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Direito das obrigaçoes

Direito das obrigaçoes

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 Direito das Obrigações
Paulo Pichel2009
 
Direito das Obrigações – 4º Sem. | Paulo Pichel2/96
 
Direito das Obrigações – 4º Sem. | Paulo Pichel3/96
I PARTE INTRODUTÓRIA.....................................................................................................................................................8
 SECÇÃO I – P
RELIMINARES
....................................................................................................................................................8
1. Objecto, significado teórico-prático e características dominantes do Direito das Obrigações. Fixação daterminologia (Bibliografia: A
NTUNES
 ARELA
 , Das Obrigações em Geral, Vol.I, 10ª ed,, Almedina, pps. 15 a 27;B
RANDÃO
P
ROENÇA
 , Direito das Obrigações – relatório sobre o programa, o conteúdo e os métodos de ensino dadisciplina, Publicações Universidade Católica, 2007, pps. 123 a 127)........................................................................8
  A. Objecto do Direito das Obrigações........................................................................................................................8B. Fim do Direito das Obrigações, enquanto ramo da doutrina..............................................................................8C. Importância prática das obrigações......................................................................................................................9D. importância doutrinária da Teoria das Obrigações............................................................................................10E. Características dominantes do Direito das Obrigações.....................................................................................10
 2. As fontes do Direito das Obrigações: o Código Civil de 1966 (sobretudo o Livro II) com as alterações introduzidas por diplomas posteriores, a legislação avulsa (incluindo a resultante da transposição de Directivas),os regulamentos comunitário e as Convenções internacionais ratificadas. A sistematização adoptada pelo legislador no Livro II. (Bibliografia: A
NTUNES
 ARELA
 , Das Obrigações em Geral, Vol.I, 10ª ed,, Almedina, pps. 42 a 47)....................................................................................................................................................................................12
  A. Plano da sistematização do Código Civil, quanto ao Direito das Obrigações (critérios de sistematização).12SECÇÃO II – N
OÇÃO
,
ESTRUTURA 
,
E FUNÇÃO DA OBRIGAÇÃO
RELAÇÃO OBRIGACIONAL
 ).......................................................12
3. Noção de obrigação em sentido amplo (dever jurídico, estado de sujeição, ónus jurídico e poder-dever) e em sentido restrito ou técnico. Reservas à noção perfilhada pelo legislador no art. 397º do Código Civil.(Bibliografia: B
RANDÃO
P
ROENÇA
 , Direito das Obrigações – relatório sobre o programa, o conteúdo e os métodosde ensino da disciplina, Publicações Universidade Católica, 2007, pps. 127 a 140; A
NTUNES
 ARELA
 , DasObrigações em Geral, Vol.I, 10ª ed,, Almedina, pps.51
 
 a 72 ).....................................................................................12
  A. Acepções do termo obrigação. Conceitos afins.................................................................................................12 A.1. Dever jurídico.................................................................................................................................................13 A.2. Estado de sujeição........................................................................................................................................13 A.3. Ónus jurídico..................................................................................................................................................14 A.4. Direitos-deveres (poderes funcionais)..........................................................................................................14B. Obrigação em sentido técnico. Confronto com noções próximas...................................................................15B.1. Relações obrigacionais simples e complexas.............................................................................................15B.2. As obrigações não autónomas.....................................................................................................................16C. Noção de obrigação do art. 397º.........................................................................................................................17
 4. Elementos constitutivos da obrigação: sujeitos, objecto e vínculo jurídico garantido coercivamente. O facto jurídico como elemento meramente causal da obrigação – reenvio para os Factos constitutivos de obrigações(III)....................................................................................................................................................................................17 
  A. Os Sujeitos: o sujeito activo (credor/lesado) e o sujeito passivo (devedor/lesante). A singularidade epluralidade subjectivas (ideias breves). Determinação do sujeito passivo e possível indeterminação (masdeterminabilidade) do sujeito activo. Sujeitos da obrigação e legitimados para cumprir ou receber. Alusãosucinta à sucessão e à transmissão nas obrigações (remissão para IV)..............................................................17 A.1. Os sujeitos enquanto elemento da obrigação.............................................................................................17B. O objecto: a prestação do devedor como objecto imediato da obrigação. O objecto mediato....................19B.1. O possível conteúdo da prestação. As variantes da prestação: prestação de facto e de coisa; fungível,infungível e relativamente fungível; prestação instantânea e duradoura. Breve alusão a outras prestações(determinada e indeterminada, divisível e indivisível).........................................................................................19B.2. Deveres principais de prestação, deveres secundários de prestação e deveres laterais (de conduta) –a compreensão da relação obrigacional complexa. Outros conteúdos. Relações obrigacionais sem deveresprimários de prestação. Tipologia, fontes e efeitos do incumprimento dos deveres laterais.........................23B.3. O conteúdo negativo da prestação. Conexão deste conteúdo com os chamados requisitos daprestação (possibilidade, licitude, determinabilidade, conformidade à ordem pública e aos bonscostumes). As normas especiais condicionantes dos requisitos. A dispensa legal e doutrinal dos requisitosda patrimonialidade e da autonomia...................................................................................................................24C. O vínculo jurídico (o nexo direito à prestação-dever de prestar) como elemento verdadeiramente marcanteda obrigação e com uma natureza essencialmente intersubjectiva. Ausência de vínculo jurídico nas relaçõesde cortesia e nos acordos de cavalheiros e “vinculação específica” nas obrigações naturais..........................25

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