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Hannah Howell - O Bárbaro das Terras Altas (CHE 320)

Hannah Howell - O Bárbaro das Terras Altas (CHE 320)

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Published by: Jéssica Alves Justo Mendes on Jun 20, 2012
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O BÁRBARO DAS TERRASALTAS
HIGHLAND BARBARIAN
Hannah Howell
Escócia, 1480Atormentados pelo desejo...
Sir Artan Murray tinha razão quando suspeitou que o velho moribundo que lhe pediu pararesgatar a sobrinha não conhecia a jovem. A mulher enfurecida diante dele não tem nadade "dócil", e exige que ele a leve de volta à festa de casamento de onde a tirou. Mas Artannão tem intenção de permitir que uma criatura tão especial seja submetida a umcasamento sem amor com um brutamontes, apenas para beneficiar seu clã. Ele pretendeseduzi-la e mostrar a ela que o verdadeiro amor também proporciona um prazer inesquecível...Cecily Donaldson sabe que um envolvimento forjado pelo perigo e pelo desespero nãopode durar. Mas o toque de Artan a deixa sem fôlego, e ela sabe também que essa é suaúnica chance de viver uma grande paixão antes que um casamento arranjado sele o seudestino. No entanto, é impossível ignorar a paixão... e um amor com a promessa de mudar toda uma vida...
 
CHE 320 – O bárbaro das terras altas – Hannah Howell
Digitalização: CrystyRevisão:
Querida leitora,
Cecily é uma jovem impulsiva e cheia de vivacidade que leva uma vida isolada,subjugada pelos tutores após a morte dos pais. Ela o desconfia dos segredosguardados em seu passado nem dos que envolvem seu futuro. Porém, a situação mudaquando Artan, um belo e forte guerreiro, chega às Terras Baixas. Imediatamente atraída por ele e arrebatada pelos beijos sensuais, Cecily descobre a triste realidade enquanto, juntos, enfrentam o inimigo que os espreita...
Leonice Pomponio Editora
Copyright © 2006 by Hannah HowellOriginalmente publicado em 2006 pela Kensington Publishing Corp.PUBLICADO SOB ACORDO COM KENSINGTON PUBLISHING CORP.NY.NY-USATodos os direitos reservados.Todos os personagens desta obra são fictícios. Qualquer semelhança com pessoasvivas ou mortas terá sido mera coincidência.
TÍTULO ORIGINAL: HIGHLAND BARBARIAN
EDITORA Leonice Pomponio ASSISTENTES EDITORIAISPatrícia ChavesPaula RottaVânia Canto BuchalaEDIÇÃO/TEXTOTradução: Cecília Florence Borges Rizzo Revisão: Giacomo Leone ARTE Mônica MaldonadoMARKETING/COMERCIAL Andréa RiccelliPRODUÇÃO GRÁFICA Sônia SassiPAGINAÇÃO Andréa Carmassi© 2009 Editora Nova Cultural Ltda.Rua Paes Leme, 524 — 10 andar — CEP 05424-010 — São Paulo - SPvyww.novacultural.com.br Premedia, impressão e acabamento: RR Donnelley
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CHE 320 – O bárbaro das terras altas – Hannah Howell
CAPCAPÍÍTULO ITULO I
Escócia Verão de 1480
― Seu aspecto não é de morto, embora eu ache que você esteja tentando cheirar como um. Angus MacReith fez uma careta para o jovem gigante ao lado da cama. ArtanMurray, seu primo, além de grande, forte e atraente, estava bem situado na vida, refletiu.Muito melhor do que seus parentes mais próximos que quase não haviam tido filhos ou otinham deixado com herdeiros como o jovem Malcolm. A careta de Angus tornou-se maisferrenha ao pensar no rapaz imprestável, covarde e ganancioso. Artan, porém, tinha osangue dos MacReith e o demonstrava, assim como Lucas, o irmão gêmeo dele. Angusdeu-se conta, então, de que o primo estava sozinho.— Onde está o outro? — indagou.— Quebraram-lhe a perna — Artan respondeu.— Foi grave?— Poderia ser. Eu estava procurando os culpados quando recebi seu chamado.— Você sabe quem são?
Faço idéia e vou encontrá-los. — Tenho certeza de que sim, rapaz. Devem ter seescondido.— Sim. Deixei passar algum tempo para que se sentissem seguros de ter escapado.Será um prazer mostrar-lhes como estavam errados.— Seu raciocínio é admirável, Artan — Angus elogiou.— Obrigado. Bem, não acho que você esteja à beira da morte.— Eu não estou bem.— Pode ser, mas não está morrendo.— O que você sabe a respeito disso? — Angus resmungou.— Você se esquece de que sou um Murray? Desde que nasci, vivo rodeado por curandeiras. Você parece adoentado, mas não acho que chegou sua hora, caso se cuide.Você não tem o cheiro de um homem com o pé na cova e sim de um que precisa de umbom banho.— A morte tem um odor quando se apossa da alma de um homem?— Acho que sim. E como você não está morrendo, vou voltar a procurar os homensque quebraram a perna de Lucas. Angus segurou Artan pelo braço, impedindo-o de se afastar.— Não! Posso morrer, você sabe muito bem. Tenho sessenta anos e qualquer resfriado é capaz de me levar para a cova.Era verdade, Artan pensou ao observar o homem que o tinha educado e a Lucasdurante dez anos. Angus ainda era bem robusto, mas a idade, às vezes, corroia a saúdesem que ninguém notasse. O simples fato de ele estar deitado no meio do dia era sinal deque algo sério o acometia. Imaginou se estava se recusando a reconhecer a velhice de Angus e a possibilidade de sua morte.Então, vome chamou aqui para lhe fazer companhia enquanto morre? indagou, embora duvidasse que Angus lhe pedisse isso.— Não. Preciso que você faça algo para mim. Esta moléstia que me aflige fez comque eu me desse conta dos poucos anos que me restam, caso me recupere. Então,
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