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04/01/2015

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Travessa do Carvalho, nº 21-251249-003 LisboaTel.: 21 324 11 40 a 45Fax: 21 324 11 70www.oasrs.orgpraticaprofissional@oasrs.orgCONSELHO DIRECTIVO REGIONAL DO SUL
REGULAMENTO GERAL DAS EDIFICAÇÕESURBANAS
Decreto-Lei n.º 38 382 de 7 de Agosto de 1951:
Aprova o Regulamento geraldas edificações urbanas
Alterado por:
• Decreto-Lei n.º 38 888 de 29 de Agosto de 1952• Decreto-Lei n.º 44 258 de 31 de Março de 1962• Decreto-Lei n.º 45 027 de 13 de Maio de 1963• Decreto-Lei n.º 650/75 de 18 de Novembro
(nova redacção dos artigos 46º, 50º, 65º a 71º,77º, 84º, 87º e 110º)
 • Decreto-Lei n.º 43/82 de 8 de Fevereiro
(altera os artigos 45º, 46º, 50º, 68º a 70º)
 • Decreto-Lei n.º 463/85 de 4 de Novembro
(altera o § único artigo 5º e artigos 161º a 164º)
 • Decreto-Lei n.º 172–H/86 de 30 de Junho
(revoga o Decreto-Lei nº43/82 de 8 de Fevereiro)
• Decreto-Lei n.º 64/90 de 21 de Fevereiro
(revoga, para edifícios de habitação, o capítulo III dotítulo V)
• Decreto-Lei n.º 61/93 de 3 de Março
(nova redacção dos artigos 162º e 163º)
• Decreto-Lei n.º 409/98 de 23 de Dezembro
(revoga, para edifícios de tipo hospitalar, ocapítulo III do título V do RGEU, aprovado pelo DL nº38382 de 7.08.51)
• Decreto-Lei n.º 410/98 de 23 de Dezembro
(revoga, para edifícios administrativos, o capítuloIII do título V)
• Decreto-Lei n.º 414/98 de 31 de Dezembro
(revoga, para edifícios escolares, o capítulo III dotítulo V)
• Decreto-Lei n.º 555/99 de 16 de Dezembro
(revoga os artigos 9º e 165º a 168º)
 • Decreto-Lei n.º 177/2001 de 4 de Junho
(revoga os artigos 9º, 10º e 165º a 168º)
• Decreto-Lei n.º 290/2007, de 17 de Agosto
(altera o artigo 17º)
• Decreto-Lei n.º 50/2008, de 19 de Março
(altera a nova redacção do artigo 17º)
TULO IDISPOSIÇÕES DE NATUREZA ADMINISTRATIVACAPÍTULO IGeneralidadesArtigo 1.º
A execução de novas edificações ou de quaisquer obras de construção civil, areconstrução, ampliação, alteração, reparação ou demolição das edificações e obrasexistentes, e bem assim os trabalhos que impliquem alteração da topografia local,dentro do perímetro urbano e das zonas rurais de protecção fixadas para as sedesde concelho e para as demais localidades sujeitas por lei a plano de urbanização eexpansão subordinar-se-ão às disposições do presente regulamento.
 
Travessa do Carvalho, nº 21-251249-003 LisboaTel.: 21 324 11 40 a 45Fax: 21 324 11 70www.oasrs.orgpraticaprofissional@oasrs.orgCONSELHO DIRECTIVO REGIONAL DO SUL
§ único.
Fora das zonas e localidades, a que faz referência este artigo, o presenteregulamento aplicar-se-á nas povoações a que seja tornado extensivo pordeliberação municipal e, em todos os casos, às edificações de carácter industrial oude utilização colectiva.
Artigo 2.º
(Revogado pelo artigo 2º do Decreto-Lei nº650/75, de 18 de Novembro)
 A execução das obras e trabalhos a que alude o artigo anterior não pode ser levadaa efeito sem previa licença das câmaras municipais, às quais incumbe também afiscalização do cumprimento das disposições deste regulamento.§ 1º Tratando-se de obras que, pela sua natureza ou localização, possamconsiderar-se de pequena importância sob os pontos de vista da salubridade,segurança ou estética, designadamente pequenas construções para serviçosrurais, obras ligeiras de conservação ou outras de pequena monta emconstruções existentes que não afectem a sua estrutura nem o seu aspectogeral, poderão as câmaras municipais dispensar a licença.§ 2º Compete às câmaras municipais fixar em regulamento os limites precisos daisenção a que se refere o parágrafo anterior.
Artigo 3.º
As câmaras municipais não poderão conceder licenças para a execução dequaisquer obras sem que previamente verifiquem que elas não colidem com o planode urbanização geral ou parcial aprovado para o local ou que, em todo o caso, nãoprejudicam a estética urbana.
§ único.
A concessão de licença para a execução de quaisquer obras será semprecondicionada à observância das demais prescrições do presente regulamento, dosregulamentos municipais em vigor e bem assim de quaisquer outras disposiçõeslegais cuja aplicação incumba à administração municipal assegurar.
Artigo 3.º-A
(Aditado pelo Decreto-Lei nº45027, de 13 de Maio de 1963)
 É permitido às câmaras municipais recusar licenças para novas construções emzonas sujeitas a plano de urbanização e expansão enquanto nelas não existamarruamentos e redes públicas de água e de saneamento.
Artigo 4.º
A concessão da licença para a execução de qualquer obra e o próprio exercício dafiscalização municipal no seu decurso não isentam o dono da obra, ou o seuproposto ou comitido, da responsabilidade pela condução dos trabalhos em estritaconcordância com as prescrições regulamentares e não poderão desobrigá-los daobediência a outros preceitos gerais ou especiais a que a edificação, pela sualocalização ou natureza, haja de subordinar-se.
Artigo 5.º
(alterado pelo Decreto-Lei n.º 463/85 de 4 de Novembro)
 Os pedidos de licença para a execução de obras serão acompanhados doselementos estritamente necessários ao exacto esclarecimento das condições da suarealização, conforme se dispuser nos regulamentos municipais, na elaboração dosquais se terá em conta a importância, localização e finalidade de cada tipo deobras.
 
Travessa do Carvalho, nº 21-251249-003 LisboaTel.: 21 324 11 40 a 45Fax: 21 324 11 70www.oasrs.orgpraticaprofissional@oasrs.orgCONSELHO DIRECTIVO REGIONAL DO SUL
§ único.
As câmaras municipais submeterão à aprovação da assembleia municipalos regulamentos municipais cuja elaboração é prevista neste artigo.
Artigo 6.º
Nos projectos de novas construções e de reconstrução, ampliação e alteração deconstruções existentes serão sempre indicados o destino da edificação e a utilizaçãoprevista para os diferentes compartimentos.
Artigo 7.º
As obras relativas a novas edificações, a reedificações, a ampliações e alterações deedificações existentes não poderão ser iniciadas sem que pela respectiva câmaramunicipal seja fixado, quando necessário, o alinhamento de acordo com o planogeral, e dada a cota de nível.
Artigo 8.º
A utilização de qualquer edificação nova, reconstruída, ampliada ou alterada,quando da alteração resultem modificações importantes nas suas características,carece de licença municipal.§ 1º As câmaras municipais só poderão conceder as licenças a que este artigo serefere em seguida à realização de vistoria nos termos do §1º do artigo 51.º doCódigo Administrativo, destinada a verificar se as obras obedeceram ascondições da respectiva licença, ao projecto aprovado e às disposições legais eregulamentares aplicáveis.§ 2º A licença de utilização só pode ser concedida depois de decorrido sobre aconclusão das obras o prazo fixado nos regulamentos municipais, tendo em vistaas exigências da salubridade relacionadas com a natureza da utilização.§ 3º O disposto neste artigo é aplicável à utilização das edificações existentes parafins diversos dos anteriormente autorizados, não podendo a licença para esteefeito ser concedida sem que se verifique a sua conformidade com asdisposições legais e regulamentares aplicáveis.
Artigo 9.º
(Revogado pela alínea e) do artigo 129º do diploma que estabelece RJUE, Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de Dezembro, com as alterações introduzidapelo Decreto-Lei n.º 177/2001, de 4 de Junho)
 As edificações existentes deverão ser reparadas e beneficiadas pelo menos uma vezem cada período de oito anos, com o fim de remediar as deficiências provenientesdo seu uso normal e de as manter em boas condições de utilização, sob todos osaspectos de que trata o presente regulamento.
Artigo 10.º
(Revogado pela alínea e) do artigo 129º do diploma que estabelece o RJUE, Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de Dezembro, com as alterações introduzidapelo Decreto-Lei n.º 177/2001, de 4 de Junho)
 Independentemente das obras periódicas de conservação a que se refere o artigoanterior, as câmaras municipais poderão, em qualquer altura, determinar emedificações existentes, precedendo vistoria realizada nos termos do artigo 51º, §1º,do Código Administrativo, a execução de obras necessárias para corrigir máscondições de salubridade, solidez ou segurança, contra o risco de incêndio.

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