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Série Homens do Texas 08 - [Irmãos Tremayne 3] - Caminhos da sedução - Evan e Anna

Série Homens do Texas 08 - [Irmãos Tremayne 3] - Caminhos da sedução - Evan e Anna

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Caminhos da sedução
– Evan Tremayne e Anna Cochran –(Evan) - 1991Diana PalmerIrmãos Tremayne 3Série Homens do Texas 8
Sinopse
:Bela e inexperiente, Anna Cochran não era correspondida em sua paixão porEvan Tremayne, para que as virgens deveriam ficar protegidas de homens doseu tipo, um vaqueiro rude, que não saberia lidar com a delicadeza de uma jovem mulher. Mas Anna estava disposta a tudo para conquistar o amor dessesolteirão encantador, e Evan sentiu-se encurralado. O que pretendia defender,afinal: a pureza de Anna ou sua vida de solteirão?
Capítulo 1
A Evan Tremayne não incomodava ter ido ao jantar daquela noite na casada senhora Cochran, nem a conversa sobre negócios que teve a seguir. O quelhe incomodava, era ter à filha dela, Anna, sentada frente a ele observando-ocom adoração.Anna Cochran com seus dezenove anos, era uma jovem verdadeiramenteescultural: loira, olhos azuis, curvas acentuadas e pernas longas e bronzeadas.Entretanto, Evan era incapaz de evitar o fato de que tinha deixado atrás a
 
adolescência, e se empenhava em ignorá-la, conseguindo sozinho que Anna sevoltasse ainda mais tenaz em seus intentos de obter que se fixasse nela.Evan estava muito consciente da considerável diferencia de idade entreos dois, já que ele contava trinta e quatro anos, e tinha muitas preocupaçõespara emprestar atenção ao que para ele eram só flertes descarados de umamenina. Era o mais velho de quatro irmãos, e o único que permanecia aindasolteiro, com o qual recaiam a maior parte da responsabilidade do ranchofamiliar e o cuidado de sua mãe. Sua vida era um amontoado de problemas como gado, os peões, e as finanças do rancho, e Anna era a gota que enchia o copo.Sobretudo, disse-se, embelezada com aquele vestido azul, sem mangas, ecom um decote, que mostrava muito de sua dourada pele e seus generososseios.Acaso a sua mãe não importava? Evan se perguntou se Polly Cochranteria se dado conta de quão rápido sua filha estava crescendo.O certo era que ninguém parecia ter tempo para a Anna. Poderia dizerinclusive que tinha sido Lori, o ama de chaves dos Cochran, quem tinha criadoAnna. Seus pais se separaram fazia anos, ele, que era piloto comercial,transladou-se para Atlanta, Georgia, enquanto que Polly sempre estava ocupadacom seu negócio de venda imobiliária.Nesse momento soou o telefone, e Polly se desculpou para ir atendê-lo,deixando um incômodo Evan a sós com Anna.— Posso saber por que leva tanto tempo me olhando com essa cara defúria? — perguntou Anna franzindo a sobrancelha que lhe dava um ar muitomaduro e sofisticado apesar de sua idade.— Porque esse vestido é muito atrevido, por isso — respondeu Evan comaspereza. Não estava acostumado a ser assim com outros, mas a atração deAnna para com ele o irritava, e sem se precaver a tratava com certabrutalidade — Sua mãe não deveria comprar coisas assim.— Não me comprou — respondeu Anna com um sorriso travesso — é dela.O tomei emprestado, mas estou certa de que nem sequer se deu conta de que otenho posto. Já sabe o pouco que se fixa em nada. Só pensa nos negócios.— De qualquer maneira, esse vestido é muito adulto para você — insistiuEvan em um tom condescendente — Deveria usar coisas mais... Apropriadaspara sua idade.
 
Anna suspirou enfastiada e o olhou pensativa antes de baixar os olhospara a mesa.— De verdade lhe pareço jovem, Evan?— Dou-lhe quinze anos, pequena — disse ele com certo humor, como sefosse algo evidente — Sim, claro que me parece jovem.Os olhos azuis da Anna não se separaram de suas mãos entrelaçadas.— Mamãe vai dar uma festa na sexta-feira de noite, para celebrar aabertura desse centro comercial — disse de repente — Já sabe, esse queconstruíram sobre os terrenos ela lhes vendeu — acrescentou — Vai?— Harden e Miranda podem ser que vão — murmurou ele desinteressado— Eu sou um homem ocupado.A jovem procurou seus olhos negros sem dar-se por vencida.— Ao menos poderia dançar no baile comigo. Não te mataria, sabe?Evan limpou os lábios com o guardanapo e o colocou junto ao prato,ficando de pé. Era um homem muito alto, um verdadeiro gigante, de braços epernas musculosos, largo tórax e quadris estreitos.— Tenho que ir já.— Anna se levantou também.— Tão cedo?— Tenho muitas coisas a fazer.— Mentira — balbuciou Anna franzindo os lábios — O que acontece é quenão quer ficar a sós comigo — disse — Do que tem medo, Evan, de que eu vásaltar sobre você e o viole sobre a mesa?Evan arqueou uma sobrancelha, divertido.— Exato, não quero acabar com todas as costas da camisa manchada depurê de batata.Anna bufou irritada.— Alguma vez me leva a sério?Evan não respondeu a isso, mas sim pegou seu chapéu e se despediu:— Diga a sua mãe que amanhã passarei por seu escritório.

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