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freios_embreagens

# freios_embreagens

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06/04/2015

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SUMARIO
INTRODUÇÃO
..............................................................................................................................................................2

FREIOS E EMBREAGENS
.........................................................................................................................................3

ESTÁTICA

NOS

FREIOS
.......................................................................................................................................3

CONDIÇÃO

DE

AUTO

ACIONAMENTO
..............................................................................................................4

CLASSIFICAÇÃO

DOS

FREIOS
...........................................................................................................................4

FREIOS

E

EMBREAGENS

TIPO

TAMBOR

COM

SAPATAS

INTERNAS
.......................................................5

EXERCÍCIO
.........................................................................................................................................................9

FREIOS

E

EMBREAGENS

TIPO

TAMBOR

COM

SAPATAS

EXTERNAS
...................................................14

EMBREAGENS

E

FREIOS

DE

CINTA
................................................................................................................18

EMBREAGEM

DE

CONTATO

AXIAL
.................................................................................................................19

EMBREAGENS

E

FREIOS

CÔNICOS
...............................................................................................................22

EMBREAGENS

E

ACOPLAMENTOS

DE

TIPOS

DIVERSOS
........................................................................24

MATERIAIS

PARA

GUARNIÇÕES
.....................................................................................................................26

CONSIDERAÇÕES

SOBRE

ENERGIA
..............................................................................................................26

DISSIPAÇÃO

DE

CALOR
.....................................................................................................................................28

CONCLUSÃO
.............................................................................................................................................................29

BIBLIOGRAFIA
..........................................................................................................................................................30

2
INTRODUÇÃO
Quando um móvel ou elemento de máquina está em movimento, e desejamospará-lo, é acionado um sistema de freio, reduzindo assim sua energia cinética para zero.E se queremos aumentar, reduzir ou sair de inércia este móvel, é necessário mudar arelação de marcha que é acionada por meio de embreagem. Logo, vamos tratar nestetrabalho conjuntamente freios e embreagens. A fig. 1 mostra uma representaçãodinâmica simplificada de uma embreagem de atrito, ou um freio. Duas massas cominércias I1 e I2 e velocidades angulares, respectivamente, w1 e w2, uma das quais podeser zero no caso de freios, são trazidas á mesma velocidade pela embreagem ou freio.Ocorre deslizamento porque os dois elementos estão em velocidades diferentes e aenergia é dissipada durante o acionamento, resultando num aumento de temperatura.Analisando-se funcionamento destes dispositivos, deve-se ter:A força de acionamento.O torque transmitido.A perda de energia.O aumento de temperatura.O torque transmitido é função da força atuante, do coeficiente de atrito e da geometriada embreagem ou freio. É um problema de estática que deverá ser estudadoseparadamente para cada configuração geométrica. Entretanto, o aumento detemperatura está relacionado com a perda de energia e pode ser estudadoindiferentemente do tipo de freio ou embreagem, porque a geometria de interesse éconstituída apenas pelas superfícies que dissipam o calor.

3
FREIOS E EMBREAGENS
ESTÁTICA NOS FREIOS
A análise de todos tipos de embreagens de atrito e freios utiliza o mesmoprocedimento geral. Necessita-se das seguintes etapas:1. Admitir ou determinar a distribuição de pressão sobre as superfícies de atrito.2. Descobrir a relação entre a pressão máxima e a pressão em qualquer ponto.3. Aplicar as condições de equilíbrio estático para determinar de: (a) a força atuante,(b) o torque e (c) as reações de apoio.Aplicar-se-ão estas etapas ao problema teórico mostrado na fig. 2. A figura mostra umapequena sapata articulada em A, com força atuante F, força normal N no contato entreas superfícies, e a força de atrito f N, sendo f o coeficiente de atrito. O corpo move-separa a direita e a sapata está estacionária.Etapa-1 Como a sapata é curta, considera-se a pressão uniformementedistribuída sobre a área de atrito.Etapa-2 Da etapa 1 segue-se pressão; p= pa.Etapa-3 Como a pressão está uniformemente distribuída, pode-se calcular umaforça normal equivalente, logo:N = pa*AFigura 2 - Forças atuantes sobre uma sapata articuladaAplicando a somatória de momentos em relação ao ponto A temos: