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Direito Positivo e Direito Objetivo

Direito Positivo e Direito Objetivo

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Introdução
Uma pequena noção do Direito Positivo à Luz do Mestre Paulo Dourado de Gusmão: "DIREITOPOSITIVO/POSITIVO, é o que é real, certo, fora de qualquer dúvida; o direito só pode serpositivo na medida em que é sancionado pelo poder público (direito legislado) ou criado peloscostumes ou reconhecido pelo Estado ou pelo consenso das nações (direito internacional)".É oDireito posto!É o direito efetivamente observado em uma comunidade ou, então, o direitoefetivamente aplicado pelas autoridades do Estado, ou nas palavras de A. Bento Betioli:"Quando surgem, as normas jurídicas se põem ou se "positivam" como uma realidade"objetiva"; elas se positivam e se objetivam: vigem e têm eficácia em certo tempo, comorealidades culturais, postas e garantidas pela sociedade e pelo Estado; elas são "direitopositivo objetivo". Daí poder-se dizer que "objetivo" e "positivo" são termos que se implicam.Consequentemente, Direito Objetivo/Positivo é o direito como "norma", ou "conjunto denormas", que buscam a disciplina social. "OBJETIVO" - O direito como norma é chamado de"objetivo" porque, ao surgir, "se objetiva", se põe como uma realidade objetiva, independenteda pessoa do observador e irredutível à sua subjetividade (MIGUEL REALE). É o direito comonorma numa visão exterior, no seu ângulo externo. Sob esse enfoque, também o direito como"fato social" pode ser chamado de direito "objetivo". "POSITIVO" - O mesmo direito comonorma objetiva pode ser visto sob outro prisma, ou seja, ser enfocado como posto oureconhecido pelo Estado que o garante, quando então se denomina direito "positivo"; é odireito institucionalizado pelo Estado. Contudo, quando se fala em direito "institucionalizado"pelo Estado, não significa que todas as normas tenham sido elaboradas pelo Estado, e sim quetodas elas valem como normas de direito vigente, porque, seja qual for sua origem efetiva, "oEstado as quer como tais e as aplica como tais", no dizer de RECASÉNS SICHES. Ou segundoMIGUEL REALE, "é o direito declarado ou reconhecido pelo Estado, através de suas própriasfontes ou que resulta das demais fontes, sem conflito com as fontes estatais". Deconsequência, tanto o Direito objetivo como o Direito Positivo não só abrangem as normaselaboradas pelo Estado, mas também as originadas de outras fontes e que são reconhecidas egarantidas pelo Estado. Deve ser igualmente afastada a falsa impressão de que o DireitoObjetivo/Positivo é sempre escrito. Ele é tanto o direito "escrito", elaborado pelo podercompetente, como a norma consuetudinária, "não-escrita", resultante dos usos e costumes decada povo. Vale lembrar que há autores que, na distinção entre Direito Objetivo e DireitoPositivo, assim a fundamentam: aquele abrange todas as normas jurídicas em vigor NO Estado,enquanto este abrange apenas as normas jurídicas oriundas DO Estado. Assim MARCUSCLÁUDIO ACQUAVIVA: "existem normas jurídicas criadas originalmente pelo Estado, e normas jurídicas criadas pela vontade dos particulares, tão somente reconhecidas pelo Estado como jurídicas. As normas jurídicas criadas pelo Estado... cuja fonte é o Estado, formam um tododenominado Direito Positivo.... O Conjunto de todas as normas jurídicas no Estado chama-se,então, Direito Objetivo".Espero que tenha conseguido ajudá-lo.Espero notícias.Abraços,FátimaBittencourt.
 
Direito positivo
é o conjunto de princípios e regras que regem a vida social de determinado povo em determinada época.
 Diretamente ligado ao conceito de vigência,  o direito positivo, em vigor para um povo determinado, abrange toda a disciplina daconduta humana e inclui as leis votadas pelo poder competente,os regulamentos e as demais disposições normativas, qualquer que seja a sua espécie.
 Por definir-se emtorno de um lugar e de um tempo, é variável, por oposição ao que os jusnaturalistasentendem ser o direito natural.  As duas principais teorias acerca das relações entre o direito e o Estado divergem quanto à natureza do direito positivo.
 Para a teoria dualística do direito, Estado edireito positivo seriam duas realidades distintas. Já a teoria monística, por outro lado,entende que só existe um direito, o positivo, com o qual o Estado se confunde. Estaúltima corrente, portanto, iguala o direito positivo ao Estado que o produz.
 também uma teoria pluralista, minoritária, que afirma ser o direito positivo apenas umadentre outras manifestações jurídicas, ao lado de todo direito canônico e outros.
 Dentro do Direito Positivo se separam dois elementos: o Direito Objetivo e o DireitoSubjetivo.
Direito Objetivo
Por
direito objectivo
entende-se o conjunto das normas jurídicas que representam a estrutura de uma determinada comunidade constituída num Estado,ou seja, o ordenamento jurídico,que é uma trama das normas jurídicas vigentes numa sociedadeestatal num determinado momento histórico.
Direito Subjetivo
Direito subjetivo
(direito do sujeito,
lato sensu
) é a vantagem conferida ao sujeito derelação jurídica,em decorrência da incidência da norma jurídica ao fato jurídico gerador por ela considerado (suporte fático).O
dever jurídico
, contraposto ao direito subjetivo, será, por conseguinte, adesvantagem a ser suportada pelo outro sujeito afetado pela incidência da norma nosuporte fático.Logo, direito subjetivo é uma posição jurídica vantajosa assente no direito objetivo.
Direito subjetivo vs. objetivo
Na linguagem corrente, quer o direito objetivo, quer o direito subjetivo são designadosapenas "direito". Contudo, não se confundem.O Código Civil brasileiro de 1916 (revogado em 2002) afirmava que "a todo direitocorresponde uma ação, que o assegura". A evolução do direito processual fez com queesta visão subsidiária do processo desaparecesse. Mas este dispositivo legal jádemonstrava que as pessoas podiam ser titulares de dois direitos: aquele estabelecido na

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