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Revista Paulo Freire_03

Revista Paulo Freire_03

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07/04/2013

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1
 
Revista de FormaçãoPolítico-Pedagógicado SINTESE
nº 03 - Sergipe - setembro - 2009
 
BOAL
 
AUGUSTO
Conheça o pai doteatro socialistaque encantou omundo e deu vozaos oprimidos.
 
2
 
3
xou para a educação, professores ealunos. Vale a pena ler com cuidadoe atenção o texto da professora He-len Sarapeck, além de uma entrevista esclarecedora. Leia também o texto“O lápis cor de rosa”, do arte-educa-dor Cláudio Rocha. A revista ainda traz dois textosfundamentais do ator e psicólogo Aldo Melo que apresenta as condi-ções fundamentais para entendera lógica do teatro do oprimido. Aldo e Helen Fontes são os faci-litadores de um projeto fantásticodo Sintese – o Palco na Luta, ondefiliados ao sindicato se aventuramna mágica experiência do teatro dooprimido.Chamo atenção para a leitura da árvore do teatro do oprimidonas duas páginas centrais da revis-ta e um texto escrito pelo próprio Augusto Boal sobre “Aprendemosa Aprender”, onde ele fez váriasreferências ao método do profes-sor Paulo Freire. “Paulo Freireajuda o cidadão a descobrir, porsi, o que traz dentro de si”, escreveBoal.Esta terceira edição só se tor-nou possível pela compreensãodo seu papel da História do Sintese,de sua direção, filiados e funcionários,mas também da importante e vital co-laboração dos integrantes do Centrode Teatro do Oprimido, localizado noRio de Janeiro, que colaboraramdecisivamente para esta edição. Vale registrar o apoio de Ney Motta, assessor de comunicaçãodo Centro de Teatro do Oprimi-do, de Aldo Rezende Melo e He-len Fontes, aqui de Sergipe, e deHelen Sarapeck, Bárbara Santos,Geo Britto, Cláudio Rocha, e tan-tos outros que foram fundamentaisnesse projeto. Agora, reafirmo o convite à leitu-ra, reflexão e ação. José Cristian GóesEditor da Revista Paulo Freire A terceira edição da revista PauloFreire não é apenas para ser lida, masdebatida, comentada, refeita sempre,interpretada, como pedia o mestre Augusto Boal, o maior dos maioresdo teatro do povo.Na madrugada do dia 2 de maiodeste ano, Boal nos deixou, mascertamente já está montando umgrande espetáculo no plano meta-físico. Como aqui, lá ele deve estarmexendo com as estruturas maisprofundas.Nesta edição, os professoresconheceram um pouco da história fantástica e intensa do engenheiroquímico que mudou a vida dele e demilhares de pessoas e que continua,mais firme do que nunca, transfor-mando o Mundo através dos seusinúmeros discípulos.O carioca Boal tem uma impor-tante tão grande que chegou a serreconhecido pela Unesco, este ano,como embaixador Mundial do Te-atro. No ano passado ele concorreuao Prêmio Nobel da Paz. Boal tevereconhecimento nacional.Como instrumento pedagógicodo Sintese, esta revista está focada na contribuição que Augusto Boal dei-
Não só leia, interprete!
 
primeiras palavras
Revista de Formação Político-Pedagógica do SINTESERua Sílvio Teófilo Guimarães, 70, B. Pereira LoboAracaju/SE Cep. 49052-410. Tel: (79) 2104-9800 JoCristian Góes - Editor (DRT/SE 633)Diego Oliveira - Coordenação Gráfica(DRT/SE 1094)
Conselho Editorial:
Hidelbrando Maia, Joel Almeida, NeíltonDiniz, Alexandrina Luz.
Apoio:
Aldo Rezende de Melo, Helen Fontes, Ney Motta, daassessoria de Comunicação do CTO-Rio
CENTRO DE TEATRO DO OPRIMIDO
Av. Mem de Sá, 31 - Lapa. Rio de Janeiro - RJ • Cep: 20230-150.
Tel:(21) 2232-5826 / 2215-0503. site: www.ctorio.org.br .contato@ctorio.org.br
Direção Artística:
Augusto Boal
Coordenação Geral:
Helen Sarapeck
Curingas e Elenco:
Bárbara Santos, Cláudia Simone, Claudete Fe-lix, Flávio Sanctum, Geo Britto, Helen Sarapeck e Olivar Bendelak.
Curingas Regionais:
Cláudio Rocha (PE), Kelly di Bertolli (SP) eYara Toscano (SP).
Curingas-Assistentes:
Alessandro Conceição, Janna Salamandrae Monique Rodrigues.
Consultoria de Imagem:
Cachalotte Matos.
 Administração Financeira:
Graça Silva.
 Assessoria de Comunicação:
Ney Motta.
 Assessoria Jurídica:
Victor Gabriel.
Administração:
Graça Silva.
Apoio Administrativo:
Lígia Martins, Walter Gonçalves.
Programação Visual:
Leila Braile
.Colaboradores:
Roni Valk, Christoph Leucht, Cachalotte Mattos,Kelly Regis, Wellington Leão, Santa Clara.
O Centro de Teatro do Oprimido - CTO, surgido em 1986,é um centro de pesquisa e difusão, que desenvolve meto-dologia específica do Teatro do Oprimido em laboratóriose seminários, ambos de caráter permanente, para revisão,experimentação, análise e sistematização de exercícios, jogos e técnicas teatrais. Nos laboratórios e seminários sãoelaborados e produzidos projetos sócio-culturais, espetá-culos teatrais e produtos artísticos, tendo como alicerce aEstética do Oprimido. A filosofia e as ações desta instituiçãovisam à democratização dos meios de produção cultural,como forma de expansão intelectual de seus participantes,além da propagação do Teatro do Oprimido como meio,da ativação e do democrático fortalecimento da cidadania.O CTO implementa projetos que estimulam a participaçãoativa e protagônica das camadas oprimidas da sociedade,e visam à transformação da realidade a partir do diálogo eatravés de meios estéticos. Dessa forma o Centro de Teatrodo Oprimido desenvolve projetos na área da educação, saú-de mental, sistema prisional, pontos de cultura, movimentossociais, comunidades, entre outros. Por conta de sua nature-za humanística e do potencial do Teatro do Oprimido, estáatuante em todo o Brasil e em países como Moçambique,Guiné Bissau, Angola e Senegal.
onde achar
Boal: vida do teatro outeatro da vida
04
Embaixador do teatropelo mundo
05
O Teatro do Oprimidoe as tradiçõeslibertadoras I
06
O Teatro do Oprimidoe as tradiçõeslibertadoras II
07
Teatro do Oprimido:um aliado na Educaçãodos oprimidos
08
SINTESE cria o Palco naLuta
12
O lápis de cor rosa
13
Centro de Teatro doOprimido ratifica suaforça mundial
14
Teatro e a educação
16
Aprendemos a aprender
18
A Árvore do Teatrodo Oprimido
10
Esta revista está fo- cada na contribuição que Augusto Boal dei- xou para a educação,professores e alunos 

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