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Pesquisa_Acao Muito Bom Utilizar Como Referencia

Pesquisa_Acao Muito Bom Utilizar Como Referencia

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09/16/2014

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Pesquisa Ação
Extrato do livro Investigacións cualitativa. Retos e interrogantes.Vol 1 MétodosProfa. Dra. Gloria Pérez SerranoCAP IV La Investigatión-AcciónPg. 177 até 202Tradução com adaptações pela Profa. MSc. Selma Dias LeiteTradução para utilização interna do grupo de estudo
1 Passo
:
Diagnosticar e descobrir uma preocupação temática “o problema”.
É importante chegar a este ponto e a tarefa nem sempre é fácil. Neste sentido podemosafirmar que muitas vezes o fracasso de uma pesquisa se deve a que não se efetuou umbom diagnóstico da situação em estudo.A prática começa quando alguém ou um grupo tem a idéia de que algo deve ser mudadoou melhorado. Idéia geral que nem sempre está clara. Uma das primeiras fases consisteem diagnosticar e descobrir o problema sua origem e causas e o porque ocorrem. Nestesentido Polanyi (1970:268) indica. “não há regras que possam explicar a forma em que seencontra uma boa idéia para começar uma pesquisa... Tão pouco existem regras claraspara a verificação e regulação de uma solução proposta de um problema”.Qual é o problema? O que gostaríamos de melhorar?Os problemas surgem de várias situações educativa, relações humanas, observaçõessistemáticas de ações escolares, reuniões de equipes educacionais, etc. O importante é quese trate de problemas que preocupem a todos e que estes desejem descobri-los ediagnosticá-los com o fim de identificá-los com uma maior precisão.É importante descobrir incoerências entre o que sucede, porque sucede e o que deveriasuceder se se elabora um projeto alternativo. Ele implica em conhecimento crítico dacomunidade, a instituição educativa ou social na qual vai se realizar a pesquisa.Questões que ajudam a identificar e clarificar o problema:
Gostaria de melhorar ou mudar em ...
Que posso fazer para mudar em...?
Diante essa situação, que posso fazer?
Tive uma idéia e gostaria de comprová-la. Como posso aplicá-la?
Que posso fazer a respeito de...?Para fazer um bom diagnóstico devemos perguntar-nos:
É conveniente a mudança? Ela é necessária? É urgente?
 
Ao formular estas perguntas nos motivaremos até a modificação e melhora de algum aspecto de nossarealidade educativa. O diagnóstico não termina em si mesmo. Diagnosticamos para introduzir mudanças,para poder atuar sobre a realidade com o fim de transformá-la. Propicia, ademais, não só a melhora doque se faz, mas sua compreensão mais profunda.Outra forma de identificar o problema consiste em examinar as diferenças entre o que é prática social eeducativa em uma situação concreta e o que se pretende que seja.GUIA PARA AO DIAGNÓSTICO DO PROBLEMA- Descrição da dificuldade ou necessidade.
Como são percebidas?
Em que medida nos preocupam?
O quanto são importantes?
Por que o são?PESQUISA QUALITATIVA EIXOS E QUESTIONAMENTOS
Descrição do contexto em que surge o problema.
Coleta de informação sobre o problema.1. Como são percebidos?2. Experiências de vida.
Formular hipóteses.
Revisão das hipóteses.
Consultar, se é preciso, nova informação.
Escrever o problema.O importante é que o problema parta das necessidades sentidas e percebidas pelo grupo, que sejarelevante para eles, que o assumam como próprio, estejam dispostos a resolvê-lo, tenha aplicabilidade acurto prazo e os resultados alcançados conduzam à mudanças e à melhora. A pesquisa-ação é apropriadapara questões educativas relativas aos interesses, atitudes, relações, determinadas aquisições onde existao desejo de melhorar a situação através de um maior entendimento da prática educativa. Se aplica mais aproblemas “micro” áreas da prática pessoal e profissional que a “macro” áreas de situações sócio-econômicas.Em suma, nesta fase se persegue a identificação clara e precisa do tema objeto de indagação. Constituiem si mesma um passo complexo, que exige:
Clareza do tema (necessidades reais de mudança e melhora).
A fundamentação precisa desde a reflexão e desde a vida (reflexão diagnóstica dotema, criticada e bem informada).
Chegar a formular o problema de modo apropriado pela equipe de trabalho.Essa fase inicial se reveste de grande importância no processo da pesquisa-ação; seria conveniente que ogrupo faça um relato com um pequeno informe do que foi vivido até o momento. Se trata de analisar e
 
avaliar o realizado. Em geral, o grupo pode mostrar resistência a relatar esse primeiro informe mas, seconseguem vencer, esta redação contribui de modo considerável para esclarecer o processo, pois asidéias ficam mais claras, ao escrevê-las. Indicamos a seguir, um roteiro:GUIA PARA O PRIMEIRO INFORME- Constituição do grupo e fruncionamento.
Motivação inicial.
Quem o constitui.
Papel da pessoa coordenadora.
Como se constitui e por que.
Calendário de reuniões realizadas. Temas tratados. Dinâmica seguida.- Necessidades vividas pelo grupo.- Análises do contexto.
Variáveis.
Como se recolheu as informações sobre eles (instrumentos e procedimentos)
Descrição do contexto.- Problema.
Questionamento inicial. De onde surge?
Ações e observações realizadas para chegar a identificar o problema.
Reflexões sobre o problema até sua definição.- Primeiro informe
A formulação do problema
Reformulação de um plano de ação- Avaliação do problema
Formular as hipóteses-ação
 Uma vez identificado o ou os problemas se passa a formular as hipóteses – ação para a possível soluçãodo problema. As hipóteses são simples conjeturas, possíveis explicações que o pesquisador crê quedarão respostas ao problema que está proposto. Vêm a ser ferramentas com as que conta para concluir apesquisa. Sua missão se centra em especificar de forma clara o que deveria fazer para obter a solução doproblema. Embora ofereçam, de certo modo, respostas provisórias, constituem o ponto de partida para aação ao mesmo tempo em que orientam. Uma vez formuladas de modo claro e preciso se pode introduziro segundo passo do processo.
2. Passo: Construção do plano3. Passo: Execução do plano e observação de seu funcionamento.

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