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Projeto A vida como ela é - I MARLI E ERE

Projeto A vida como ela é - I MARLI E ERE

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Categories:Topics, Art & Design
Published by: João Antonio Pereira on Jun 21, 2012
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03/29/2014

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A VIDA COMO ELA É
 
ESCOLA ESTADUAL DONA MARIA DE LOURDES
 
TemaMinha vida como ela é
Movimentos e articulações em defesa de um projeto educativo adequado àscaracterísticas do meio rural vêm se desenvolvendo desde a década de 1930, no contexto dosdebates sobre a universalização da escola blica. No entanto, foi a partir da PrimeiraConferencia Nacional por uma Educação Básica do Campo, realizada em Luziânia (GO), em1998, que esse movimento incorporou o conceito de Educação do Campo. Esse encontrodefendeu o direito dos povos do campo às políticas públicas de educação com respeito àsespecificidades, em contraposição às políticas compensatórias da educação rural. A Educação do Campo, defendida pela Conferência, tratou da luta popular pela ampliação doacesso, permanência e direito à escola pública de qualidade no campo – as pessoas têm odireito de estudar no lugar onde vivem (dos agricultores, extrativistas, ribeirinhos, caiçaras,quilombolas, pescadores, seringueiros etc.), incorporando distintos processos educativos no seuProjeto Político Pedagógico.Essa concepção de Educação do Campo foi incorporada ao documento das DiretrizesOperacionais para a Educação Básica nas Escolas do Campo, oriundas dos debates acumuladoshistoricamente pelos movimentos sociais, pelas universidades, pelo governo e pelas ONG, entreoutros grupos organizados que formaram a Articulação Nacional por uma Educação do Campo.Nas Diretrizes, a identidade das escolas do campo é definida:(...) pela sua vinculação às questões inerentes à sua realidade, ancorando-se natemporalidade e saberes próprios dos estudantes, na memória coletiva que sinaliza futuros, narede de ciência e tecnologia disponível na sociedade e nos movimentos sociais em defesa deprojetos que associem as soluções exigidas por essas questões à qualidade social da vidacoletiva no país. (art. 2°, parágrafo único CNE/CEB, 2002).Na II Conferência Nacional por uma Educação do Campo, ocorrida em agosto de 2004,em Luziânia/GO definiu-se a ampliação de novos campos de luta para a Educação do Campo,sinalizando a consolidação de um projeto histórico de educação, conduzido e organizado pelossujeitos sociais do campo. Recolocou-se o campo e a educação na agenda política do país,impulsionada pela luta pela democratização do acesso a terra e à educação escolar, como direitode todos e dever do Estado. Com isso, firma-se uma nova agenda política definida na Carta deLuziânia:

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