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O Sofista - Platão

O Sofista - Platão

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O Sofista - Platão

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O Dialético

O Sofista Platão Tradução: Carlos Alberto Nunes Créditos da digitalização: Juscelino D. Rodrigues UFB 1980 Versão para eBook eBooksBrasil.com Fonte Digital Site “O Dialético” www.odialetico.hpg.ig.com.br/ © 2003 — Platão

Índice
I – II – III – IV – V VI – VII – VIII – IX – X XI – XII A Purificação XIII – XIV – XV XVI – XVII – XVIII Antilogia XIX – XX Mímesis XXI – XXII – XXIII – XXIV – XXV XXVI – XXVII – XXVIII – XXIX – XXX XXXI – XXXII – XXXIII –
O Sofista - Platão

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O Dialético

O Sofista Platão Tradução: Carlos Alberto Nunes Créditos da digitalização: Juscelino D. Rodrigues UFB 1980 Versão para eBook eBooksBrasil.com Fonte Digital Site “O Dialético” www.odialetico.hpg.ig.com.br/ © 2003 — Platão

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I – II – III – IV – V VI – VII – VIII – IX – X XI – XII A Purificação XIII – XIV – XV XVI – XVII – XVIII Antilogia XIX – XX Mímesis XXI – XXII – XXIII – XXIV – XXV XXVI – XXVII – XXVIII – XXIX – XXX XXXI – XXXII – XXXIII –

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O Dialético
 
O SofistaPlatão Tradução: Carlos Alberto NunesCréditos da digitalização: Juscelino D. RodriguesUFB 1980Versão para eBookeBooksBrasil.comFonte DigitalSite “O Dialético”www.odialetico.hpg.ig.com.br/© 2003 — Platão
 
Índice
I II III IV VVI VII VIII IX XXI XIIA Purificação XIII XIV XVXVI XVII XVIIIAntilogia XIX XXMímesis XXI XXII XXIII XXIV XXVXXVI XXVII XXVIII XXIX XXXXXXI XXXII XXXIII XXXIV XXXVXXXVI XXXVII XXXVIII XXXIX XL XLI XLII XLIII XLIV XLVXLVI XLVII XLVIII XLIX LI LII
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O SOFISTAPLATÃOO SOFISTA DE PLATÃO
I — Teodoro — Fiéis, Sócrates, à nossa combinaçãode ontem, aqui estamos na melhor ordem. Trouxemosconosco este Estrangeiro, natural de Eléia; é amigo dosdiscípulos de Parmênides e de Zenão, e filósofo degrande merecimento.Sócrates — Não se dará o caso, Teodoro, de, sem osaberes, teres trazido um dos deuses em vez de umEstrangeiro, segundo aquilo de Homero, quando dizque, de regra, os deuses, e particularmente o quepreside à hospitalidade, acompanham os cultores da justiça, para observarem o orgulho ou a eqüidade doshomens? Quem sabe se não veio contigo uma dessasdivindades, para surpreender-nos e refutar-nos — argumentadores tão fracos todos nós — algum deusdisputador? Teodoro — Não, Sócrates; não é do caráter do nossoEstrangeiro; ele é mais modesto do que todos essesamantes de discussões. Não acho, absolutamente, queo homem seja alguma divindade. Porém divino terá deser, sem dúvida; não é outro o qualificativo que
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costumo dar aos filósofos.Sócrates — E com razão, amigo. Porém talvez a raçados filósofos não seja, por assim dizer, muito mais fácilde conhecer do que a dos deuses. Em virtude daignorância da maioria, esses varões percorrem ascidades sob as mais variadas aparências,contemplando, sobranceiros, a vida cá de baixo. Nãome refiro aos pretensos filósofos, porém aos de verdade.Aos olhos de algumas pessoas, eles carecem emabsoluto de merecimento; para outros, são dignos detoda a consideração. Ora se apresentam como políticos,ora como sofistas, havendo, até, quem dê a impressãode ser completamente louco. Por isso mesmo, gostariade perguntar ao nosso Estrangeiro, caso nada tenha aopor, como pensam a esse respeito lá por suas bandase como os denominam. Teodoro — A que te referes?Sócrates — Sofista, político, filósofo. Teodoro Mas, ao certo, de que se trata, que tedeixa tão alvoroçado, para interrogá-lo desse modo?Sócrates — É o seguinte: desejo saber se seuscompatriotas os classificam num só gênero ou em dois;ou ainda, visto tratar-se de três nomes, se atribuem umgênero diferente para cada nome? Teodoro A meu ver, ele não se esquivará deelucidar-nos esse ponto. Ou que diremos, Estrangeiro?Estrangeiro — Isso mesmo, Teodoro. Não menegarei, absolutamente, nem há dificuldade em dizerque os distribuem em três gêneros. Porém definir comexatidão o que venha a ser cada um, não é tarefapequena nem fácil. Teodoro Nem de propósito, Sócrates; sugeres umtema assaz parecido com o assunto sobre que ointerrogamos pouco antes de virmos para cá. Suasdesculpas de agora são em tudo iguais às que nosapresentou, conquanto admitisse que sobre isso jáouvira muitas discussões e que nada havia esquecidode quanto conversara.II — Sócrates — Sendo assim, Estrangeiro, não te es[cuse]s* de satisfazer ao nosso primeiro pedido. Diz-nosapenas se, por uma questão de hábito, preferesdesenvolver num discurso corrido o tema que tepropões apresentar, ou seguir o método de perguntas, aexemplo do outrora fez Parmênides na minha presença?Foi uma discussão memorável; nesse tempo, eu eramuito moço e ele já de idade avançada.
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