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coletanea LEGISLAÇÃO AMBIENTAL

coletanea LEGISLAÇÃO AMBIENTAL

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07/11/2012

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1.Lei nº 4.771, de 15 de setembro de 1965: Código Florestal2.Medida Provisória nº 2.166/001: que altera a Lei do Código Florestal3.Lei nº 5.197, de 3 de janeiro de 1967: Lei de Proteção à Fauna .4.Decreto-Lei nº 221, de 28 de fevereiro de 1967 .5.Lei nº 7.653, de 12 de fevereiro de 1988 .6.Lei 6.938, de 31 de agosto de 1981: Política Nacional do Meio Ambiente7.Lei nº 7.802, de 12 de julho de 1989: Lei de Agrotóxicos .8.Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998: Lei dos Crimes Ambientais .9.Decreto nº 3179/99: que regulamenta a Lei nº 9.985/9810.Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999: Lei de Educação Ambiental .11.Lei nº 9.985, de 18 de julho de 2000: Sistema Nacional de Unidades de Conservação .12.Lei nº 8.974/95: Organismos Geneticamente Modificados .13.Lei nº 10.165/00: Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental14.Lei nº 7.661/88: Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro .15.Medida Provisória nº 2.186/01: Acesso ao Patrimônio Genético16.Art. 225 da Constituição Federal .17.Artigo 4º da Lei nº 10.410/0218.Resolução CONAMA nº 001/86: EIA/RIMA19.Resolução CONAMA nº 237/97: Licenciamento Ambiental ..
Código Florestal Brasileiro - 1965LEI N.º 4.771, DE 15 DE SETEMBRO DE 1965
(Atualizado até as mudanças feitas pela medida provisória n.º 2.166/001) Artigo
- As florestas existentes no território nacional e as demais formas de vegetação,reconhecidas de utilidade às terras que revestem, são bens de interesse comum a todos oshabitantes do País, exercendose os direitos de propriedade com as limitações que a legislaçãoem geral e especialmente esta Lei estabelecem
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§ 1º As ações ou omissões contrárias às disposições deste Código na utilização e exploração das
 
florestas e demais formas de vegetação são consideradas uso nocivo da propriedade, aplicando-se, para o caso, o procedimento sumário previsto no art. 275, inciso II, do Código de ProcessoCivil.§ 2º Para os efeitos deste Código, entende-se por:I -Pequena propriedade rural ou posse rural familiar: aquela explorada mediante o trabalho pessoaldo proprietário ou posseiro e de sua família, admitida a ajuda eventual de terceiro e cuja rendabruta seja proveniente, no mínimo, em oitenta por cento, de atividade agroflorestal ou doextrativismo, cuja área não supere:a) cento e cinqüenta hectares se localizada nos estados do Acre, Pará, Amazonas, Roraima,Rondônia, Amapá e Mato Grosso e nas regiões situadas ao norte do paralelo 13º S, dos Estadosde Tocantins e Goiás, e ao oeste do meridiano de 44º W, do Estado do Maranhão ou noPantanal mato-grossense ou sul-mato-grossense;b) cinqüenta hectares, se localizada no polígono das secas ou a leste do Meridiano de 44º W, doEstado do Maranhão; ec) trinta hectares, se localizada em qualquer outra região do país.II -Área de preservação permanente: área protegida nos termos dos arts. 2º e 3º desta Lei, cobertaou não por vegetação nativa, com a função ambiental de preservar os recursos hídricos, apaisagem, a estabilidade geológica, a biodiversidade, o fluxo gênico de fauna e flora, proteger osolo e assegurar o bem estar das populações humanas.III -Reserva Legal: área localizada no interior de uma propriedade ou posse rural, excetuada a depreservação permanente, necessária ao uso sustentável dos recursos naturais, à conservação ereabilitação dos processos ecológicos, à conservação da biodiversidade e ao abrigo e proteçãode fauna e flora nativas.IV - Utilidade pública:a) as atividades de segurança nacional e proteção sanitária;b) as obras essenciais de infra-estrutura destinadas aos serviços blicos de transporte,saneamento e energia; ec) demais obras, planos, atividades ou projetos previstos em resolução do Conselho Nacional deMeio Ambiente-CONAMA.V - Interesse social:a) as atividades imprescindíveis à protão da integridade da vegetação nativa, tais como:prevenção, combate e controle do fogo, controle da erosão, erradicação de invasoras e proteçãode plantios com espécies nativas, conforme resolução do CONAMA;b) as atividades de manejo agroflorestal sustentável praticadas na pequena propriedade ou posserural familiar, que o descaracterizem a cobertura vegetal e o prejudiquem a funçãoambiental da área; ec) demais obras, planos, atividades ou projetos definidos em resolução do CONAMA.VI - Amazônia Legal: os estados do Acre, Pará, Amazonas, Roraima, Rondônia, Amapá e MatoGrosso e as regiões situadas ao norte do paralelo 13º S, dos Estados de Tocantins e Goiás, e aooeste do meridiano de 44º W, do Estado do Maranhão."
 
"Art. 4º A supressão de vegetação em área de preservação permanente somente poderá ser autorizada em caso de utilidade blica ou de interesse socio-ecomico, devidamentecaracterizados e motivados em procedimento administrativo próprio, quando inexistir alternativatécnica e locacional ao empreendimento proposto.§ 1º A supressão de que trata o caput deste artigo dependerá de autorização do órgão ambientalestadual competente, com anuência prévia, quando couber, do órgão federal ou municipal demeio ambiente, ressalvado o disposto no § 2º deste artigo.§ 2º A supressão de vegetação em área de preservação permanente situada em área urbana,dependerá de autorização do órgão ambiental competente, desde que o município possuaconselho de meio ambiente com caráter deliberativo e plano diretor, mediante anuência préviado órgão ambiental estadual competente fundamentada em parecer técnico.§ 3º O órgão ambiental competente poderá autorizar a supressão eventual e de baixo impactoambiental, assim definido em regulamento, da vegetação em área de preservação permanente.§ O óro ambiental competente indica, previamente à emissão da autorização para asupressão de vegetação em área de preservação permanente, as medidas mitigadoras ecompensatórias que deverão ser adotadas pelo empreendedor.§ 5º A supressão de vegetação nativa protetora de nascentes, ou de dunas e mangues, de quetratam, respectivamente, as alíneas "c" e "f" do art. 2º deste Código, somente poderá ser autorizada em caso de utilidade pública.§ 6º Na implantação de reservatório artificial é obrigatória a desapropriação ou aquisição, peloempreendedor, das áreas de preservação permanente criadas no seu entorno, cujos parâmetrose regime de uso serão definidos por resolução do CONAMA.§ 7º É permitido o acesso de pessoas e animais às áreas de preservação permanente, paraobtenção de água, desde que não exija a supressão e não comprometa a regeneração e amanutenção a longo prazo da vegetação nativa." (NR) Artigo 2° -Consideram-se de preservação permanente, pelo só efeito desta Lei, as florestas e demaisformas de vegetação natural situadas:a) ao longo dos rios ou de outro qualquer curso d’água desde o seu nível mais alto em faixa marginalcuja largura mínima seja:1) de 30 metros para os cursos d’água de menos de 10 metros de largura;2) de 50 metros para os cursos d’água que tenham de 10 a 50 metros de largura;3) de 100 metros para os cursos d’água que tenham 50 metros a 200 metros de largura;4) de 200 metros para os cursos d’água que tenham de 200 a 600 metros;5) de 500 metros para os cursos d’água que tenham largura superior a 600 metros;b) ao redor das lagoas, lagos ou reservatórios d’água, naturais ou artificiais;c) nas nascentes, ainda que intermitentes e nos chamados "olhos d’água", qualquer que seja a suasituação topográfica, num raio mínimo de 50 (cinquenta) metros de largura;d) no topo de morros, montes, montanhas e serras;

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