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Crônica de Akakor.portugues

Crônica de Akakor.portugues

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A CRÔNICA DE AKAKOR
KARL BRUGGERPrefácio deERICH VON DANIKENTradução deBERTHA MENDESLIVRARIA BERTRANDOs cientistas não são os únicos que enriquecem ao exploraro desconhecido. Karl Brugger, nascido em 1942, depois decompletar os seus estudos de história e sociologiacontemporânea, foi para a América do Sul como jornalista eobteve informações acerca de Akakor. Desde 1974 queBrugger é correspondente das estações de rádio e televisãoda Alemanha Ocidental. Atualmente, é considerado umespecialista em assuntos que dizem respeito aos Índios.Em 1972, Brugger encontrou Tatunca Nara, filho de umchefe índio, em Manaus, na confluência do rio Solimões como rio Negro, isto é, no início do Amazonas. Tatunca Nara échefe dos índios Ugha Mongulala, Dacca e Haisha.Brugger, investigador escrupuloso, ouviu a históriainacreditável mas verdadeira que o mestiço lhe contou.Depois de ter verificado tudo conscienciosamente, decidiupublicar a crônica que tinha registrado no gravador.Como estou habituado ao fantástico e sempre preparadopara o extraordinário, não me emociono facilmente, masdevo confessar que me senti invulgarmente impressionadocom A Crônica de Akakor tal como me relatou Brugger. Abreuma dimensão que obriga os céticos a verificar que o
 
inconcebível é muitas vezes possível.Incidentalmente, A Crônica de Akakor foca precisamente oquadro que é familiar aos mitologistas de todo o mundo. Osdeuses vieram “do céu”, instruíram os primeiros humanos,deixaram atrás de si alguns misteriosos instrumentos edesapareceram novamente no “céu”. Os desastresdevastadores descritos por Tatunca Nara podem serrelacionados até ao mínimo pormenor com Os Mundos emColisão, de Immanuel Velikovsky, as suas extraordináriasdescrições de uma catástrofe mundial e mesmo asreferências às datas são simplesmente espantosas.Igualmente, a afirmação de que certas partes da América doSul são cortadas por passagens subterrâneas não podechocar nenhum conhecedor do assunto. Num outro livroreferi-me ter visto as tais estruturas subterrâneas com osmeus próprios olhos, A Crônica de Akakor dá resposta amuito do que é apenas aflorado noutros trabalhos sobreassuntos semelhantes
INTRODUÇÃO
A Amazônia começa em Santa Maria de Belém, a cento evinte quilômetros da costa do Atlântico. Em 1616, quandoduzentos portugueses, sob a chefia de Francisco CasteloBranco, tomaram posse deste território em nome de SuaMajestade o Rei de Portugal e Espanha, o seu cronistadescreveu-o como uma doce e convidativa zona de terrenocom árvores gigantescas. Presentemente, Belém é umagrande cidade, com arranha-céus, de tráfego intenso e umapopulação de seiscentos e trinta e três mil habitantes. É oponto de partida da civilização branca na sua conquista dasflorestas virgens da Amazônia. Contudo, através dequatrocentos anos, a cidade tem conseguido preservartraços do seu passado heróico e místico. Palácios de estilocolonial dilapidados e edifícios de azulejos com enormesportões de ferro são testemunhas de uma era famosa,quando a descoberta do processo de vulcanização daborracha elevou Belém ao nível de uma metrópole européia.
 
O mercado de dois andares na área do porto também datadesta época.Aqui quase tudo pode ser comprado: peixe doAmazonas ou do oceano, perfumados frutos tropicais; ervasmedicinais, raízes, bulbos e flores; dentes de crocodilo, quedizem ter propriedades afrodisíacas, e rosários feitos deterracotaSanta Maria de Belém é uma cidade de contrastes.No centro, ruas ruidosas de tráfego, mas o mundo selvagemda ilha de Marajó, outrora povoada por uma das populaçõesaltamente civilizadas que tentaram conquistar a Amazônia,fica apenas a duas horas de viagem, rio acima, na margemoposta. De acordo com a história tradicional, os Marajoaraschegaram à ilha mais ou menos em 1100, quando a suacivilização estava no apogeu, mas na altura em que osexploradores europeus chegaram, este povo já tinhadesaparecido. Tudo o que ele resta são belas cerâmicas,figuras estilizadas traduzindo dor, alegria e sonhos.Parecem contar uma história, Mas qual?Até à ilha de Marajó, o Amazonas é uma confusa rede decanais, afluentes e lagoas. O rio estende-se por umadistância de seis mil quilômetros: nasce no Peru e atinge osrápidos colombianos, mudando de nome em cada país queatravessa – de Apurimac a Ucayali e Marañon, e de Marañona Solimões. Para além da ilha de Marajó, o Amazonas temum caudal maior que qualquer outro rio do mundo.Um grande barco a motor, único meio de transporte naAmazônia, leva três dias para fazer a travessia de Belém àSantarém, a localidade mais próxima. É impossívelcompreender o grande rio sem ter experimentado estesbarcos a motor, que incorporam a noção de tempo, vida edistância na Amazônia. Podem fazer-se cento e cinqüentaquilômetros por dia (não por hora) rio abaixo; nestes barcoso tempo passa-se a comer, a beber, a sonhar e a amar.Santarém fica situada na margem direita do Amazonas, na

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