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Trabalho TGA II - Teoria Comportamental

Trabalho TGA II - Teoria Comportamental

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Resumo
Revista Istoé, edição nº 2189 de 26 de outubro de 2011, A nova ciência damente adolescente.Seção: Comportamento: Os Segredos de quem é feliz no trabalho.Autora: Débora RubinDe acordo com a revista, as pesquisas mostram que a grande maioria dosbrasileiros está infeliz no emprego.Depois de dez anos na mesma empresa, João estagnou. Já tinha passado pordiversos setores, mudado de cidade, coordenado equipes e ajudado a lançarcampanhas de produtos.Estava infeliz. Não acreditava mais naquele projeto, não via por onde ir e tinhasofrido assédio moral. Naquele ponto de sua vida, João tinha duas opções clássicas:seguir infeliz num cargo de gerência ou jogar tudo para cima e viver do seu hobbyfavorito, a fotografia. Ele não querendo jogar fora uma década de experiência, juntouos dois, decidiu levar todo o prazer que sintia no hobby para o profissional. Mudousua visão e deu um novo tratamento à sua carreira. Aceitou a proposta de umaempresa concorrente que estava lançando um projeto novo, abraçou a causa e hoje,mesmo trabalhando mais horas por dia, sente-
se pleno. “Vejo que estou construindo
algo, deixando minha marca, e faço o possível para ver minha equipe sempre feliz emot
ivada”, diz ele, que é gerente de
trade marketing de uma empresa decosméticos.João faz parte de uma minoria no Brasil, a dos felizes no trabalho. De acordocom uma pesquisa, apenas 24% dos brasileiros se sentem realizados com sua vidaprofissional. A maioria tem se arrastado todos os dias para o escritório.Entre as mulheres, a porcentagem de infelizes é ainda maior, dada a
quantidade de afazeres extras além do expediente. “As principais queixas são a
carga horária elevada, cobrança excessiva, competição exagerada e pouco
reconhecimento”, explica a autor 
a da pesquisa, Ana Maria Rossi. Hoje, um infeliznão pensa duas vezes quando quer sair de onde está. Em tempos de baixodesemprego (6%, segundo dados do Ministério do Trabalho), os profissionais têmmais possibilidades profissionais e podem se dar ao luxo de mudar com mais
 
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facilidade. Além disso, algumas companhias têm um grande contingente defuncionários da geração Y (entre 20 e 31 anos), famosa por ser inquieta edescompromissada. O resultado é um troca-troca que deixa as empresas perdidasem relação à gestão de pessoas. O problema é que nem sempre os profissionaisficam satisfeitos com a mudança.Nesse contexto, o que faz de João uma exceção? Ele é o que o psicólogoholandês Arnold B. Bakker, estudioso
do tema, chama de “naturalmente engajado”.
Ou seja, aquela pessoa que consegue colocar energia, otimismo e foco no que faz.É mais aberta às novidades, produtiva e disposta a ir além da obrigação. Sãopessoas que conseguem moldar o ambiente de trabalho para se encaixar melhor emsuas qualidades.Outra pessoa entrevista da revista é a gerente de recursos humanos NeusaFloter, 56 anos. Figura rara, que quase já não existe nos quadros das grandesempresas: mulher de uma companhia só. Está há 43 anos em uma indústriaagroquímica que ela viu crescer e se tornar a líder de seu segmento. Pessoas aconsideram acomodada por estar a tanto tempo na mesma empresa, mas ela dizque é bem o contrário e que nunca um dia dela foi igual ao outro e sente que aindatem o mesmo
“gás” do início da carreira ainda em sua adolescência.
 Otimista de carteirinha ela está sempre em busca de motivos para fazer seu diaser o melhor possível. O otimismo é uma das características que ligam pessoascomo Neusa e João. Segundo o estudo feito pelo Isma-BR, os 24% felizes têmtambém a autoestima elevada, são confiantes, flexíveis e sabem o que querem.Essas pessoas buscam carreiras e corporações que lhe deem autonomia. Isto foi oque levou empresas de tecnologia viraram o sonho de consumo da geração Y,porque elas são mais ousadas e permitem que o funcionário seja quem ele é.Mais um entrevistado, Dalton Sena, 23 anos, de Belo Horizonte, onde elepreferiu continuar em seu emprego em uma start-up
 –
nome dado às pequenasempresas de tecnologia. Quando ela dava seus primeiros passos na área deprodução de softwares para vídeos digitais, foi aprovado em um concurso público.Para desespero de seu pai, ele não assumiu o cargo, porque queria continuar onde
estava. “Cheguei para meus chefes e disse a verdade: „Eu quero continuar com
vocês, mas vocês querem continuar comigo?
‟” A resposta foi sim. E o estudante de
análise de sistemas pôde continuar exibindo seu longo rastafari e usar bermuda em
 
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horário comercial. Seu local de trabalho tem até uma salinha com videogames, mesade pingue-pongue e outros entretenimentos que podem, e devem ser usados aqualquer momento. A verdadeira razão pela qual o jovem quis continuar ali,entretanto, tem a ver diretamente com sua produção. Além da autonomia para criar,Dalton
se sente desafiado diariamente. “Nada chega aqui mastigado, você sempretem que descobrir como fazer as coisas.”
 De acordo com pesquisas as pessoas precisam se sentir parte do negócio, sesentir responsáveis pelo crescimento e desenvolvimento da empresa, assim como odono se sente, isto as fazem se sentirem importantes como pessoa e importantespara o negócio.Saber aonde se quer chegar e ver sentido naquilo que se faz também é umtraço marcante dos satisfeitos. A maioria infeliz está, em grande parte, em umestado de inércia. É o que o especialista em desenvolvimento humano Eduardo
Shinyashiki chama de “aposentadoria mental”, quando a pessoa trabalha horas por 
dia, produz bastante, mas sua mente está completamente alheia a tudo aquilo queela está fazendo.
“É o famoso piloto automático”, diz ele. Como em um
relacionamento amoroso, raramente o trabalho vai ser perfeito e de todo agradável.O que os especialistas chamam a atenção é para que o pacote não seja maisnegativo que positivo. Quando nada mais motiva uma pessoa a sair da cama demanhã é porque está na hora de mudar o caminho. A grande maioria, no entanto,
está insatisfeita apenas com alguns aspectos da vida profissional. “Se o lugar que
você está é incrível e te paga bem, mas você nunca é reconhecido, vá buscarreconhecimento em outros lugares, no trabalho voluntário, em sua igreja, na sua
família ou com seu hobby”, exemplifica Ana Maria, do Isma
-BR.Os empregadores também precisam fazer seus ajustes para melhorar aqualidade de vida dos colaboradores. De nada adianta criar ambientes agradáveiscom salas para relaxar, subsídios generosos e cafezinho importado se a jornada émassacrante e a empresa estimula a competição em vez de cooperação. Tampoucosurtem efeito palestras motivacionais se os computadores são ultrapassados, ascadeiras quebradas e os líderes engessados. Na maior parte das vezes, entretanto,os problemas mais complexos estão nas relações humanas. Um dos principaisentraves é a comunicação entre chefes e subordinados.

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