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Mionsenhor Luz

Mionsenhor Luz

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06/26/2012

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Monsenhor Luz
Por Cairbar Alves de Souza
 Monsenhor Luz
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ou José Maria Luz, nascido em Três Pontas
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chegou a Pratápolis em1962 e se identificou com a cidade de tal maneira a ponto de ser considerado umpratapolense. Missão que lhe foi confiada pelo nosso querido bispo Diocesano FreiInácio João Dal Monte, de conduzir aquela paróquia com carinho e dedicação, o quesempre o fez.Monsenhor Luz, a par de sua bondade, e de inúmeras outras virtudes positivas, era, naépoca, um dos maiores parapsicólogos do Brasil, pelos dons que Deus lhe concedeu.Afinal, todos nós somos um magneto ambulante, cheio de energias que desconhecemose, o que é pior, deixamos de fazer uso delas.Era assertivo quando afirmava que seu dom não se tratava de Espiritismo, mas de umdom que aparecia um em um milhão de pessoas, do qual ele não ser orgulhava, pois lhetrazia enormes problemas de consciência. O dom que ele portava era, além de inúmerospoderes mediúnicos, como percepção, vidência, sendo o principal deles o de antever osacontecimentos funestos que iriam acontecer com as pessoas de seu convívio, e aquelasoutras que, aos milhares, o procuravam.Referido dom, segundo ele, era terrível e não desejaria tê-lo nunca, mas como Deus oescolheu, ele desempenhava na conformidade de sua consciência; a maior parte dasvezes deixava de revelar a verdade aos interessados, guardando apenas para si. À épocade seus feitos, era bastante procurado por jornais, com amplas reportagens nas melhores
 
revistas da época, como as famosas Manchete e O Cruzeiro. Além de ser objeto de alvopelas TVs.Passemos aos fatos: numa manhã de sábado, no começo da década de setenta, eutrabalhava no Banco do Brasil em Guaxupé e tinha um colega de nome AmyresGisberto Chiquini, que aposentado reside hoje em Itajubá.Amyres, sempre afeito à curiosidade para com as pessoas que possuíam mediunidadesavançadas, pediu-me que o acompanhasse em uma visita ao Monsenhor Luz aPratápolis. E lá fomos nós. Chegamos à casa paroquial do Monsenhor Luz por volta dasdez horas da manhã, em um Opala, um dos melhores veículos da época.Lá chegando, qual não foi nossa surpresa, pois, Monsenhor Luz, sem nunca ter-nosvisto, chamou-nos pelos nomes, numa atitude típica do nosso amado Chico Xavier. E omais importante: disse-nos que já sabia o motivo de nossa visita. Lógico e evidente queo que mais prevalecia era a curiosidade e a vontade do Amyres em conhecer aquelafigura tão polêmica e incomum. Não escondo que também tinha muita vontade deconhecê-lo.Sentados já em sua casa, ele voltou toda a atenção para a minha pessoa, deixando oAmyres um tanto de lado, e começou a falar sobre um problema fatal de saúde que eutive, quando pequeno, mas que em virtude de desconhecer a doença, simplesmente sareie, incontinenti, receitou-me um mês de sonoterapia, pois detectou que eu estavaaltamente estressado, muito cansado e necessitando urgentemente de tratamento.Falei da minha vida de estudante, dos trabalhos no Banco, e dos encargos normais deum casado, com duas filhas menores. E ele então, contra sua vontade, passou suaabençoada mão sobre minha cabeça e fez com que eu me desdobrasse. Para as pessoaspouco afeitas, explico: desdobramento significa retirar minha alma do corpo, elevando-a, no caso, para o teto da sala onde estávamos e, ainda, brincou com o Amyres, queficou estupefato, veja o que vou fazer: mordeu a minha mão e provou que não sentianada e eu, do alto, vendo tudo o que acontecia.Passados alguns momentos, ele deu um comando e eu retornei ao meu corpo, quandoele, para confirmar que eu havia voltado, deu-me um beliscão na mão, que acuseiimediatamente a dor.Para quem não entende, os momentos que passei fora do corpo, sob o seu comando,uma equipe espiritual em momentos conseguiu fazer com que eu obtivesse a cura domeu estado estressado. Senti-me aliviado. Foi quando ele nos disse que pela sua idade,não poderia nunca ter feito aquilo, pois o dispêndio de sua energia era tão grande que,quando fôssemos embora, ele iria deitar-se para recuperar as forças. Por curiosidade, oleitor pode acessar a internet e procurar o que significa a APOMETRIA
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além damedida
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para melhor entender.Hoje, relembrando aqueles momentos é que eu me dou conta de que o Amyressimplesmente foi um instrumento da espiritualidade com a incumbência de levar-me atéele, sendo que, tirante o aspecto de presenciar tudo aquilo, ele não foi beneficiadopraticamente em nada, a não ser simples testemunha do ocorrido. Talvez, no momento,até não necessitasse de nada.

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