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Resumo do Manual de Direito Europeu - Milena Pires.

Resumo do Manual de Direito Europeu - Milena Pires.

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06/08/2013

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FACULDADE ESTÁCIO DE SÁ DE VITÓRIA, ES.DIREITO INTERNACIONAL
 – 
TURMA ESPECIALPROFESSORA FABIANA VENTURAALUNA: MILENA NASCIMENTO LEITE PIRESTEXTO
 – 
MANUAL DE DIREITO EUROPEUAS FONTES DO DIREITO DA UNIÃO EUROPEIA:
De acordo com os autores, as fontes do Direito da União Europeia tem duas origens,uma convencional e outra unilateral. Enquanto uma parte das normas comunitáriaseuropeias é resultado de convenções realizadas pela comunidade europeia e na ordeminternacional, outras são resultados de atos normativos vindos de InstituiçõesComunitárias Europeias que visam implementar os Tratados que instituíram taiscomunidades.Existem ainda as fontes não escritas: os Princípios Gerais de Direito e a Jurisprudênciado Tribunal de Justiça da Comunidade Europeia.Tal estrutura de fontes demonstra que o Direito Comunitário Europeu é parecido com osdireitos da família Romano-Germânica, que também tem como fontes de Direito a lei, ocostume, a jurisprudência, a doutrna e os princípios gerais de direito.
FONTES CONVENCIONAIS:
As fontes convencionais do Direito Europeu podem ser divididas em fontes primáriasou originárias, e derivadas.As fontes convencionais primárias ou originárias são os Tratados Comunitários como éo caso do CECA, Euratom e CE, os quais não foram compilados em um só tratado, epor isso são conhecidos como convenções internacionais do tipo clássico.Como tratados fundadores da União Europeia podemos citar: O Tratado de Roma,responsável pela criação da Comunidade Econômica Europeia (CE) e ComunidadeEuropeia da Energia Atômica, em 25 de Março de 1957.
 
Os textos que regem a União Europeia nos dias de hoje que são: os Tratado da UniãoEuropeia, o Tratado que zela pelo funcionamento da União Européia, além do tratadoresponsável pela fundação da CEEA.Os Tratados assinados pelos países membros da Comunidade Europeia apontam osprincipais objetivos da UE, bem como definir quais instrumentos serão usados paraatingir os mencionados objetivos.Os Tratados contemplam regras e dispositivos disciplinadores relacionados às ações daUnião, dos Estados membros, dos órgãos da União e dos Estados, bem como as açõesde seus agentes. Eles também disciplinam o sistema jurisdicional e a organização dosistema financeiro da comunidade.As fontes convencionais, até mesmo as fontes originárias são passíveis de processorevisional ou de aprimoramento. As revisões dos tratados podem ocorrer por processosde revisão ordinários ou simplificados. A revisão de um tratado é a única maneira depreencher lacunas que só foram notadas após este mesmo tratado ter entrado em vigor.Esse processo revisional pode também servir para aprimorar a eficácia do Tratado econtribuir para evolução dessas Comunidades.
OUTRAS FONTES CONVENCIONAIS DE DIREITO DA UNIÃO
Existem outros tratados também considerados fontes do direito europeu, as convençõesrealizadas pelos Estados membros no quadro da União e à sua margem, as concluídaspelos Estados partes entre si, e aquelas firmadas pelos Estados parte da CE com outrospaíses ou com Organização Internacional, porém, esses tratados são classificados em
“Outras Fontes Convencionais”
.OS ATOS UNILATERAIS DA UNIÃO EUROPEIAOs Atos Unilaterais da União Européia são considerados fontes derivadas do DireitoEuropeu. Essas fontes derivadas são atos realizados por instituições da Comunidade
 
Europeia, previstos nos Tratados. Esses atos Unilaterais estão previstos no artigo 14 doCECA por exemplo, no Art. 189 do CE e no artigo 161 do Euratom.
 No CECA, esses atos unilaterais são as “decisões”, as “recomendações” e os“pareceres”. No que diz respeito à CE e à Euratom são: “os regulamentos”, “asdiretivas”, “as decisões”, “as recomendações e os pareceres.”.
 Segundo o autor as decisões da CECA estão no mesmo patamar dos regulamentos daCE e da Euratom, as recomendações estão em pé de igualdade com as diretivas edecisões individuais, as decisões estão no mesmo patamar dos pareceres, e os pareceresno mesmo patamar das recomendações.Em se tratando dessas fontes derivadas, é importante ressaltar que os regulamentos daCE e da Euratom, bem como as decisões gerais da CECA são de caráter geral,obrigatório e diretamente aplicáveis. Utilizando-se a hierarquização kelsiana comoexemplo, entende-se que os tratados seriam considerados como parte de umaConstituição, e os Regulamentos considerados como Leis.As diretivas são atos por meio dos quais a autoridade comunitária indica aosdestinatários um resultado de interesse de toda a Comunidade para ser alcançado,permitindo que cada Estado Membro escolha as melhores maneiras e os melhoresinstrumentos para atingir o objetivo apontado.As decisões são por sua vez, atos que obrigam apenas os destinatários que ela designar,não são gerais, mas específicos àqueles destinatários, não vinculando todos os paísesmembros.As recomendações e pareceres não são vinculativos e foram criados pare servirem deinstrumento à ação indireta da autoridade comunitária. As recomendações e os pareceresvisam normalmente uma aproximação das legislações de cada Estado Membro ou aadaptação de uma certa regulamentação interna com o regime comunitário adotado pelaEuropa.

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