. As rotinasdiárias saem sob a forma de programa de rotinas diárias, constituído por uma lista organizada segundoo melhor percurso onde cada linha assinala uma rotina indicando o responsável pelo trabalho. Aordenação desta lista tem em consideração o melhor itinerário na instalação podendo ainda contemplara agregação lógica de funcionário, produtos ou métodos de lubrificação
.
2.1.4.
 
M
ANUTENÇÃO PREVENTIVA CONDICIONADA
As intervenções por controlo de condição desencadeiam-se no fim de vida útil doscomponentes
 – 
momento em que é possível prever, medindo as tendências dos parâmetros quereflectem a sua degradação através das técnicas de controlo de condição, a taxa de degradação docomponente até ao eventual colapso/falha. De acordo com esta filosofia de manutenção, deve-seproceder ao controlo sistemático da condição dos equipamentos através da medição de parâmetros queo caracterizam de modo a detectar as situações em que se ultrapassam os valores de referência para osparâmetros seleccionados, o que significa estar-se perante uma situação de início de avaria.A detecção de anomalias pode ser obtida de várias formas: análises de vibrações, detemperaturas, de contaminantes nos óleos ou, ainda de acordo com a natureza das anomalias, porgamografia, ultrasonografia, líquidos penetrantes ou outras formas de diagnóstico. Amanutenção condicionada difere da manutenção sistemática por se ter passado da execução de umamanutenção de forma sistemática para a execução de um controlo de condição de forma sistemático,executando-se a manutenção quando esta se torna necessária. Podemos generalizar e descrever asdiferentes formas de manutenção segundo a forma ilustrada na figura seguinte.
2.1.5.
 
N
ÍVEIS DE MANUTENÇÃO
Para além dos diferentes tipos de manutenção (curativa, preventiva sistemática e preventivacondicionada) podem considerar-se diferentes níveis de intervenção. Estes níveis são definidos a partir dacomplexidade dos trabalhos a executar e do correspondente nível técnico do executante ou equipa técnica que ovirá a executar. As normas AFNOR definem 5 níveis de manutenção caracterizados da seguinte forma:

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